terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Relatório aponta esgotamento de água potável em menos de 20 anos
"Em menos de 20 anos, a falta de água poderá fazer com que Índia e Estados Unidos percam a totalidade de suas colheitas", afirmam os autores do estudo, destacando que, paralelamente, a procura por alimentos explodirá.
Segundo o relatório, muitos lugares do mundo estão a ponto de esgotar suas reservas de água, sobretudo em consequência de uma política especulativa por parte dos governos, ao longo dos últimos 50 anos.
"No futuro, o mundo não poderá simplesmente administrar a questão da água como tem feito no presente", aponta o texto. Cerca de 40% dos recursos aquíferos dos Estados Unidos são destinados à produção energética, enquanto apenas 3% vão para o consumo doméstico.
As necessidades de água para produzir energia devem aumentar 165% nos Estados Unidos e 130% na União Europeia, de acordo com o estudo.
O relatório também calcula que, no atual ritmo de derretimento, a maioria das geleiras do Himalaia e do Tibet terão desaparecido até 2100, e que 70 grandes rios do mundo secarão devido aos sistemas de irrigação para a agricultura.
Fonte - Folha
Tratado de Latrão vai fazer 80 anos
Fonte - Cristo Voltará
Música propicia estado de êxtase e transe em Igrejas Pentecostais
Juliana Kiyomura Moreno
O uso da música como meio para chegar a um estado de êxtase e transe religioso vêm se tornando comum em igrejas de diversas religiões em todo o mundo. A partir dessa constatação, uma pesquisa do Instituto de Psicologia (IP) da USP analisou essa prática em algumas Igrejas Pentecostais da cidade de São Paulo. A dissertação Manifestações espirituais nas Igrejas Pentecostais: um estudo psicossocial do êxtase e do transe através da música como mobilizadora de emoções desenvolvida por Valdevino Rodrigues dos Santos mostra que a utilização da música nestas igrejas ajuda a aumentar o número de fiéis.
De acordo com o pesquisador, que apresentou sua pesquisa em agosto desse ano, "as Igrejas Pentecostais são as que mais crescem no mundo inteiro e esse tipo de recurso (o uso de ritmos musicais contemporâneos) só tende a aumentar".
Santos analisou as igrejas pentecostais desde a primeira Assembléia de Deus, trazida ao Brasil pelos suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg em 1910. Ele também estudou "Igreja do Evangelho Quadrangular", instalada em 1950, e a "Renascer" na década de 1980.
Dentre elas, a Igreja Renascer é a mais liberal. Para se aproximar de seu público-alvo utiliza rock, samba, rap e até heavy metal. Pastores vestidos de metaleiros pregam para jovens utilizando uma linguagem semelhante a desse grupo. "Jovens são atraídos pela atmosfera a que estão acostumados. Este tipo de recurso une a pregação da fé com uma filosofia de vida que muitas vezes não seria bem aceita em outras religiões", explica Santos.
A dança do samba, por exemplo, é admitida por estarem "sambando para Deus". "Se Deus criou a arte por que não utilizá-la para louvá-lo?", esta é uma das justificativas dada pela igreja para o uso da dança e uso tipos musicais registrados na tese.
Mais proximidade
As Igrejas Pentecostais têm como característica principal a crença no "batismo do Espírito Santo", que teria acontecido pela primeira vez durante a "Festa de Pentecostes", simbolizando a descida do Espírito Santo sobre as pessoas que rezavam e comungavam após a morte de Cristo. Neste momento, pessoas de origens étnicas e idiomas diferentes começaram a falar a mesma língua e a se entender. Esse ato recebeu o nome de "glossolalia", que seria este "falar línguas estranhas", e é um dos momentos mais importantes do culto atual nessas Igrejas Pentecostais. Seria um "retorno às origens e a verdadeira fé", de acordo com o estudioso.
Segundo esta característica de busca pelo Espírito Santo, o uso de ritmos musicais diferentes durante o culto propiciariam uma aproximação entre o pastor, a palavra pregada e a recepção e compreensão por parte dos fiéis. " No decorrer do culto há uma gradação sonora e musical até o seu ápice que é quando alguns fiéis são agraciados pelo recebimento do Espírito Santo", declara Valdevino Rodrigues dos Santos.
No momento de êxtase e transe a música tem por função ambientar toda essa erupção de sentimentos por parte dos fiéis. "O transe que o indivíduo possa ter no "contato solitário com o divino" é compartilhado nessas assembléias religiosas e isto vêm aumentando e tomando uma importância para a antropologia mundial", conclui Santos.
Fonte - USP
Nota DDP: Há um segmento evangélico anunciando em sua rádio uma programação alternativa para os cristãos no período do carnaval. Paradoxalmente, este mesmo segmento está propagandeando um evento em uma de suas igrejas, onde haverá um "bom samba", com letra "cristã", claro. Sem dúvida alguma sinal dos tempos. Não há limite para a incoerência.
Infelizmente o mesmo argumento do artigo, qual seja o de atingir pessoas que normalmente não se interessariam por um culto convencional e, ainda que sob a alcunha de "algum critério" (que ninguém foi capaz ainda de demonstrar qual seja), tem sido defendido por alguns adventistas. Não sabemos em que momento, muito menos com que intensidade, mas o que está acontecendo no meio evangélico ainda há de ocorrer de forma paralela entre nós.
E não sou eu que estou afirmando, está profetizado.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
"Sunday Morning"

A Rede de notícias americana CBS está comemorando os 30 anos do informativo "Sunday Morning" e dedicou uma parte de seu site de notícias para esta questão. Uma das matéria trata especificamente do significado do domingo na vida do americano, desde a religião até os esportes e, analisa um pouco da história que envolve esta controvertida questão, para alguns menos discutida apenas que a escravidão naquele país, segundo a matéria.
A matéria é extensa, mas destaco sua finalização:
Judith Shulevitz em seu livro "The Sabbath World" (O mundo sabático) argumenta que os domingos devem ser mantidos livres. Em um mundo que funciona 24 horas, sete dias por semana, ela clama pelo retorno das leis que determinavam o fechamento do comércio um dia por semana.
"Se todos tiverem que parar de trabalhar, então eles terão algo como atenção para a família, para eles mesmos e para a comunidade", argumenta.
"Nesta campanha, por onde você começaria?" lhe foi perguntado.
"Eu não pretendo possuir as respostas em termos de legislação. Eu apenas começo tentando demonstrar os benefícios e dizendo 'Vamos nos lembrar do Sabbath (descanso). Vamos nos lembrar o que ele fez por nós no passado. E vamos pensar o que ele pode fazer por nós no futuro'" Shulevitz explica.
"Ele está rapidamente se tornando como os outros dias, por conta do comércio aos domingos" diz outro defensor do descanso nestes dias, Stephen Miller citado na matéria. "Nós estamos perdendo um dia de descanso. Estamos algo como "ligados" todo o tempo agora. Qual o efeito disso em nossa psiquê? Então eu penso que estamos perdendo algo."
O que nos leva de volta aos puritanos de 1630: suas convicções podem agora parecer extremas, mas e se elas estavam firmadas realmente sobre algo [importante]?
(Tradução livre)
Fonte - CBS
Enfim, com uma das maiores cadeias de notícias dos EUA trazendo à baila um discussão como esta, não é de se surpreender que o rumo da opinião pública americana possa ser colacada rapidamente em condição de enfrentar o tema de forma mais ampla, faltando apenas um fato gerador, que pode ser o trabalho, o aquecimento global, a crise econômica, ou algum outro grande tema que tem amedrontado ou venha a amedrontar a humanidade sobre sua subsistência futura. Os gurus destes temas não perdem tempo para alardear soluções, dentre elas a preferida de BXVI, o próprio domingo.
Os sindicatos, o Vaticano e os EUA
Cidade do Vaticano, 31 jan (EFE).- O papa Bento XVI pediu hoje que os diferentes agentes sociais interajam mais em prol da superação da atual crise econômica, na qual, segundo o Pontífice, os movimentos sindicais têm muito a dizer.
"Para superar a crise econômica e social que estamos vivendo, sabemos que é preciso um esforço livre e responsável por parte de todos. É necessário, portanto, superarmos os interesses particulares e de setores e enfrentarmos juntos e unidos as dificuldades", disse o papa em uma audiência com representantes do sindicato italiano CSIL.
"Nunca, como agora, tal urgência é alardeada. As dificuldades que sacodem o mundo do trabalho apontam para a necessidade de uma efetiva e mais estreita interação entre os múltiplos e diversos componentes da sociedade", acrescentou.
Segundo o Pontífice, o mundo precisa de pessoas que se dediquem com desinteresse à causa do trabalho, e a Igreja Católica está disposta a oferecer sua ajuda aos sindicatos, cujo papel na sociedade aprecia.
"A preocupante crise econômica atual convida a saber acolher e a encontrar uma nova síntese entre o bem comum e o mercado, entre o capital e o trabalho. E neste âmbito, é significativa a contribuição que as organizações sindicais podem dar", disse Bento XVI.
Fonte - G1
Obama promete defender sindicatos
WASHINGTON (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assumiu nesta sexta-feira o compromisso de defender os sindicatos, que, segundo ele, são "parte da solução" em momentos de crise. Ele revogou disposições hostis a estas entidades tomadas por seu predecessor, George W. Bush.
Obama assinou três decretos abolindo políticas seguidas por Bush. Um destes decretos exige que as empresas que trabalham com o Estado federal informem os funcionários de seus direitos, em conformidade com as leis trabalhistas.
"Temos que voltar atrás em muitas políticas aprovadas nos oito últimos anos sobre organizações de trabalhadores - ações que reprovei profundamente", declarou Obama antes de assinar os decretos.
"Na minha opinião, o movimento sindical não faz parte do problema, mas da solução", sentenciou.
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Fonte - Yahoo
Nota DDP:Interessante alinhamento.
Outros detalhes, especialmente no que concerne à vinculação do tema com a doutrina social da ICAR, citando-se inclusive encíclicas que trataram da questão do domingo, em Radio Vaticano.
Satanás está ativamente em operação em nossas cidades populosas. Sua obra é observada na confusão, na luta e discórdia entre o capital e o trabalho, bem como na hipocrisia que penetrou nas igrejas. ... A concupiscência da carne, a soberba dos olhos, a ostentação do egoísmo, o abuso do poder, a crueldade e a força empregados para fazer com que os homens se liguem às confederações e uniões - atando-se a si mesmos em molhos para a queima dos grandes fogos dos últimos dias - tudo isso é operação de instrumentos satânicos. Evangelismo, pág. 26.
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Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 116)
Papa afirma que ecumenismo é sinal para mundo «dividido»
O Papa se dirigiu em inglês, em um breve discurso, aos membros desta Comissão, que acabam de concluir sua 6ª reunião, e os animou a continuar buscando «a reconciliação e a comunhão no Corpo de Cristo, que é a Igreja».
A união entre os cristãos não é uma questão secundária, mas uma «dimensão essencial», pela qual «temos o dever de trabalhar», explicou o Papa.
«O mundo precisa de um sinal visível do mistério da unidade que existe entre as três divinas Pessoas e que, há dois mil anos, com a Encarnação do Filho de Deus, foi-nos revelada.»
«Só precisamos voltar o olhar ao Oriente Médio – de onde muitos de vós procedeis – para ver que se precisa com urgência de sementes de esperança em um mundo ferido pela tragédia da divisão, do conflito e do imenso sofrimento humano», acrescentou.
Neste momento é muito necessário «reforçar o testemunho unido dos cristãos diante dos enormes desafios que devem enfrentar hoje», afirmou o Papa, contribuindo cada um «não só com a riqueza de sua própria tradição, mas também com o compromisso das Igrejas implienvolvidascadas neste diálogo para superar as divisões do passado».
Este encontro, constatou, «deu importantes passos precisamente no estudo da Igreja como comunhão».
Por outro lado, «o próprio fato de que o diálogo tenha continuado no tempo e que cada ano seja acolhido por uma das diversas Igrejas às que representais é em si mesmo um sinal de esperança e de ânimo», acrescentou o pontífice.
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Fonte - Zenit
Mudança climática já é emergência planetária
Em um debate no Fórum Econômico Mundial dedicado às negociações do novo tratado internacional contra a mudança climática - que deve ser aprovado em dezembro em uma cúpula em Copenhague -, Gore disse que a capacidade de que os EUA se comprometam com esse acordo depende em grande medida do apoio obtido dos outros países.
O Tratado de Copenhague é negociado no marco das Nações Unidas e substituirá o Protocolo de Kioto (1992), que nunca foi ratificado pelos EUA.
Gore disse que se os países - em particular os de economias emergentes - se comprometerem legalmente e em bloco a cumprir as disposições desse acordo, para os EUA será mais fácil conseguir o apoio de sua opinião pública para assiná-lo e ratificá-lo.
"Se os Estados Unidos, Japão e Europa Ocidental recortassem totalmente suas emissões (de dióxido de carbono), a crise climática continuaria por causa da atividade econômica dos países emergentes", explicou.
Nesse sentido, ele acredita que as potências emergentes assumam compromissos de cumprimento obrigatório, embora como parte de um tratamento diferenciado, pelo qual se exigiriam deles cortes menores de suas emissões frente aos que terão que realizar os países industrializados.
Gore pediu que a crise econômica mundial não distraia os líderes políticos da urgência de tomar ações contra a mudança climática.
"Copenhague não é um ponto de passagem para outra reunião no futuro. Precisamos de um acordo em 2009, não no próximo ano. Não nos resta tempo", advertiu.
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Fonte - Yahoo
Nota DDP: Interessante o condicionamento da adesão dos EUA ao "combate" do aquecimento global, de forma atrelada ao acatamento dos demais países às condições americanas.
Onda de calor segue gerando caos no sudeste da Austrália
A imprensa local informa nesta sexta-feira (30) que as temperaturas, superiores a 45 graus centígrados, aumentaram o consumo de energia a níveis recorde no estado da Austrália do Sul, onde ontem mais de 95 mil ficaram sem luz.
O calor danificou ferrovias em Adelaide e Melbourne, e já pelo início da manhã 75 trens tinha cancelado suas viagens.
Os incêndios se intensificaram em Austrália do Sul, Nova Gales do Sul e Victoria, especialmente neste último estado, onde o fogo destruiu 2 mil hectares de floresta, 150 quilômetros a sudeste de Melbourne, e continua fora de controle.
O serviço de meteorologia local adverte que o termômetro se manterá acima dos 40 graus durante os próximos três ou quatro dias no sudeste da Austrália, e depois as temperaturas deverão ficar em torno de 30 graus. (Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
China sofre com erosão de 37% de seu território
Os devastadores efeitos do desenvolvimento econômico e social da maior potência emergente do mundo têm sido subestimados, diz o informe, divulgado pelo jornal South China Morning Post.
A quantidade de terra afetada anualmente é de 4,5 milhões de toneladas, e um total de 3,57 milhões de quilômetros quadrados afetados pela erosão, o que equivale a 37% do território chinês.
Segundo dados divulgados pelo Ministério de Recursos Hídricos, o problema afeta a todas as bacias hidrográficas do país e a 646 distritos, mas a situação mais dramática se registra nas bacias dos rios Yangtsé, o mais largo da Ásia, e do Amarelo.
Em alguns casos, a catástrofe ecológica é irreversível, em um país em que as plantações de cereal constituem um problema de segurança alimentar, já que menos de 13% da superfície da China é cultivável e com ela se deve alimentar a maior população do globo: 1,3 bilhão de habitantes.
O Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) estima que o dano causado pela erosão equivale a uma perda de 400 milhões de ienes (US$ 60 milhões), enquanto o governo chinês contabilizou a perda em 1,630 milhão anualmente até 2004.
Enquanto o desenvolvimento continua avançando, somente 200 distritos afetados iniciaram programas para combater os efeitos da erosão devido à falta de fundos.
A origem do problema está em uma rápida e irracional urbanização da terra nas áreas rurais do país, nos projetos de mineração e nas técnicas de cultivo, segundo o vice-ministro de Recursos Hídricos, E Jingping, citado pela agência de notícias Xinhua. (Estadão)
Fonte - Ambiente Brasil
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Ônibus viram palco de 'guerra religiosa' na Espanha
Em janeiro a propaganda cristã financiada por católicos e evangélicos, começou a ser divulgada nos ônibus municipais: "Deus existe sim. Desfrute a vida em Cristo".
Depois que a polêmica campanha publicitária religiosa chegou à Espanha, na chamada 'guerra dos ônibus', os fiéis entraram na disputa e há quem se recuse a entrar em veículos que neguem a existência de Deus.
Cartaz A rivalidade saiu dos veículos e alcançou os pontos de ônibus. A católica Dolores Rubio Cospedal, de 69 anos, decidiu se manifestar contra todos os que viajem nos ônibus com propaganda contra Deus. Com um abrigo de visom ela tem passado as tardes no ponto próximo à catedral de Madri coberta nos ombros e no peito por um cartaz onde se lê: "Deus existe sim". Cada vez que um dos veículos com a campanha atéia circula por ali, Dolores se levanta, mostra o cartaz e recrimina motoristas e usuários. Como ela, outros passageiros têm levado cartazes às ruas e dizem que não aceitarão entrar em um ônibus que negue a existência de Deus.
"Eu não vou subir nesse ônibus de jeito nenhum. Fico aqui o tempo que for preciso para que vejam que nós cristãos estamos indignados. O que estão fazendo é uma imoralidade, uma blasfêmia. Tenho vergonha de ser espanhola", disse Dolores à BBC Brasil.
Alguns passageiros, fiéis ou não, respondem aos manifestantes cristãos lembrando que prevalece a liberdade de expressão. "Isso é só publicidade, é uma polêmica estúpida, cada um diz o que quer, é um país livre. A senhora não fala de Deus aqui sem problema? Então por que outros não podem?", rebateu a estudante Rosario Flores, 23 anos, que se define como "católica não praticante". Explicações Na tarde da quarta-feira passada o motorista Francisco Gomez Aguilar teve que dar explicações aos manifestantes cristãos para deixar de ouvir reclamações no ponto da catedral.
Explicando que também é católico, o motorista disse que não queria dirigir o ônibus com a propaganda que nega a existência de Deus, mas foi obrigado pela empresa.
"Pedi para mudar de turno para não pegar este veículo, mas não me deixaram. Se fosse por mim, estaria proibido", disse Francisco, completando à BBC Brasil que em uma das viagens alguns passageiros evangélicos distribuíram cartões com a pergunta: "se você morrer esta noite onde passará a eternidade?".
A chamada guerra dos ônibus surgiu depois que a União de Ateus e Livres Pensadores da Espanha iniciou a campanha no país, inspirando-se no exemplo da propaganda britânica.
Os anúncios em duas linhas municipais em Madri custaram 4 mil euros (cerca de R$ 12 mil), mas a União prevê aumentar a campanha em mais cidades e já arrecadou mais de 30 mil euros (aproximadamente R$ 90 mil) por meio de doações.
Em janeiro chegaram os ônibus cristãos. Financiados pela organização católica E-Christians e pela evangélica Centro Cristão de Reunião, foram alugados espaços em três linhas municipais da capital espanhola.
Ao contrário dos manifestantes, ambas as instituições acreditam que não há ofensa, apenas rivalidade.
"Todos podem expressar livremente suas opiniões. Nós também. Respeitamos a todo mundo... opiniões, idéias e crenças. Eles usaram uma plataforma pública e nós também, só que para comunicar ao mundo que a única vida plena é a que segue a Jesus Cristo", disse à BBC Brasil o porta-voz do Centro Cristão de Reunião, Francisco Rubiales.
Sem ofensa A União de Ateus respondeu à BBC Brasil apenas que "a campanha não é ofensiva, foi aprovada pelo Comitê de Controle da Publicidade dos Municípios Espanhóis" e continuará em Madri, Barcelona, Málaga e La Coruña.
Já a Conferência Episcopal Espanhola, que não participa da campanha nos ônibus, acha que há blasfêmia e que o governo deveria intervir.
Segundo o comunicado oficial emitido no dia 24 de janeiro, "insinuar que Deus é uma invenção e que não deixa as pessoas desfrutarem da vida é uma blasfêmia e uma ofensa aos que acreditam".
A nota recomenda aos católicos "respeitar o direito de expressão de todos" e "às autoridades competentes tutelar o exercício pleno do direito de liberdade religiosa".
Em outras cidades européias como Valencia, Zaragoza, Roma e Milão, os ônibus ateus não foram aprovados pelos governos locais.
Fonte - BOL
Nota DDP: O interessante desta linha de notícias, é observar como o mundo mantêm em seu foco discussões religiosas de todo o tipo e, como estas ao reverso de serem relegadas à irrelevância, como defendem alguns ateus, permeiam cada vez mais o dia a dia da aldeia global. Não é impossível se prever que discussões mais importantes e de interesse geral se preparam para fazer parte dos folhetins diários.
Relações entre Vaticano e Israel prosseguem
O dia de ontem foi repleto de anúncios e desmentidos. Tudo começou pouco antes da Audiência Geral, quando de Jerusalém chegou a notícia de que o Grão-Rabinato considerava muito difícil prosseguir no diálogo com a Santa Sé depois da readmissão de Dom Richard Williamson, da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que pôs em dúvida o Holocausto. O mundo judaico não considerou suficiente a carta de desculpas escrita pelo líder da comunidade e esperava de Bento XVI um "sinal" a mais.
Depois da Audiência Geral, o diretor-geral do Rabinato de Israel, Oded Wiener, concedeu uma entrevista desmentindo a notícia divulgada pelo jornal "Jerusalem Post": "O Rabinato de Israel não interrompeu as relações com o Vaticano, porque creio que seja fundamental tanto para nós, quanto para o próprio Vaticano", disse Wiener à televisão italiana Sky Tg24.
''Acredito que as palavras do papa sejam extremamente importantes. Não existe mais lugar para pessoas como Williamson, que nega a existência do Holocausto. Creio que seja um grande passo avante para resolver essa controvérsia, mas devemos ainda discutir com os membros da Comissão da Santa Sé e do Governo de Israel o que deve ser feito para por fim a esta problemática" – declarou.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Como esperado, muita mídia, um aparente passo para trás e, muitos créditos para frente. Mais em "Católicos e judeus".
Desemprego na China é cada dia maior
Milhões de pessoas já perderam seus empregos. Executivos, há anos acostumados com um crescimento de dois dígitos, falam em redução de bônus e salários congelados, e alguns também estão perdendo seus empregos.
Os estudantes enfrentam a pior perspectiva de conseguir um emprego desde o protesto na praça Tiananmen, em 1989. Enquanto o Partido Comunista se prepara para comemorar 60 anos no poder no dia 1º de outubro, aumenta sua preocupação com a revolta da população com as condições econômicas.
Fonte - Opinião e Notícia
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Aquecimento global durará mil anos
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Segundo o novo resultado, a mudança climática é "irreversível" por mil anos depois que as emissões cessam porque, apesar de o gás carbônico persistir por apenas um século na atmosfera, o oceano continua reemitindo calor por séculos.
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Segundo os pesquisadores, a única conclusão possível é a óbvia: cortar mais e mais as emissões. "Taxas de desconto usadas em estimativas econômicas assumem que uma mitigação mais eficiente pode ocorrer em um mundo mais rico, mas ignoram a irreversibilidade mostrada aqui."
Fonte - Ambiente Brasil
Nota Fernando Machado: Será que faz sentido remeter a Apocalipse 20:1-3?
Famílias unidas para mudar leis
Eu disse – e penso – que os primeiros cristãos, especialmente nos três primeiros séculos, mudaram as leis do Estado com seus costumes. Agora nós não podemos pretender fazer o contrário, ou seja, mudar os costumes com as leis do Estado. Como cidadãos, devemos fazer o possível para que o Estado adote leis boas, positivas e não contra a vida, mas isso não bastará. Não bastará porque em uma sociedade plural como a de hoje, os cristãos em alguns países já são a minoria e então estamos mais perto da situação dos primeiros séculos que na Idade Média, quando os cristãos não eram defendidos pelo Estado, mas por sua vida, seu testemunho.
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Fonte - Zenit
Nota DDP - Em outras palavras: O Estado terá que adotar as "nossas" leis (eclesiásticas).
O próximo passo da América
Mikhail Gorbachev
Do The New York Times
O novo presidente dos Estados Unidos assumiu o cargo, uma coisa que acontece regularmente a cada quatro anos. Só que desta vez o evento foi extraordinário.
Foi resultado de uma campanha extraordinária, tanto na consistência quanto na urgência em torno dela; extraordinário também foi o envolvimento das pessoas, especialmente os jovens.
O resultado foi também extraordinário - um marco para o sepultamento de um legado de escravidão e racismo. O apoio e a confiança depositados no Presidente Barack Obama pelos americanos, incluindo muitos que não votaram nele, foram também extraordinários.
O mundo inteiro também demonstrou um interesse extraordinário na campanha, além de esperanças de mudança na política norte-americana. Praticamente todos no mundo inteiro estão desejando sucesso a ele.
A razão principal para isso tudo é que as tensões econômicas e políticas, e a pressão dos problemas que vêm se acumulando por décadas, são extraordinárias na história recente.
No seu discurso de posse, Obama listou estes problemas de forma sóbria e taciturna. A crise, disse ele, é "uma conseqüência da ganância e da irresponsabilidade de alguns, mas é também nosso fracasso coletivo em fazer escolhas difíceis e preparar-nos para uma nova era."
O apoio dos norte-americanos dá a Obama uma grande oportunidade. Mas as grandes expectativas criadas pela nação e o mundo podem também ser um ônus, um peso que ele e sua equipe terão sobre os ombros. Ele escolheu seus colaboradores, mas ainda é muito cedo para saber se suas escolhas estarão à altura do desafio.
O presidente, com toda razão, irá focar inicialmente na crise econômica. Mas resolver os problemas econômicos da América sem mudanças fundamentais no mundo será impossível.
O "Consenso de Washington", que previa que a economia global poderia ser definida de um centro único, foi desacreditado como um modelo global. Era baseado inteiramente em razão do lucro e do consumo exacerbado e em instituições falidas e ultrapassadas.
Um novo modelo deve reconhecer a necessidade de cooperação multilateral. Em seu discurso, Obama reconheceu que as ameaças de hoje requerem "ainda mais cooperação e entendimento entre as nações." Eu tenho certeza de que, por mais forte que sejam as críticas e até a ira de alguns sobre as ações dos Estados Unidos - na Europa, China, Índia, Rússia, América Latina - os líderes e o público em geral entendem a importância do papel que a América exerce e estão prontos a cooperar com ela.
Mas é exatamente este o x do problema. Estaria a América pronta? E se estiver, está pronta sob que premissas, as novas ou as antigas?
No seu discurso, Obama disse: "O mundo mudou e nós precisamos mudar com ele." O compromisso com aquelas palavras deve ser comprovado por atos e decisões específicas. Que exigirão uma análise honesta e realista da situação global.
Este tipo de análise esteve em falta nos Estados Unidos por quase duas décadas. A América foi vista como quase onipotente. A arrogância e o triunfalismo cegaram o país na sua função de criador de políticas; a reflexão séria foi substituída por slogans.
O século XX foi um século americano - vamos fazer do século XXI também um século americano. Este sentimento, proposto por um presidente norte-americano há mais de uma década, ecoou naqueles que conduziram as políticas americanas nos últimos anos.
O mundo não aceitará fazer o papel de "extra" num filme roteirizado pelos Estados Unidos. O reconhecimento desta atitude parece estar finalmente brotando nos Estados Unidos.
A América está acordando do longo período de euforia da sua suposta onipotência. O resultado das eleições presidenciais é um reconhecimento de que a força da América não vem da construção de impérios ou de aventuras militares, mas da sua habilidade de corrigir seus erros, tanto aqueles cometidos há muito tempo quanto os mais recentes.
Não se traça uma política internacional da noite para o dia, especialmente quando se precisa não de um mero ajuste, mas de uma revisão completa. O que o presidente e os membros de sua equipe disseram até agora não é suficiente para demonstrar a direção que eles irão tomar.
No entanto, Obama está recebendo todo tipo de conselho.
Zbigniew Brzezinski propõe um foco nas relações com a China. Suas recentes declarações em Pequim parecem sugerir um tipo de condomínio, um G2 da China com os Estados Unidos. Claro, a importância política e econômica mundial da China continuará crescendo, mas eu acho que aqueles que desejam começar um novo jogo geopolítico vão se decepcionar. É muito provável que a China não aceite e, de forma geral, estes jogos ficaram no passado.
Da mesma forma, as propostas de Henry Kissinger para uma "nova ordem mundial" parecem pressupor uma nova divisão geopolítica do mundo. O que realmente precisamos é de abordagens mais modernas e atuais.
Vários líderes europeus, políticos veteranos e figuras públicas solicitaram ao novo presidente dos Estados Unidos que reconsiderasse políticas anteriores há muito subestimadas. Os Estados Unidos, que em 1990 assinaram a Carta de Paris para uma Nova Europa, podem ser um parceiro natural para se criar uma nova estrutura de segurança européia - um projeto que está sendo discutido.
Eu também espero que o presidente veja o grande potencial positivo inerente às relações com a Rússia, que foram tratadas de forma equivocada nos últimos anos. Uma mudança para melhor pode ser conquistada num período relativamente curto, promovendo relações mais saudáveis com os países vizinhos da Rússia e com a Europa como um todo.
Moldar uma política para o Oriente Médio tornaria uma batalha inevitável. Se uma coisa ficou absolutamente clara nos últimos anos é que a abordagem costumeira não funciona mais naquela região. Esta tática só faz do Oriente Médio um solo ainda mais perigoso e fértil para o extremismo e o terrorismo. As políticas atuais dos Estados Unidos não privilegiaram a região como um todo ou, em particular, Israel, uma nação com a qual os Estados Unidos têm relações especiais.
Dois problemas de longo prazo exigem uma urgência especial e uma atenção cuidadosa da parte de Obama: A não-proliferação nuclear e a crise ambiental global. Não será fácil desenredar a teia complexa de contradições que cerca estas questões.
Reduzir a não-proliferação nuclear às exigências de que o Irã e a Coréia do Norte interrompam seus programas nucleares irá apenas levar a um beco sem saída. As potências nucleares não poderão sustentar seu monopólio indefinidamente e, é claro, o Tratado de Não-Proliferação não lhes permite.
A solução é promover um mundo sem armas nucleares. Mas este objetivo não pode ser atingido se um país detém uma superioridade esmagadora de armas convencionais sobre os outros. Sem procedimentos específicos para reduzir estas armas - em geral, sem políticas internacionais de desmilitarização - teremos apenas palavras vazias. O que precisamos é de um verdadeiro avanço, como aquele conquistado no final da década de 1980.
A julgar pelo discurso de posse de Obama, ele compreende que mesmo encarando os desafios imediatos da crise econômica, ele não deve deixar de lado problemas como a pobreza e as questões ambientais, especialmente as mudanças climáticas. Cultivar o desenvolvimento econômico e preservar o planeta para as gerações futuras pode ser contraditório; a única forma de solucionar este impasse de prioridades é desenvolver políticas multilaterais. Isto se aplica a praticamente qualquer problema, em todas as áreas.
Eu suspeito que neste exato momento as pessoas estejam refletindo sobre o apelo do presidente dos Estados Unidos para encararem uma nova era de responsabilidade. Talvez nem ele nem nós ainda saibamos o que isto deverá ser.
No entanto, uma coisa já ficou clara: Estamos, sem dúvida, à beira de uma nova era, a caminho de um novo mundo, uma estrada que devemos trilhar juntos.
Mikhail Gorbachev foi líder da extinta União Soviética de 1985 até o seu colapso em 1991. Laureado com o Prêmio Nobel da Paz em 1990, ele é atualmente o presidente da Fundação Internacional de Estudos Socioeconômicos e Políticos (A Fundação Gorbachev).Fonte - Terra
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Como estará a popularidade de Obama daqui a um ano?
Isso se reflete em como o site de apostas Paddy Power pagará seus usuários que arriscarem uma previsão sobre como estará a popularidade de Obama daqui a 12 meses. Para uma aprovação futura entre 50% e 60%, o pagamento é de 7 para 4.
Caso a aposta seja a de que Obama manterá os níveis atuais de popularidade em janeiro de 2010 -- ou seja, entre 80% e 90% --, o pagamento é de 10 para 1.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Muito mais importante que o circuito de apostas criado, é a forma com que o novo líder americano irá lidar com esta questão da popularidade, seja aproveitando-a para criação de medidas, lutando para mantê-la, ou impondo-se para contrapô-la em caso de brusca caída.
Católicos e judeus
O Grão-Rabinato de Israel, a autoridade religiosa suprema do país, cortou as suas relações com o Vaticano, repudiando as declarações de um bispo lefebvriano, Richard Williamson, que negou em público a morte de seis milhões de judeus durante a II Guerra Mundial.
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Fonte - Ecclesia
Bento XVI reafirma condenação do Holocausto
Bento XVI reafirmou esta Quarta-feira, no Vaticano, a sua clara condenação do Holocausto, considerando que este acontecimento trágico deve ser para todos “um alerta contra o esquecimento, a negação ou o reducionismo”.
O Papa quis “renovar com afecto a expressão da minha plena e indiscutível solidariedade com os nossos irmãos destinatários da primeira Aliança”, o povo judaico.
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Fonte - Ecclesia
Em contrapartida...
Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano
Nova Iorque, EUA, 27 de janeiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — O rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos EUA, estará em Roma na quinta-feira para se encontrar com autoridades elevadas do Vaticano. Ali, ele expressará solidariedade com relação às críticas do Vaticano ao presidente americano Barack Obama e sua ordem presidencial que permite que dinheiro de imposto dos EUA seja dado para organizações que realizam abortos internacionalmente e para organizações que fazem campanhas para legalizar o aborto internacionalmente.
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Fonte - LifeSiteNews
Nota DDP: Mais uma rodada de eventos envolvendo o "bate-assopra" do Vaticano. Já foi assim com islâmicos e judeus em outras oportunidades, de onde o bispo de Roma sai sempre fortalecido. Aguardemos o desfecho.
OIT: Crise pode gerar 50 milhões de desempregados
Segundo o relatório Tendências Mundiais de Emprego 2009, o agravamento da crise econômica pode fazer com que a taxa global de desemprego atinja 7,1% neste ano, comparado com 6% em 2008 (dados preliminares) e 5,7% em 2007.
Nesse caso, o número de desempregados pode chegar a quase 230 milhões – 50,5 milhões a mais do que os 179,5 milhões registrados em 2007, ano em que a economia global ainda não havia sido atingida pela atual crise.
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Fonte - BBC
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
"Yes, we can"
“Se Obama acreditar na imagem do ‘salvador’, provavelmente teremos outro péssimo presidente americano”
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Toda salvação é precedida de um período de ruína. O governo Bush ajudou em muito na formação dessa imagem "salvacionista" do futuro presidente. A crise de confiança que o presidente Bush produziu para o executivo americano foi sem precedente. Guerras sob falsas alegações, promiscuidade entre interesses privados e públicos, uma leniência na administração das ações econômicas e uma crença quase religiosa em temas como o meio ambiente levaram à erosão da credibilidade popular no executivo americano. A crise econômica em meio a uma disputa eleitoral só agravou o quadro. Porém o "salvacionismo" popular não pode contaminar a futura administração. Se Obama acreditar na imagem do "salvador" provavelmente teremos outro péssimo presidente americano.
Fonte: Opinião e Notícia
Obama e a revolução que não virá
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O que será do governo Obama? Difícil dizer. Mas penso que não trará grandes novidades. O novo presidente se empenhará em defender os valores americanos - que, sim, ilustram os valores ocidentais -, combatendo as ameaças do terror. A verdade é que o Império Americano vai continuar forte e atuante, para desgosto dos antiamericanos politicamente corretos. E digo mais: é muito bom que seja assim. Eu sentiria muito medo se os maiores fiadores das democracias ocidentais resolvessem, de inopinado, promover uma grande mudança. Mudar por quê? Para fazer felizes aqueles que pretendem solapar nosso regime de liberdades individuais? Não, obrigado.
Fonte: O Globo
Mais um passo rumo ao Suicídio da Águia: as escolhas de Obama para a área “social”
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Quatro anos é realmente muito pouco tempo para destruir completamente uma tradição de mais de dois séculos, mas é muito para causar estragos irreversíveis. Mormente com uma maioria expressiva de anti-americanistas Democratas nas duas casas os quais, há décadas – desde o governo socialista de Roosevelt – tentam virar de cabeça para baixo a tradição dos Founding Fathers. Assume importância fundamental a exigência do casal Clinton em abocanhar o segundo cargo mais importante da Nação e exatamente o que lhe dá poderes extraordinários de levar adiante a agenda da ‘comunidade internacional’ de submeter os EUA aos desmandos da maioria de ditaduras e teocracias que domina a ONU. Em tudo e por tudo parece que o fim dos Estados Unidos, tal como os conhecemos hoje – o campeão das liberdades individuais e do liberalismo – está próximo. É. Como venho advertindo, o SUICÍDIO DA ÁGUIA!
Fonte: Mídia sem Máscara
Deus, abençoe a América!
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Obama pediu aos americanos o início de "uma nova era de responsabilidade" – frase que está estampada em toda a mídia internacional - em suas vidas e um novo papel para o país no mundo, baseado na cooperação e no diálogo. O novo presidente fez um apelo pelos valores fundamentais dos EUA para começar um novo capítulo na história americana.
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Fonte: Elnet
Barack Obama
Longe do esperado triunfalismo de quem foi eleito e reafirma as promessas anunciadas antes das eleições; quebrando com a tradicional euforia de quem sente o privilégio de chegar a um lugar cimeiro, impensável há poucos anos; rompendo com a normal pose vencedora e diferen-ciadora, compreensível em situações como esta, Barack Obama junta à palavra «humildade» um discurso que lhe dá conteúdo, de incitamento à tarefa da reconstrução da confiança na comunidade, em liberdade, colocando-se como seu artífice, em paridade com os outros cidadãos. E, de forma clara, afirma: «o poder só por si não nos protege nem confere qualquer título para fazer o que quisermos». «O nosso poder cresce com o seu uso prudente; a nossa segurança emana da justeza da nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades temperadas de humildade e contenção».
Fonte: Ecclesia
Entre o messianismo e um comum do povo, entre o rompimento com o processo estabelecido e o retorno aos valores fundamentais, entre as possibilidades e os fatos, a realidade que se descortina não permite ignorar que estamos diante da virada de uma enorme página da história, como aqui já afirmamos e, desconsiderar que esta possa ser eventualmente a última, seria um ato por demais descuidado.
Aquecimento global pode ser irreversível
Em artigo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas afirmam que as temperaturas na Terra podem se manter altas por até mil anos, mesmo se as emissões de gás carbônico (CO2) fossem eliminadas hoje.
Segundo os pesquisadores, se o nível de CO2 na atmosfera continuar a subir, vai chover menos em áreas que já são secas no sul da Europa, na América do Norte e em partes da Ásia e da Austrália.
Eles também afirmam que, atualmente, os oceanos estão desacelerando o aquecimento global ao absorver calor, mas que em algum momento vão liberar este calor de volta à atmosfera.
Mudanças nos EUA
A divulgação das conclusões dos ambientalistas coincide com o pedido feito pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que a Agência Americana de Proteção Ambiental reveja as regras de emissão de gás carbônico por veículos de passageiros.
Vários Estados americanos, liderados pela Califórnia, querem introduzir leis para obrigar as montadoras a melhorar drasticamente a eficiência do uso de combustíveis.
A medida encontrou oposição de vários setores, que argumentam que essa decisão poderia derrubar a demanda por novos carros neste período de recessão.
Os cientistas envolvidos na nova pesquisa dizem que políticos precisam agir imediatamente para contrabalançar os danos já provocados ao meio ambiente.
Fonte - BBC
Primeiro-ministro britânico vê 'nova ordem mundial' depois da crise
Em seu discurso, Brown insta os países a "fazer os ajustes necessários para um futuro melhor, estabelecendo as novas normas para uma nova ordem mundial", indicou seu gabinete.
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Fonte - Último Segundo
Empresas demitem em todo mundo
Além disso, a agência de notícias japonesa Jiji Press informou pela manhã que as 12 maiores montadoras do Japão esperam cortar um total de 25 mil empregos no atual ano fiscal, que termina em 31 de março, para compensar a crise.
No Brasil, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) anunciou nesta segunda-feira que, no estado, cerca de 130 mil postos de trabalho foram fechados no setor industrial no mês de dezembro. Todos os segmentos demitiram.
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Fonte - Elnet
Piora a crise alimentar
O diretor-geral da agência, Jacques Diouf, disse que a " contração dos preços e a incerteza financeira podem desacelerar o investimento dos agricultores e implicar uma importante redução da produção em 2009 e 2010".
Os representantes de 95 países que estão em Madri, na Conferência Internacional sobre Segurança Alimentar, tentam concretizar as promessas feitas na Cúpula de Roma, em junho de 2008. Na época, os países membros da FAO se comprometeram a reduzir à metade o número de pessoas que passam fome no mundo até 2015.
Fonte - Opinião e Notícia
Obama e a Igreja Católica
Obama, por exemplo, apóia abertamente a legalização do aborto, que assusta a Igreja Católica. Ele também parece ser favorável à causa dos homossexuais, pois um pastor gay foi convidado para estar em sua posse. É favorável às pesquisas com células tronco, que os líderes católicos não desejam. Ele também ridiculariza a Bíblia em seus pronunciamentos. Diz que vai governar para todos, não só para certos grupos.
Isso pode ser uma estratégia inicial para acumular poder. Ou seja, quem deseja aliar-se com ele, precisa negociar, e ele está assim, acumulando pontos de negociação. A sua estratégia é nitidamente na linha chamada progressista, que se posiciona contrário aos conservadores.
Portanto, não está fácil perceber qual será a sua linha em relação à tendência global de unificação das igrejas. Porém, algo é certo, se ele perceber que isso lhe pode dar muito poder sobre o mundo, por certo irá apoiar, e ao a Igreja Católica perceber que ele pode ser um parceiro poderoso, talvez continue a aliança que vinha consolidando com Bush, mas se mantenha mais discreta em relação aos pontos divergentes com Obama.
Mas, precisa-se prestar atenção. Talvez o Obama, ao menos por enquanto, seja um entrave à velocidade da unificação das igrejas no mundo, prioridade de Bento XVI. Talvez ele seja um instrumento para dar tempo maior de liberdade para que a proclamação do evangelho eterno possa respirar e atuar com liberdade por mais um pouco de tempo. Isso justamente agora que a Igreja Adventista já começou a pregar com vigor a iminente vinda de CRISTO, e o quanto é importante obedecer a sua Palavra, bem como entregar-se a Ele como fazem as crianças em relação a seus pais.
Mas atenção, nesses nossos dias turbulentos, como já pudemos observar, a situação pode mudar de um dia para outro. Basta, por exemplo, que algo inusitado aconteça. Como em 2008, a crise imobiliária americana estourou em questão de dias), e a situação política pode se alterar radicalmente. Estamos vivendo em dias que podem surpreender de um momento para outro. Vamos acompanhar os atos e a postura do novo presidente, para sabermos melhor qual a sua linha de estratégias quanto a fé em geral.
De um modo amplo, não específico, parece o seguinte: se a fé e as igrejas, servirem para seus planos, ele tirará proveito delas sem dor em sua consciência. E poderá fazer isso quando desejar. Ou seja, ele, desde o início, pela sua posição, se revestiu de poder pessoal. A sua posição requer que, quem deseja algo dele, que vá submisso buscando o seu favor. Ele sabe que tem o poder das urnas, o poder da aclamação global, e ainda cria o seu próprio poder pessoal. Ele tem jeito de ser o chefe do mundo, e dar poder à besta se desejar, ou quanto isto for conveniente, ou, quando as condições o exigirem.
Fonte - Cristo Voltará
Faltam "gestos corajosos" para reunificar cristãos
Os tempos estão encurtando para a vida de JESUS.
Fonte - Cristo Voltará
Aquecimento global deixará sem peixes áreas oceânicas
O aumento das temperaturas provocado pelas emissões de gases do efeito estufa aceleraria a desoxigenação de amplas zonas oceânicas, o que "aumentaria a frequência e a gravidade de fenômenos de grande mortalidade de peixes e crustáceos, como por exemplo nas costas do Oregon (Estados Unidos) ou Chile", destaca o coordenador do estudo, Gary Shaffer, da Universidade de Copenhague.
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Fonte - Último Segundo
Neve atinge os desérticos Emirados Árabes Unidos
A montanha de Al Jees, com uma altura de 1.737 metros, que fica 25 km ao nordeste da cidade de Ras al-Jamiah (norte do país), amanheceu coberta com uma camada de 20 centímetros de neve, informou a agência de notícias oficial WAM.
Segundo a população, o fenômemo é tão raro que no dialeto local não existe uma palavra para designar a neve, segundo o jornal em língua inglesa The National.
Fonte - Jornal do Brasil
Mais uma vez o ecumenismo
Cidade do Vaticano, 25 jan (EFE).- O papa Bento XVI expressou hoje convicção de que os cristãos, atualmente divididos em diferentes igrejas, alcançarão a unidade e serão "uma coisa só", e pediu aos fiéis para rezar para que "esse desejo de Cristo" seja alcançado "o mais rápido possível".
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Fonte - Yahoo
Relação dos cristãos com muçulmanos muda na Europa
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«A sociedade européia se tornou multirreligiosa – conclui a nota – e neste novo contexto, cristãos e muçulmanos devem dar testemunho de sua fé em um único Deus, para contribuir responsavelmente com sua fé na construção da sociedade.»
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Fonte - Zenit
Unidade dos cristãos, sinal para um mundo dividido
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Em um mundo que vê reinar a divisão em tantos lugares, a unidade entre os cristãos pode constituir um sinal de esperança, afirmou nesse domingo Bento XVI, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma.
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Fonte - Zenit
Líderes religiosos divulgam mensagem para novo ano chinês
Na mensagem, os líderes religiosos lembram os episódios que marcaram a vida de Hong Kong no último ano, destacando a crise financeira, que afectou a vida de muitas famílias, levando mesmo ao suicídio muitas pessoas que perderam todo o seu património.
A mensagem aborda ainda a questão social e as dificuldades dos jovens. Os líderes declaram-se convictos de que apenas a conversão interior e o regresso aos princípios morais da tradição, associados a um concreto gesto de caridade, podem salvar a situação, libertando todo o território da crise financeira, mas, principalmente, da crise moral.
A mensagem é assinada pelos líderes das comunidades budista, confuciana, católica, protestante, taoísta e muçulmana.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Se na China é possibilitada uma singular convergência de interesses em diferentes credos, como na acima manifestada, imagine no mundo ocidental que vem sendo bombardeado pela idéia do "One"...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Ainda sobre a crise
Cheques em branco, falências, nacionalização... As opções estão longe de ser convidativas, mas os governos precisam escolher entre elas para restabelecer o crédito, comprometido pela instabilidade que se abateu sobre os mercados financeiros.
O novo modelo de financiamento que está por por vir é cada vez mais claro: menor, mais bem regulamentado, mais conservador. Mas a prioridade imediata é salvar todo o combalido sistema bancário, a fim de que empresas dignas parem de ser estranguladas pela falta de crédito.
Para a Economist, é hora de admitir que a primeira rodada de ajudas aos bancos depois do estouro da crise não foi suficiente. Porém, "como uma publicação capitalista -- diz a revista -- rejeitamos uma política deliberada de nacionalização em massa".
A propriedade estatal pode fazer algum sentido em casos isolados, como uma estratégia voltada para instituições financeiras específicas. A nacionalização pode ser o menor dos males, mas só se for realizada a preços de mercado. Caso contrário, ela mina os direitos de propriedade e aumenta o custo de longo prazo do capital.
Fonte - Opinião e Notícia
Tempos de dificuldades e protestos na França
À medida que as economias europeias afundam, aumentam os temores de haver manifestações sociais na França. Em novembro do ano passado, o número de desempregados no país chegou a 2,1 milhões -- um aumento de 8,5% em comparação com o mesmo período de 2007.
Em outros países da União Europeia, como Espanha e Irlanda, o aumento do desemprego é ainda mais significativo, à medida que as economias da Europa caminham para o que a Comissão Europeia acredita que possa ser seu pior ano desde a década de 1970. A taxa de desemprego na França, que atualmente é de 7,9%, pode chegar a 10% até 2010. O desemprego está crescendo mais rápido entre os cidadãos com menos de 25 anos de idade.
O que mais preocupa o governo francês é o setor automobilístico, que emprega diretamente 700 mil pessoas no país, e 2,5 milhões indiretamente. O receio em toda a Europa de que o aumento do desemprego possa provocar manifestações sociais é particularmente acirrado na França, onde até mesmo em bons tempos os manifestantes vão para as ruas.
Nas últimas semanas houve várias manifestações pelo país, com sindicatos forçando a paralisação de transportes públicos em Marseille, e estudantes e professores saindo às ruas na Normandia.
Fonte - Opinião e Notícia
Grã-Bretanha entra em recessão pela primeira vez desde 1991
O Escritório Nacional de Estatística da Grã-Bretanha informou nesta sexta-feira (23) que a economia do país encolheu em 1,5% no quarto trimestre de 2008. Com o segundo recuo trimestral consecutivo no Produto Interno Bruto (PIB) - que de julho a setembro havia ficado 0,6% menor - a Grã-Bretanha entrou em recessão.
É a primeira vez desde 1991 que a economia do país entra em recessão. A taxa de -1,5% representa a maior queda frente a um trimestre anterior desde 1980.
A economia britânica vive um de seus piores momentos das últimas décadas. Em novembro, a taxa de desemprego atingiu 6,1%, o maior nível desde 1999, segundo os critérios da Organização Mundial do Trabalho (OIT). Segundo as estatísticas, o número total de desempregados é de 1,92 milhão.
Fonte - G1
Mudanças climáticas já afetam o interior da Antártida
Um estudo publicado na última edição da revista científica britânica "Nature", realizado por uma equipe americana capitaneada por Eric J. Steig, da Universidade de Washington em Seattle, e Drew T. Shindell, da Nasa e da Universidade de Columbia, revelou um resfriamento predominante no continente, ao menos pelo que se pode medir nos últimos 50 anos.
Segundo os pesquisadores, o efeito do aquecimento global é mais pronunciado na Antártida Ocidental, que esquentou 0,5 grau Celsius nos últimos 50 anos -- ligeiramente abaixo da média mundial no mesmo período, que foi de 0,6 grau Celsius.
Fonte - Opinião e Notícia
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Papa convida cristãos a trabalharem pelo ecumenismo
O Papa dedicou a catequese de hoje a refletir sobre a passagem de Ezequiel que se escolheu como lema desta semana e na qual o profeta toma os lenhos, símbolo do Israel dividido, para realizar uma profecia sobre sua reunião futura.
Em primeiro lugar, destacou que a questão da unidade dos cristãos não é secundária, mas que «está conectada com a vida e a própria missão da Igreja no mundo», como o próprio Cristo assinalou na Última Ceia.
A Igreja, afirmou, «deve viver uma unidade que só pode derivar de sua unidade com Cristo, com sua transcendência, como sinal de que Cristo é a verdade. Esta é nossa responsabilidade: que seja visível para o mundo o dom de uma unidade em virtude da qual nossa fé se torne crível».
Por isso, convidou reiteradamente os cristãos a que tomem «consciência da urgência de trabalhar de todas as formas possíveis para chegar a este grande objetivo».
Contudo, esta unidade plena necessita como condição prévia a «purificação» dos cristãos dos «elementos estranhos à fé» e uma «maior fidelidade à vocação de Deus».
«Na dispersão entre os gentios, os israelenses haviam conhecido cultos errôneos, haviam assimilado concepções de vida equivocadas, haviam assumido costumes alheios à lei divina», explicou o Papa. «A esta renovação devemos estar abertos também nós, porque também nós, dispersos entre os povos do mundo, aprendemos costumes muito distantes da Palavra de Deus.»
«O ecumenismo verdadeiro não existe sem a conversão interior, porque o desejo da unidade nasce e amadurece na renovação da mente, na abnegação de si mesmo e no exercício pleno da caridade», acrescentou.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Ontem foi deixada no ar uma indagação sobre qual seria o sentido da conversão invocada por BXVI. Hoje um delineador da resposta: à lei divina. Logicamente aquela constante do CIC, não a de Êxodo 20.
Cristãos encorajados pela esperança de Obama
A carta é assinada por representantes de 34 Igrejas cristãs (protestantes, ortodoxas e anglicana) presentes nos EUA. “Não estamos apontando o dedo e lançando alertas; mas prometendo arregaçar as mangas e colaborar para realizar as mudanças que são tão necessárias para os EUA e o mundo” – dizem.
Os líderes religiosos se apresentam a Obama como “irmãos e irmãs em Cristo” e se dizem “encorajados pelo seu compromisso de reacender a esperança neste país e no mundo”. E acrescentam: “os desafios estão em todos os setores da sociedade e abrangem todos os campos de atuação da família humana”.
“Muitas pessoas deste mundo de abundância lutam contra a pobreza; somos chamados por Deus a enfrentar as necessidades dos pobres. Assim como muitos lugares deste mundo são provados pela violência e pela guerra, nós somos chamados a ser agentes de paz”.
Em seu discurso no juramento, ontem, Obama disse que os EUA são uma nação de cristãos, muçulmanos, judeus, hinduístas e ateus.
Fonte - Radio Vaticano
Nota Questão de Confiança: De acordo com a Agência Ecclesia, 34 Líderes de denominações cristãs (protestantes, anglicanos, ortodoxos and many more), ligadas ao Conselho Mundial das Igrejas (entidade ecumênica), escreveram ao recém-empossado presidente norte-americano, o democrata Barack Obama.
O pedido expresso na missiva corresponde ao sentimento daqueles cristãos, que se definem "encorajados pelo compromisso de reavivar a esperança no país e no mundo"; por enquanto, a dimensão do pedido se restringe ao combate à pobreza e por melhores condições humanas na América do pós-Bush. Todavia, dá para imaginar o que a influência de cristãos ecumênicos engajados e de mãos dadas com o Vaticano irá fomentar no quadro de mudanças promovidas pelo governo "messiânico" de Obama...
Ainda sobre Obama
Com algumas poucas exceções, uma clara maioria de árabes e muçulmanos mostrou-se satisfeita com o tom do novo presidente dos EUA, que prometeu relações baseadas no interesse comum e no respeito mútuo.
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Fonte - Opinião e Notícia
“Se Obama acreditar na imagem do ‘salvador’, provavelmente teremos outro péssimo presidente americano”
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Toda salvação é precedida de um período de ruína. O governo Bush ajudou em muito na formação dessa imagem "salvacionista" do futuro presidente. A crise de confiança que o presidente Bush produziu para o executivo americano foi sem precedente. Guerras sob falsas alegações, promiscuidade entre interesses privados e públicos, uma leniência na administração das ações econômicas e uma crença quase religiosa em temas como o meio ambiente levaram à erosão da credibilidade popular no executivo americano. A crise econômica em meio a uma disputa eleitoral só agravou o quadro. Porém o "salvacionismo" popular não pode contaminar a futura administração. Se Obama acreditar na imagem do "salvador" provavelmente teremos outro péssimo presidente americano.
Fonte - Opinião e Notícia
Deus, abençoe a América!
"Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa Divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade", declarou durante seu (Obama) pronunciamento.
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Antes do juramento, o pastor evangélico Rick Warren, fundador da Saddleback Church de Lake Forest, na Califórnia (oeste dos EUA), realizou sermão e conduziu oração. "Ajude-nos, Deus, a nos lembrar que somos americanos unidos, não pela raça, pela religião ou pelo sangue, mas por nosso compromisso com a liberdade e a justiça para todos", discursou.
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Obama pediu aos americanos o início de "uma nova era de responsabilidade" – frase que está estampada em toda a mídia internacional - em suas vidas e um novo papel para o país no mundo, baseado na cooperação e no diálogo. O novo presidente fez um apelo pelos valores fundamentais dos EUA para começar um novo capítulo na história americana.
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Fonte - Elnet
Ainda sobre o ecumenismo
CIDADE DO VATICANO, 21 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira que diante de "um mundo cada vez mais dividido" é necessário "trabalhar e fazer todo o possível para que ocorra a unidade entre todos os discípulos de Cristo" e enviou uma mensagem especial a todos os fiéis da América Latina.
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Fonte - Ansa
Papa diz que é urgente trabalhar para conseguir a unidade dos cristãos
Cidade do Vaticano, 21 jan (EFE).- O papa Bento XVI fez hoje um apelo em prol da unidade dos cristãos e afirmou que é "urgente" trabalhar de todas as formas possíveis "para alcançar este objetivo indispensável".
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Fonte - Yahoo
Papa comemora a "convergência encorajadora" entre os cristãos
O Papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira que o ano de 2008 foi marcado pelas "convergências espirituais encorajadoras" entre as diferentes confissões cristãs, lembrando principalmente seus três encontros com o patriarca ecumênico Bartolomeu I.
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Fonte - Último Segundo
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
A mídia aos pés do “imperador”
A festa não foi a maravilha que os organizadores imaginaram: o trânsito deu nó no entorno da cidade, o metrô não deu conta da multidão, celular não deu sinal de vida, internet não deu conexão, o senador Ted Kennedy não deu conta da emoção e passou mal no Capitólio, o vestido da primeira-dama, Michelle, deu pouco ibope e o presidente da Suprema Corte deu uma derrapada feia na hora do juramento (oath moment), complicando o instante de glória do presidente, coitado, num tropeço que na rede acabou apelidado de "oops oath"; mas, como ressalvaram todas as matérias, nada que estragasse o brilho "desse dia histórico". Obama recebeu a "coroa" cercado de boa vontade.
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Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: Imperador... messias... Interessantes comparações...
«Não há ecumenismo sem autêntica conversão»
Este é um convite dirigido a todos os cristãos de todas as Igrejas e de todas as comunidade eclesiais, que “devemos responder com generosidade”. Este compromisso ecuménico, assinalou o Papa, “comporta uma adesão humilde a Deus. Não há ecumenismo verdadeiro sem uma autêntica conversão interior”.
O Papa indicou que este espírito tem animado a Igreja Católica, “que no último ano tem percorrido, convicta e radicada esperança, as relações fraternas e respeitosas com todas as Igrejas e comunidades eclesiais desde o Ocidente aos Oriente. Em diferentes situações, algumas mais positivas outras com grande dificuldade, a Igreja não tem poupado esforços para o compromisso e para o reforço da unidade”.
Bento XVI indicou que a relação entre as Igrejas e o diálogo teológico tem continuado a dar sinais encorajadores de convergência espiritual.
O Papa relembrou as ocasiões em que se encontrou com o Patriarca Ecuménico Bartolomeu I durante a Assembleia do Sínodo dos Bispos. “Tive o prazer de receber também os dois católicos da Igreja Apostólica da Arménia, Karekin II, de Etchmiazin, e Aram I de Antelias”.
“Estou em oração enquanto os nossos irmãos se preparam para eleger o novo Patriarca da sua venerada e grande Igreja Ortodoxa”.
O Papa recordou ainda o encontro com representantes das várias comunhões cristãos do Ocidente, “com os quais prossegue o diálogo sobre o importante testemunho que os cristãos são chamados a dar de modo concreto mesmo perante tantos desafios cultuais, sociais e económicos”.
“Em Ano Paulino, sigamos o caminho do Apóstolo, que gastou a sua vida por um único Senhor e pela unidade do corpo místico, dando, com o seu martírio, um testemunho de fidelidade e amor a Cristo”.
“Que estes dias de oração nos estimulem para atingir esta meta e sirvam também para dar graças a Deus pelo caminho percorrido até agora, continuando o dialogo, impulsionado pela verdade e pela caridade”, terminou.
Bento XVI saudou os peregrinos portugueses. “Ao saudar cordialmente todos os peregrinos e visitantes de língua portuguesa, dou as boas vindas, em particular ao grupo de sacerdotes do Porto: para todos invoco a protecção do Altíssimo. E que a luz de Cristo anime sempre em vós o entusiasmo para servir a Igreja como ela quer ser servida. Com a minha Benção”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Uma boa pergunta a se fazer seria conversão a quem...
Diálogo ecumênico, prioridade para Bento XVI
Assim afirma o secretário do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, o bispo Brian Farrell L.C., no primeiro de uma série de artigos que estão sendo publicados por L'Osservatore Romano, por ocasião da anual Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
Dom Farrell explicou que para o atual pontífice, o diálogo ecumênico é uma «questão prioritária», como manifestam «seus numerosos encontros e discursos de caráter ecumênico».
Ele aludiu precisamente ao último encontro que os membros deste dicastério tiveram com o Papa, em 12 de dezembro passado, como referência para explicar a que ponto se encontra atualmente o diálogo com os «irmãos separados».
Farrell afirmou, recordando a intervenção do Papa naquele encontro, que enquanto o diálogo com os ortodoxos «avançou de forma significativa», ainda não aconteceu o mesmo com as igrejas e comunidades da Reforma.
Como o Papa afirmou, houve um grande «progresso no diálogo da caridade» entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas e Orientais, com intercâmbio de visitas entre os prelados de ambas as confissões, e com «um sincero espírito de amizade entre católicos e ortodoxos, que foi crescendo nos últimos anos».
«Precisamente este progresso no ‘diálogo da caridade’ permitiu que o ‘diálogo teológico’ entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa obtivesse resultados notáveis, inclusive inesperados», explicou.
Contudo, lamentou, «continua havendo um interrogante difuso, cercado de certa desconfiança, sobre os resultados do diálogo com as comunidades e igrejas da Reforma».
O objeto da passada plenária do dicastério em dezembro teve por objeto examinar a que ponto está este diálogo nas quatro frentes que a Igreja tem aberto neste sentido: com a Federação luterana mundial, com o Conselho Metodista, com a Comunhão Anglicana e com a Aliança Mundial das Igrejas Reformadas.
Nestes 40 anos de diálogo, Dom Farrel constatou que, ainda que «tenham sido superados muitos preconceitos e incompreensões do passado», contudo perduram antigas diferenças.
Estas diferenças vão em duas direções: por um lado, a relação entre a Escritura e a Tradição, e por outro, a natureza da Igreja de Cristo.
No primeiro aspecto, Dom Brian Farrell explicou que, ainda que se tenha chegado a um consenso em admitir que não há contraposição entre a Escritura e a Tradição (a Escritura existe graças à tradição apostólica das origens), não há acordo, entre outras questões, sobre o «magistério competente» para interpretá-la.
No segundo aspecto, ainda que se tenha dado um grande passo com a Declaração Conjunta sobre a Justificação, em uma das implicações deste desacordo, ou seja, na natureza da própria Igreja, continua havendo uma «divisão profunda».
Com aquela declaração, explica o bispo irlandês, admitiu-se que não há contraposição entre justificação pela fé e santificação através das obras.
Contudo, «católicos e protestantes continuam profundamente divididos na concepção da realidade da Igreja, entre uma visão ao mesmo tempo espiritual e institucional – católica – e uma visão somente espiritual – protestante».
«Apesar de que nenhuma destas questões tenha sido resolvida no sentido de um consenso pleno, e ainda que apareçam novas dificuldades no horizonte – explica Dom Farrell –, as convergências alcançadas corroboram e aprofundam o sentido da real, ainda que incompleta, comunhão existente sobre a base de um único batismo e de outros muitos elementos de fé e de vida cristã preservados da tradição antiga.»
Após recordar que o ecumenismo é «um dom de Deus», o secretário declarou que ainda que «os diálogos não podem por si mesmos garantir a realização do objetivo final do movimento ecumênico, que é a unidade eucarística», não obstante «constituem uma base sólida e um incentivo a realizar o que é a vontade do Senhor e a aspiração de muitos cristãos».
Fonte - Zenit
Católicos e ortodoxos tentarão chegar a acordo sobre primado do Papa
Para o especialista, é significativo o desenvolvimento, nos últimos anos, de «relações construtivas» entre Roma e Constantinopla, mas também «com o Patriarcado de Moscou e outras Igrejas», como mostra o recente intercâmbio de visitas entre patriarcas e cardeais, assim como a participação, pela primeira vez na história, do Patriarca de Constantinopla na Assembléia do Sínodo dos Bispos.
Com relação ao diálogo teológico, Dom Fortino explica que a Comissão está atualmente revisando a questão de como se entendia o primado do bispo de Roma, prima sedes, no primeiro milênio do cristianismo, quando ambas as Igrejas estavam em comunhão apesar das dificuldades.
Para facilitar os trabalhos, a Comissão de dividiu em duas subcomissões, uma de língua inglesa e outra francesa, que estudam os documentos eclesiais em que se trata desta questão, como as cartas apostólicas dos primeiros séculos ou os Padres da Igreja.
Também se estuda o papel dos Papas na refutação de heresias como o arianismo, o monofisismo etc., em particular na condenação das heresias iconoclastas (Concílio de Nicéia II, ano 787) que tanta transcendência teve para as igrejas orientais.
A questão, explica Dom Fortino, não é tanto a do primado de Roma em si, que ambas as Igrejas aceitam, tal como mostra o documento conjunto de Ravena (assinado em 2007), mas a interpretação do conteúdo do primado, sobre a qual ainda existem grandes diferenças.
Para isso, acrescentam, a chave está em «chegar a uma leitura comum dos fatos históricos, uma hermenêutica comum na interpretação dos dados da Escritura e das opções teológicas».
Outra das questões que deverá ser estudada é como o conteúdo deste primado evoluiu no segundo milênio, após a ruptura entre as duas confissões, e qual é a situação atual após os Concílios Vaticano I e II, que tentam recuperar a visão de comunhão que existia no primeiro milênio.
Em resumo, explica Fortino, o diálogo «continua aberto em uma nova fase e em uma perspectiva positiva», apesar das «dificuldades permanentes e novas».
Fonte - Zenit
Plataforma de gelo está prestes a derreter na Antártida
"Viemos à Plataforma de Gelo Wilkins para ver seus estertores", disse o glaciologista David Vaughan, da Pesquisa Antártica Britânica (BAS), depois que o primeiro - e provavelmente último - avião pousou perto da parte mais estreita do gelo.
A plataforma, com seu topo plano, ocupa milhares de quilômetros quadrados, erguendo-se 20 m acima do mar, na Península Antártica. Mas ela só se mantém coesa por causa de uma faixa de gelo com 40 km, cada vez mais estreita, e que no seu ponto mínimo tem agora apenas 500 m de largura - o que dá à geleira um aspecto de ampulheta. Em 1950, essa faixa tinha quase 100 km de largura.
"Ela realmente pode acabar a qualquer minuto", disse Vaughan sobre a neve lamacenta, à luz forte do sol, ao lado de um avião vermelho Twin Otter que pousou sobre esquis. Ele ressalvou que a ponte de gelo pode também durar mais algumas semanas ou meses.
Há um ano, o BAS disse com base em um levantamento aéreo que a plataforma Wilkins estava "pendurada por um fio", disse Vaughan. "Milagrosamente, voltamos um verão depois e ela ainda está lá. Se estava por um fio no ano passado, neste ano está por um filamento", disse Vaughan.
Nove outras plataformas recuaram ou desabaram em torno da Península Antártica nos últimos 50 anos, normalmente de forma abrupta, como a Larsen A (1995) ou a Larsen B. A tendência é amplamente atribuída ao efeito estufa. "Esta plataforma de gelo e nove outras que vimos com uma trajetória similar são uma consequência do aquecimento", disse Vaughan.
Fonte - Terra
Geleiras desaparecerão até a metade do século
Estatísticas do World Glacier Monitoring Service (WGMS) mostram que, embora as taxas de derretimento tenham caído em significativamente em 2007, com relação aos níveis do ano anterior, ainda assim a perda de gelo foi a terceira pior já registrada.
Acredita-se que a massa total, do que sobrou das geleiras, está agora em seu nível mais baixo em "milhares de anos".
De acordo com Wilfried Haeberli, diretor do WGMS, as pequenas geleiras, que constituem a maior parte desse fenômeno natural, não vão se recuperar.
A advertência trará preocupação àqueles que dizem que o derretimento das geleiras é uma das maiores ameaças da mudança climática, porque aumenta o risco de ocorrerem avalanches de rochas e solo, liberadas a partir do gelo, ameaçando a subsistência de mais de 2 bi de pessoas que dependem do derretimento da água para alimentar seus rios no verão. O processo aumentaria, também, o nível dos oceanos.
"Se o clima não for resfriado rapidamente, elas irão diminuir e desintegrar-se", disse Haeberli. "Isto significa que muitas serão perdidas nas próximas décadas - 10, 20, 30, 40 anos".
"Se você for realista com relação ao cenário do aquecimento global, então não há esperança para os pequenos glaciares - nos Pirineus, na África, nos Andes e Montanhas Rochosas. As grandes geleiras no Alasca e no Himalaia vão demorar mais tempo, mas mesmo aquelas grandes geleiras vão mudar completamente - muitas serão bem menores e outras se desintegrarão, formando lagos, em muitos casos", alertou Haeberli.
O WGMS, cujos parceiros incluem as agências das Nações Unidas e organismos científicos, recolhe dados anuais de até 100 geleiras ao redor do mundo, incluindo 30 geleiras "referência", em nove diferentes cadeias montanhosas de quatro continentes. Existem dados de até três décadas atrás.
Estatísticas dos anos de 2005 e 2006 mostram a maior perda de gelo desde que os registros começaram e, com base em reconstituições históricas, acredita-se que tenha sido o pior ano em 5 mil anos.
Fonte - Terra
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
À espera do messias
Em todos os jornais e nas revistas semanais de informação, o ponto central é a imensa crise que abala a economia americana e as apostas sobre a capacidade de Obama de recolocar o país em condições de estabilidade.
Mas observa-se que o tom geral das reportagens e análises vazou para o campo quase espiritual da esperança: a julgar pelas expectativas externalizadas pela imprensa Obama chega ao poder como um messias negro.
Ele ingressa na Casa Branca, segundo pesquisas publicadas na segunda-feira (19/1), em um cenário de otimismo quase surreal, dadas as circunstâncias em que os Estados Unidos estão mergulhados: 79% dos americanos se declaram otimistas quanto às chances de Barack Obama produzir mudanças na economia e de resolver problemas sociais produzidos pela combinação perigosa entre o desemprego crescente, a inadimplência de milhões de cidadãos americanos e o desmantelamento do sistema público de saúde.
O milagre
O volume e a complexidade das mudanças citadas na imprensa nos últimos dias como medidas necessárias para a reorganização da economia dos Estados Unidos superam a própria capacidade humana de entender a questão.
Barack Obama assume coberto pela mídia com um manto sagrado, e é nessa mistificação que mora o perigo.
Entre as análises matemáticas sobre o esforço que os americanos terão de fazer para consertar os estragos provocados por anos de especulações e fraudes, vazam manifestações desse misticismo que, no confronto com a realidade, poderá reverter as expectativas num futuro muito próximo.
Até mesmo o "milagre do rio Hudson", como é chamado o acidente com o Airbus no qual nenhum passageiro morreu, e o súbito encerramento dos combates na Faixa de Gaza, já foram relacionados ao advento da era Obama, como exemplos de prodígios que ele pode produzir.
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Fonte - Observatório da Imprensa
Eric Voegelin usava o termo "fé metastática" para designar a crença ou esperança numa repentina transfiguração da estrutura da realidade e na subseqüente emergência de uma ordem paradisíaca.
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A fé metastática, [...], aposta numa transfiguração radical da ordem geral: as possibilidades divinas seriam postas ao alcance humano de maneira universal e definitiva. A fé metastática não imita a estrutura do milagre, mas a do Apocalipse: não se trata de uma intervenção vinda dos céus para alívio e encorajamento dos homens neste vale de lágrimas, mas da transfiguração completa do vale de lágrimas em paraíso de liberdade, paz e abundância. Isso é infinitamente maior do que um simples milagre ou mesmo do que a coleção completa dos milagres registrados desde o início da história humana.
Mais ainda: na visão bíblica, o advento do novo céu e da nova terra só é possível com a extinção do presente universo e a conseqüente absorção da realidade finita na escala do infinito. A fé metastática, ao contrário, despreza essa exigência e se proclama capaz de espremer as possibilidades infinitas dentro das medidas finitas do universo físico presente. Eis por que ela não é fé religiosa: é loucura em sentido estrito. Graças à onipresença da fé metastática entre os componentes da moderna cultura revolucionária, a esperança nessa loucura é hoje em dia uma força latente no inconsciente das massas, podendo ser ativada a qualquer momento, seja para impeli-las à violência genocida ou para transformar um farsante medíocre, um Barack Hussein Obama qualquer, em nova encarnação do Messias.
Fonte - Olavo de Carvalho
Compromisso ecumênico é urgente
Após rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro, o pontífice convidou a rezar «com maior intensidade para que os cristãos caminhem decididamente para a plena comunhão entre si».
Dirigindo-se em particular aos católicos, os alentou a que «não se cansem de trabalhar para superar os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre todos os discípulos de Cristo».
«O compromisso ecumênico é ainda hoje mais urgente para dar à nossa sociedade, marcada por trágicos conflitos e por dilacerantes divisões, um sinal e um impulso para a reconciliação e a paz», assegurou.
Como o próprio Papa constatou, este ano os textos que os dois milhões de cristãos no mundo seguem em seus encontros de oração pela unidade foram redigidos por um grupo ecumênico da Coréia, no que se reflete o drama da divisão que essa península sofre.
O Papa concluirá no próximo domingo a Semana de Oração na Basílica de São Paulo Fora dos Muros com um encontro de oração no qual participarão representantes das diferentes Igrejas cristãs.
Fonte - Zenit
E agora, qual será o estilo de governo de Barack Hussein Obama?
Tudo indica solidamente que o novo governo agirá de forma oposta ao de Bush. Precisa mudar, e precisa, desde o primeiro dia, dar sinais práticos de que vai mudar mesmo a política externa dos EUA. Precisa dar prioridade à diplomacia, à negociação e diálogo, bem como à busca do entendimento. Por certo irá pelos caminhos da união e concórdia, não do uso da força. Valorizará todos os organismos importantes do mundo que trabalhem pela unidade, como vem fazendo a Igreja católica e o Islão, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso. Intervenções militares, só como último recurso. O poder militar poderia ser usado para controlar genocídios no mundo, como os ocorrem na África. Assim o mundo veria os EUA como um poder humanitário, e isso recuperaria o apoio global a esse país.
Obama certamente levará a imagem dos EUA como um país do qual o mundo precisa para buscar a “paz e a segurança”, algo que hoje todos desejam. Esse é o homem!
Leia mais sobre as possibilidades do governo de Obama na BBC.
Fonte - Cristo Voltará