Notícia do jornal israelense Israel National News. Ocorre um debate no partido NRP, liderado por Zevulon Orlev, que Israel divulgou uma pesquisa feita entre a população quanto a sua proposta sobre a mudança do sábado para o domingo, nesse país. Houve 56% de apoio da população ao projeto de mudança, com apenas 30% de objeção. Por ele o domingo se torna o dia de descanso, embora o sábado ainda permaneça. Os meios de transporte e de divertimento funcionam, então, no sábado, não mais no domingo. É uma lei que dá início a uma transferência da solenidade do sábado para o domingo, e da secularidade do domingo para o sábado.
O sábado é o dia de descanso nesse país. As repartições públicas ainda continuarão fechadas no sábado, mas o transporte, e as diversões passam a abrir. A idéia é dar às famílias mais tempo para passarem juntas, sábado e domingo. O tempo de trabalho seria compensado pelo aumento das horas de segunda a sexta-feira.
Este é o projeto do vaticano para o mundo todo. Propõe salvar o planeta das graves tendências de colapso pela santificação do domingo. Israel está tomando a frente, certamente, um pouco antes dos EUA emitirem o decreto dominical. O que ocorre ali não é esse decreto, mas uma lei anterior, já esperada profeticamente. Ela, no entanto, abre o debate legislativo para leis em favor do domingo no mundo todo. Essas leis tornarão o sábado cada vez mais difícil de ser santificado, conforme o mandamento de DEUS.
Confira a notícia original em: http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/122554
2008-05-19
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP:
Leia mais em "Lei Dominical em Israel?", "Ley Dominical en... ¡ISRAEL!", "Desafio ao fim de semana islâmico" e "Parlamentario Orlev propone ley para día de no trabajo los Domingos". Alguma dúvida que vivemos os últimos dias desta terra?
terça-feira, 20 de maio de 2008
Judiciário espiritualizado
O espiritismo está dominando cada vez mais. Entrou em muitas igrejas, ONGs, empresas, governos, e até na ONU está bem infiltrado. E também está começando a dominar o judiciário no Brasil, e quem sabe, em outros países. Os magistrados já possuem duas organizações que envolvem o espiritismo. Uma é a AJE – Associação Jurídico Espírita, com 200 associados, a outra é a ABRAME – Associação Brasileira de Magistrados Espíritas, esta já com 700 membros.
Eles defendem um Judiciário mais ligado às questões humanitárias. Dizem que a maior lei é a de Deus, os Dez Mandamentos (evidentemente a adulterada, que manda guardar o domingo). Defendem o uso de cartas psicografadas nos tribunais e a busca da fraternidade entre vítimas e criminosos.
"O Estado é laico, mas as pessoas não. Não tem como dissociar e dizer: vou usar a minha fé só dentro do centro espírita", afirma o promotor Tiago Essado, um dos fundadores da AJE. Isso desperta questões delicadas, como:
a)Como fica a distinção entre estado e religião?
b)Unindo estado com religião, qual delas irá valer? E quais ficarão fora do poder?
c)Pode-se tomar decisões judiciais incluindo valores e princípios religiosos? Em caso afirmativo, de qual religião?
d)E as seitas, terão o mesmo direito?
e)Ou se seguirá uma única religião para esses casos, a que está sendo formada sob o comando do Vaticano, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso?
f)Sabe-se que nos últimos dias as religiões seriam dominadas pelo espiritismo, que fará sinais e maravilhas. Significa que essas manifestações terão valor nas disputas judiciais? Nesse caso, quem crer de forma diferente das crenças do espiritismo, como fica diante dos juízes?
g)Um dos elementos da tríplice aliança de poder para dominar o mundo no final dos tempos (Apoc. 16:13 e 14) será o espiritismo. Essas duas organizações brasileiras já são maneiras para consolidar esse poder no âmbito da justiça e da aplicação das leis?
h)Como fica o povo de DEUS diante do judiciário? Podem suas demandas ser arbitradas por juízes espíritas? Satanás vai permitir que se faça justiça?
Este na verdade é mais um sinal de que estamos no final dos tempos: o crescimento do poder do espiritismo nas instâncias do poder judiciário, além de se infiltrar também nos demais poderes. É para se saber que JESUS não demorará mais a voltar. Mais um motivo para que nos preparemos para a vida eterna. E a melhor forma de fazer isso é trabalhando pela proclamação do evangelho a todos.
Fonte para este comentário: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u403207.shtml
2008-05-19
Fonte - Cristo Voltará
Eles defendem um Judiciário mais ligado às questões humanitárias. Dizem que a maior lei é a de Deus, os Dez Mandamentos (evidentemente a adulterada, que manda guardar o domingo). Defendem o uso de cartas psicografadas nos tribunais e a busca da fraternidade entre vítimas e criminosos.
"O Estado é laico, mas as pessoas não. Não tem como dissociar e dizer: vou usar a minha fé só dentro do centro espírita", afirma o promotor Tiago Essado, um dos fundadores da AJE. Isso desperta questões delicadas, como:
a)Como fica a distinção entre estado e religião?
b)Unindo estado com religião, qual delas irá valer? E quais ficarão fora do poder?
c)Pode-se tomar decisões judiciais incluindo valores e princípios religiosos? Em caso afirmativo, de qual religião?
d)E as seitas, terão o mesmo direito?
e)Ou se seguirá uma única religião para esses casos, a que está sendo formada sob o comando do Vaticano, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso?
f)Sabe-se que nos últimos dias as religiões seriam dominadas pelo espiritismo, que fará sinais e maravilhas. Significa que essas manifestações terão valor nas disputas judiciais? Nesse caso, quem crer de forma diferente das crenças do espiritismo, como fica diante dos juízes?
g)Um dos elementos da tríplice aliança de poder para dominar o mundo no final dos tempos (Apoc. 16:13 e 14) será o espiritismo. Essas duas organizações brasileiras já são maneiras para consolidar esse poder no âmbito da justiça e da aplicação das leis?
h)Como fica o povo de DEUS diante do judiciário? Podem suas demandas ser arbitradas por juízes espíritas? Satanás vai permitir que se faça justiça?
Este na verdade é mais um sinal de que estamos no final dos tempos: o crescimento do poder do espiritismo nas instâncias do poder judiciário, além de se infiltrar também nos demais poderes. É para se saber que JESUS não demorará mais a voltar. Mais um motivo para que nos preparemos para a vida eterna. E a melhor forma de fazer isso é trabalhando pela proclamação do evangelho a todos.
Fonte para este comentário: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u403207.shtml
2008-05-19
Fonte - Cristo Voltará
Em defesa da família
A instituição da família precisa ser defendida, diz o Vaticano. Para isso Bento XVI convidou a sociedade civil para unir esforços em busca de apoio também no âmbito político. Participantes do mundo inteiro se reunirão num congresso internacional em 28 e 29 de novembro de 2008, com os educadores, acadêmicos e ONGs para discutir sobre os desafios e oportunidades que a família encontra na atualidade e em um contexto mundial.
Visa alentar e unir esforços entre aqueles que trabalham a favor da família. Pretende encontrar pontos de convergência entre os diversos grupos formando uma frente comum. O encontro é uma resposta de um apelo papal. É a continuação do Congresso Europeu da Família de 2007. A percepção é de que as crianças passam pouco tempo com os pais, em torno de 15 minutos de qualidade com eles. Enquanto isso, ficam entre 4 a 6 horas diante da televisão. A idéia é dar mais tempo por semana para que as famílias fiquem juntas. Para isto, serão criadas leis que impeçam outras atividades no domingo, senão as que unam a família e ir à missa. É dessa maneira que o Vaticano propõe salvar o planeta de uma iminente catástrofe social. Leis nesse sentido deverão vir em pouco tempo.
Ver as seguintes fontes:
http://www.zenit.org/article-18461?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18454?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17171?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17170?l=portuguese
http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=177223
19-05-2008
Fonte - Cristo Voltará
Visa alentar e unir esforços entre aqueles que trabalham a favor da família. Pretende encontrar pontos de convergência entre os diversos grupos formando uma frente comum. O encontro é uma resposta de um apelo papal. É a continuação do Congresso Europeu da Família de 2007. A percepção é de que as crianças passam pouco tempo com os pais, em torno de 15 minutos de qualidade com eles. Enquanto isso, ficam entre 4 a 6 horas diante da televisão. A idéia é dar mais tempo por semana para que as famílias fiquem juntas. Para isto, serão criadas leis que impeçam outras atividades no domingo, senão as que unam a família e ir à missa. É dessa maneira que o Vaticano propõe salvar o planeta de uma iminente catástrofe social. Leis nesse sentido deverão vir em pouco tempo.
Ver as seguintes fontes:
http://www.zenit.org/article-18461?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18454?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17171?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17170?l=portuguese
http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=177223
19-05-2008
Fonte - Cristo Voltará
"Diálogo inter-religioso não é opcional"
Doha, 19 mai (RV) - Realizou-se em Doha, em Catar, nos dias 13 e 14 de maio, a VI edição da Conferência sobre diálogo inter-religioso. O tema desta edição foi "Os valores religiosos: perspectivas sobre a paz e o respeito à vida".
Estava presente no encontro o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. No discurso pronunciado na abertura do evento, o cardeal recordou que "o diálogo é um serviço necessário à humanidade: não se trata mais de uma escolha. Se bem feito, com amor e verdade, é sinônimo de compreensão recíproca, respeito, paz e harmonia entre os vários componentes de uma sociedade, sejam eles étnicos, religiosos, culturais ou políticos".
O purpurado recordou a insistência de Bento XVI sobre a importância do confronto entre as diversas confissões religiosas desde sua eleição a Sucessor de Pedro, quando logo reiterou a intenção da Igreja de "continuar a construir pontes de amizade" por meio de um "diálogo autêntico e sincero".
Esta é a estrada a seguir, recordou o Cardeal Tauran, que afirmou: "Nós, seguidores das três maiores religiões monoteístas, compartilhamos valores religiosos que nos fazem sentir mais próximos uns dos outros graças à fé comum em Deus Criador".
Entre esses valores comuns, o cardeal citou a oração, o jejum, as esmolas, a compaixão pelos mais fracos, os doentes e os pobres, o respeito pelos pais, a solidariedade na família e na comunidade religiosa. "Também o caráter sagrado da vida humana, apesar de algumas diferenças, é um valor comum", disse.
O purpurado citou João Paulo II, que dizia que os que crêem na Tora, na Bíblia e do Corão mostram lealdade à humanidade. E convidou a educar os jovens "à paz e ao respeito recíproco", porque se "as religiões não fazem a guerra, infelizmente, como a História nos ensina, seus seguidores, sim". "Enquanto responsáveis religiosos, devemos promover uma saudável pedagogia de paz", concluiu. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
Estava presente no encontro o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. No discurso pronunciado na abertura do evento, o cardeal recordou que "o diálogo é um serviço necessário à humanidade: não se trata mais de uma escolha. Se bem feito, com amor e verdade, é sinônimo de compreensão recíproca, respeito, paz e harmonia entre os vários componentes de uma sociedade, sejam eles étnicos, religiosos, culturais ou políticos".
O purpurado recordou a insistência de Bento XVI sobre a importância do confronto entre as diversas confissões religiosas desde sua eleição a Sucessor de Pedro, quando logo reiterou a intenção da Igreja de "continuar a construir pontes de amizade" por meio de um "diálogo autêntico e sincero".
Esta é a estrada a seguir, recordou o Cardeal Tauran, que afirmou: "Nós, seguidores das três maiores religiões monoteístas, compartilhamos valores religiosos que nos fazem sentir mais próximos uns dos outros graças à fé comum em Deus Criador".
Entre esses valores comuns, o cardeal citou a oração, o jejum, as esmolas, a compaixão pelos mais fracos, os doentes e os pobres, o respeito pelos pais, a solidariedade na família e na comunidade religiosa. "Também o caráter sagrado da vida humana, apesar de algumas diferenças, é um valor comum", disse.
O purpurado citou João Paulo II, que dizia que os que crêem na Tora, na Bíblia e do Corão mostram lealdade à humanidade. E convidou a educar os jovens "à paz e ao respeito recíproco", porque se "as religiões não fazem a guerra, infelizmente, como a História nos ensina, seus seguidores, sim". "Enquanto responsáveis religiosos, devemos promover uma saudável pedagogia de paz", concluiu. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
segunda-feira, 19 de maio de 2008
"Os bons tempos acabaram"
Nahum Sirotsky, em Israel - É angustiante o período que estamos vivendo. São raras as boas noticias. Paul Krugman, o excepcional colunista do jornal “The New York Times”, escreve com o título de “Os bons tempos acabaram”, uma apreciação da sombria paisagem atual. Não inclui nem a guerra do Iraque nem a ingênua e perigosa missão do ex-presidente americano Jimmy Carter, que foi um fracasso.
Fala do que mais pesa sobre o mundo como petróleo e os aumentos de preços e escassez de alimentos. Preocupações enfatizadas pelo presidente do Banco Mundial, o diretor–geral do FMI.
Os ministros de Economia e Fazenda reunidos em Washington qualificaram a explosão de preços de alimentos e sua escassez como ameaça bem maior do que a instabilidade do sistema financeiro internacional. Na terça-feira, bem no dia em que o preço do petróleo atingiu novos picos, o primeiro-ministro inglês disse que a maior prioridade precisa ser atribuída a questão de preços de alimentos.
...
Dominique Straus-Kahn, diretor geral do Fundo Monetário Internacional, culto francês, lembra que a questão do custo e escassez de alimentos “ameaça a sobrevivência da democracia e regimes políticos”. O FMI foi criado para se concentrar na questão da estabilidade monetária, “mas devemos dedicar 100% do nosso tempo à questão de alimentos, cuja falta no passado levou a grandes guerras”. E acrescentou que “ouvi de muitos especialistas em finanças que a concentração de países sobre a questão do petróleo “é um crime contra a humanidade”. O FMI promete rever seu programa para “poder ajudar os países mais pobres a pagarem pela comida”.
...
Krugman não esconde o seu pensamento muito bem apoiado em informações e sua visão sem preconceitos ideológicos sobre a economia de seu país e a mundial. Ele suspeita que o mundo chegou a um ponto que tem de repensar seu entendimento e visão do desenvolvimento. É cauteloso. Talvez, sugere, tenhamos chegado aos limites do possível.
...
Fonte - Último Segundo
Fala do que mais pesa sobre o mundo como petróleo e os aumentos de preços e escassez de alimentos. Preocupações enfatizadas pelo presidente do Banco Mundial, o diretor–geral do FMI.
Os ministros de Economia e Fazenda reunidos em Washington qualificaram a explosão de preços de alimentos e sua escassez como ameaça bem maior do que a instabilidade do sistema financeiro internacional. Na terça-feira, bem no dia em que o preço do petróleo atingiu novos picos, o primeiro-ministro inglês disse que a maior prioridade precisa ser atribuída a questão de preços de alimentos.
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Dominique Straus-Kahn, diretor geral do Fundo Monetário Internacional, culto francês, lembra que a questão do custo e escassez de alimentos “ameaça a sobrevivência da democracia e regimes políticos”. O FMI foi criado para se concentrar na questão da estabilidade monetária, “mas devemos dedicar 100% do nosso tempo à questão de alimentos, cuja falta no passado levou a grandes guerras”. E acrescentou que “ouvi de muitos especialistas em finanças que a concentração de países sobre a questão do petróleo “é um crime contra a humanidade”. O FMI promete rever seu programa para “poder ajudar os países mais pobres a pagarem pela comida”.
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Krugman não esconde o seu pensamento muito bem apoiado em informações e sua visão sem preconceitos ideológicos sobre a economia de seu país e a mundial. Ele suspeita que o mundo chegou a um ponto que tem de repensar seu entendimento e visão do desenvolvimento. É cauteloso. Talvez, sugere, tenhamos chegado aos limites do possível.
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Fonte - Último Segundo
Google: serviço de imagens Street View pode gerar problemas

BRUXELAS - A exposição que o serviço de mapas do Google oferece ao levar, à internet, imagens detalhadas de ruas e avenidas, pode gerar preocupações na Europa caso o serviço Street View chegue ao continente, afirmou, nesta quinta-feira, a agência de proteção de dados da União Européia.
O serviço Street View, que combina recursos do Google Maps e do Google Earth, oferece imagens em 360 graus de ruas e avenidas em pelo menos 30 cidades dos Estados Unidos. O recurso, cada vez mais popular entre motoristas, está gerando polêmicas em torno da potencial invasão de privacidade.
- Gerar imagens de qualquer lugar certamente poderá gerar problemas - afirmou Peter Hustix, supervisor de Proteção de Dados da União Européia, em conferência de apresentação do relatório anual.
O especialista trabalha com autoridades nacionais européias para estabelecer regras sobre dados e proteção de privacidade nos 27 países do bloco e disse estar confiante de que o Google vai considerar as leis européias nos planos futuros do produto na região.
- Aparentemente é possível adaptar isso em diferentes modos - apontou Hustix, referindo-se as possibilidades técnicas de limitar o que as imagens mostram online.
Nos Estados Unidos, o Street View já gerou polêmicas. Em março, o Google garantiu que vai atender a um pedido do Pentágono de retirar algumas imagens online do canal, diante de receios de que elas ameacem às bases militares dos Estados Unidos. Outras preocupações são consideradas de menor importância, como um homem que teria sido flagrado saindo de um clube de striptease. Em outro caso, uma mulher apareceu tomando banho de sol.
O Street View ainda não possui imagens em escala fora dos Estados Unidos. O Google Maps e o serviço Google Earth já foram alvos de críticas em muitos países por exibir imagens de locais estratégicos para a segurança nacional, como bases militares ou potenciais alvos de ataques terroristas.
O serviço é baseado em versões comerciais de mapas gerados por satélites, conteúdo que o Google licencia de serviços de mapeamento.
Fonte - O Globo
População de espécies animais caiu 27% em 35 anos
'Humanidade consome 25% mais recursos do que o planeta consegue repor'.
Um estudo divulgado pelo WWF (Fundo Mundial para Natureza) e a Sociedade de Zoologia de Londres mostraram que a população de todas as espécies terrestres, marinhas e de água doce registrou uma queda total de 27% entre 1970 e 2005.
...
Segundo o WWF, a destruição dos habitats e o comércio de animais selvagens são as grandes causas do declínio destas populações e acrescenta que, nos próximos 30 anos, a mudança climática será um dos fatores de crescente importância que vai afetar as espécies.
Enquanto a biodiversidade continua em queda, um relatório do WWF elaborado em 2006 concluiu que atualmente a humanidade está consumindo cerca de 25% mais recursos naturais do que o planeta consegue repor.
O WWF afirmou que se a perda da biodiversidade não for paralisada, haverá impacto para os humanos também.
"Biodiversidade reduzida significa que milhões de pessoas vão enfrentar um futuro no qual os suprimentos de alimentos são mais vulneráveis a pragas e doenças", disse o diretor-geral do WWF, James Leape.
"Ninguém escapa do impacto da perda da biodiversidade, pois a diversidade global reduzida se traduz de forma clara em menos medicamentos, maior vulnerabilidade a desastres naturais e maiores efeitos do aquecimento global", acrescentou.
...
Fonte - G1
Um estudo divulgado pelo WWF (Fundo Mundial para Natureza) e a Sociedade de Zoologia de Londres mostraram que a população de todas as espécies terrestres, marinhas e de água doce registrou uma queda total de 27% entre 1970 e 2005.
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Segundo o WWF, a destruição dos habitats e o comércio de animais selvagens são as grandes causas do declínio destas populações e acrescenta que, nos próximos 30 anos, a mudança climática será um dos fatores de crescente importância que vai afetar as espécies.
Enquanto a biodiversidade continua em queda, um relatório do WWF elaborado em 2006 concluiu que atualmente a humanidade está consumindo cerca de 25% mais recursos naturais do que o planeta consegue repor.
O WWF afirmou que se a perda da biodiversidade não for paralisada, haverá impacto para os humanos também.
"Biodiversidade reduzida significa que milhões de pessoas vão enfrentar um futuro no qual os suprimentos de alimentos são mais vulneráveis a pragas e doenças", disse o diretor-geral do WWF, James Leape.
"Ninguém escapa do impacto da perda da biodiversidade, pois a diversidade global reduzida se traduz de forma clara em menos medicamentos, maior vulnerabilidade a desastres naturais e maiores efeitos do aquecimento global", acrescentou.
...
Fonte - G1
O peso extra do consumo na China
RIO - O que aconteceria no mundo se cada chinês aumentasse em 25% seu consumo anual de frango e porco? Um frango e oito quilos de suíno a mais na mesa de cada chinês por ano teriam efeitos nos preços da comida, na economia dos demais países, na segurança alimentar e na desigualdade mundial, alertam especialistas. É um cenário possível em cinco ou seis anos - que poderia ter efeitos agravados em caso de problemas climáticos ou acidentes naturais.
Nos cálculos de Mauro Lopes, especialista em agricultura da Fundação Getulio Vargas (FGV), para cada frango a mais consumido por habitante na China, por ano, serão necessários 5,6 milhões de toneladas de milho e 2,4 milhões de toneladas de soja. E cada oito quilos a mais de suínos na dieta anual dos chineses demandam 21,5 milhões de toneladas de milho e 7,8 milhões de toneladas de soja.
Segundo Lopes, soja não é o problema. A questão é o milho: a China teria de importar os 27,1 milhões de toneladas extras do grão. As exportações anuais dos Estados Unidos são de cerca de 60 milhões de toneladas. Isto é: um aumento de consumo dessas proporções da China acarretaria uma explosão de preços do milho ou privação para muitos consumidores em outros países. Ou os dois cenários, prevê o especialista.
Fonte - O Globo
Nos cálculos de Mauro Lopes, especialista em agricultura da Fundação Getulio Vargas (FGV), para cada frango a mais consumido por habitante na China, por ano, serão necessários 5,6 milhões de toneladas de milho e 2,4 milhões de toneladas de soja. E cada oito quilos a mais de suínos na dieta anual dos chineses demandam 21,5 milhões de toneladas de milho e 7,8 milhões de toneladas de soja.
Segundo Lopes, soja não é o problema. A questão é o milho: a China teria de importar os 27,1 milhões de toneladas extras do grão. As exportações anuais dos Estados Unidos são de cerca de 60 milhões de toneladas. Isto é: um aumento de consumo dessas proporções da China acarretaria uma explosão de preços do milho ou privação para muitos consumidores em outros países. Ou os dois cenários, prevê o especialista.
Fonte - O Globo
O respeito às garantias e liberdades individuais e o combate ao terrorismo
Rodrigo Carneiro Gomes
...
Segundo Magalhães (2007), o Patriot Act II prevê que um cidadão norte-americano pode ser expulso dos Estados Unidos, se tiver a intenção de se desfazer da sua nacionalidade, o que ocorre, por exemplo, quando um cidadão norte americano se torna membro de organização terrorista, podendo assim decidir um magistrado. O ato patriota prevê também o abandono dos procedimentos judiciais em atividades de segurança nacional, permitindo detenções secretas.
É muito importante que as nações se auxiliem, mutuamente, na investigação criminal e nas ações penais que tratem de financiamento e apoio a atos terroristas, inclusive na cooperação para o fornecimento de provas, mas, no conflito entre direitos de individuais e a segurança nacional, não pode haver generalizada mitigação do direito individual, sob pena de ruírem os pilares do Estado democrático de Direito e nos tornarmos o espelho de nossos próprios detratores. Não se pode olvidar, pois, que os controles legais repressivos devem respeitar o núcleo essencial dos direitos fundamentais e usados com parcimônia para não haver um retrocesso do processo democrático.
Fonte - Paraná Online
Segundo Magalhães (2007), o Patriot Act II prevê que um cidadão norte-americano pode ser expulso dos Estados Unidos, se tiver a intenção de se desfazer da sua nacionalidade, o que ocorre, por exemplo, quando um cidadão norte americano se torna membro de organização terrorista, podendo assim decidir um magistrado. O ato patriota prevê também o abandono dos procedimentos judiciais em atividades de segurança nacional, permitindo detenções secretas.
É muito importante que as nações se auxiliem, mutuamente, na investigação criminal e nas ações penais que tratem de financiamento e apoio a atos terroristas, inclusive na cooperação para o fornecimento de provas, mas, no conflito entre direitos de individuais e a segurança nacional, não pode haver generalizada mitigação do direito individual, sob pena de ruírem os pilares do Estado democrático de Direito e nos tornarmos o espelho de nossos próprios detratores. Não se pode olvidar, pois, que os controles legais repressivos devem respeitar o núcleo essencial dos direitos fundamentais e usados com parcimônia para não haver um retrocesso do processo democrático.
Fonte - Paraná Online
domingo, 18 de maio de 2008
Papa pede que católicos lutem contra relativismo e laicismo
Cidade do Vaticano, 17 mai (EFE) - O papa Bento XVI incentivou os católicos a "enfrentar os desafios do mundo", como "o materialismo, o relativismo e o laicismo", durante a missa que oficiou na cidade de Savona, primeira etapa de uma viagem de dois dias à província de Ligúria, no norte da Itália.
Enquanto Bento XVI pedia aos católicos para combater o laicismo, em Gênova ocorria uma manifestação em favor de um Estado laico na Itália.
O pontífice começou sua viagem a Ligúria, que terminará amanhã em Gênova, com uma visita em Savona aos apartamentos onde Pio VII foi confinado durante três anos por Napoleão.
Depois, o papa oficiou uma missa, na qual elogiou o exemplo de "serena firmeza" dado por Pio VII, que conseguiu fazer chegar as mensagens necessárias para evitar a nomeação de bispos por Napoleão, escondendo-as em cestos de verdura.
"Essa página obscura da história da Europa" ensina "a coragem para enfrentar os desafios do mundo: materialismo, relativismo e laicismo; sem ceder jamais aos compromissos e dispostos a sofrer na própria carne as conseqüências para permanecer fiéis ao Senhor e à sua Igreja", disse.
O pontífice também lembrou aos católicos as "raízes cristãs do domingo" e encorajou os jovens a "seguir Cristo", o que "comporta sempre a coragem de ir contra a corrente".
Fonte - Úlitmo Segundo
Nota DDP:
Bento XVI abriu outro campo de batalha para o domingo: O laicismo.
Enquanto Bento XVI pedia aos católicos para combater o laicismo, em Gênova ocorria uma manifestação em favor de um Estado laico na Itália.
O pontífice começou sua viagem a Ligúria, que terminará amanhã em Gênova, com uma visita em Savona aos apartamentos onde Pio VII foi confinado durante três anos por Napoleão.
Depois, o papa oficiou uma missa, na qual elogiou o exemplo de "serena firmeza" dado por Pio VII, que conseguiu fazer chegar as mensagens necessárias para evitar a nomeação de bispos por Napoleão, escondendo-as em cestos de verdura.
"Essa página obscura da história da Europa" ensina "a coragem para enfrentar os desafios do mundo: materialismo, relativismo e laicismo; sem ceder jamais aos compromissos e dispostos a sofrer na própria carne as conseqüências para permanecer fiéis ao Senhor e à sua Igreja", disse.
O pontífice também lembrou aos católicos as "raízes cristãs do domingo" e encorajou os jovens a "seguir Cristo", o que "comporta sempre a coragem de ir contra a corrente".
Fonte - Úlitmo Segundo
Nota DDP:
Bento XVI abriu outro campo de batalha para o domingo: O laicismo.
Bento XVI lembra papel central e insubstituível da família
O Papa recebeu esta Sexta-feira no Vaticano duas centenas de participantes num Fórum de Associações Familiares europeias, tendo como tema “A aliança pela família na Europa: o associacionismo protagonista”. Bento XVI recordou a coincidência de se celebrar este ano o quadragésimo aniversário da Encíclica “Humanae vitae” e o vigésimo quinto da Carta dos Direitos da Família, apresentada pela Santa Sé em Outubro de 1983.
Dois documentos da Igreja “unidos na sua inspiração”, observou o Papa: “Se a Humanae Vitae, corajosamente e em contracorrente com a cultura dominante, recorda com firmeza a qualidade de amor dos esposos, não manipulado pelo egoísmo e aberto à vida, a Carta dos Direitos da Família põe em evidência os direitos inalienáveis que permitem à família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, ser o berço natural da vida humana”.
Citando João Paulo II (“o Papa da família”), Bento XVI sublinhou que “o futuro da humanidade passa pela família”, até porque “a verdade do matrimónio e da família radica-se na verdade do homem”.
“A revelação bíblica é antes de mais uma história de amor, a história da aliança de Deus com os homens. É por isso que a história de amor entre um homem e uma mulher na aliança do matrimónio foi assumida por Deus como símbolo da história da salvação. É precisamente por isso que a união de vida e de amor, baseada no matrimónio entre um homem e a mulher – que constitui a família – representa um bem insubstituível para toda a sociedade, a não confundir nem equiparar a outros tipos de união”, acrescentou.
Perante o inegável aumento das crises matrimoniais e familiares, com tantas famílias que se debatem com condições de preocupante precariedade, surge espontâneo “um pedido de ajuda que interpela os responsáveis das administrações públicas, das comunidades eclesiais e das diferentes agências educativas”, fez notar Bento XVI.
É urgente “unir forças para sustentar, por todos os meios, as famílias, do ponto de vista social e económico, jurídico e espiritual”, concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Não se perca de vista, também neste aspecto, que o Papa BXVI já apresentou sua solução para questão da família, o domingo: "Papa analisa situação internacional e defende a família tradicional", "Família, agência de paz" e "Paz internacional depende da família e de uma lei comum".
Dois documentos da Igreja “unidos na sua inspiração”, observou o Papa: “Se a Humanae Vitae, corajosamente e em contracorrente com a cultura dominante, recorda com firmeza a qualidade de amor dos esposos, não manipulado pelo egoísmo e aberto à vida, a Carta dos Direitos da Família põe em evidência os direitos inalienáveis que permitem à família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, ser o berço natural da vida humana”.
Citando João Paulo II (“o Papa da família”), Bento XVI sublinhou que “o futuro da humanidade passa pela família”, até porque “a verdade do matrimónio e da família radica-se na verdade do homem”.
“A revelação bíblica é antes de mais uma história de amor, a história da aliança de Deus com os homens. É por isso que a história de amor entre um homem e uma mulher na aliança do matrimónio foi assumida por Deus como símbolo da história da salvação. É precisamente por isso que a união de vida e de amor, baseada no matrimónio entre um homem e a mulher – que constitui a família – representa um bem insubstituível para toda a sociedade, a não confundir nem equiparar a outros tipos de união”, acrescentou.
Perante o inegável aumento das crises matrimoniais e familiares, com tantas famílias que se debatem com condições de preocupante precariedade, surge espontâneo “um pedido de ajuda que interpela os responsáveis das administrações públicas, das comunidades eclesiais e das diferentes agências educativas”, fez notar Bento XVI.
É urgente “unir forças para sustentar, por todos os meios, as famílias, do ponto de vista social e económico, jurídico e espiritual”, concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Não se perca de vista, também neste aspecto, que o Papa BXVI já apresentou sua solução para questão da família, o domingo: "Papa analisa situação internacional e defende a família tradicional", "Família, agência de paz" e "Paz internacional depende da família e de uma lei comum".
Bento XVI pede colaboração entre católicos e budistas
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI alentou esta sexta-feira a colaboração entre católicos e budistas, ao receber em audiência a Conferência Episcopal da Tailândia.
Ao analisar a situação deste país de 66 milhões de habitantes, em sua maioria budistas e 1% católico, o Papa assegurou o «grande respeito» e a «estima» que a Igreja sente em particular pelos mosteiros budistas, pela «contribuição que oferecem à vida social e cultural do povo tailandês».
A convivência de comunidades religiosas diferentes, observou no discurso que dirigiu em inglês aos prelados tailandeses, ao concluírem sua quinquenal visita «ad limina apostolorum» ao Papa e à Cúria Romana, «tem lugar com o pano de fundo da globalização», cujas forças manifestam «como a humanidade está em equilíbrio entre dois polos».
Por um lado, constatou, dá-se «a crescente multiplicidade de laços econômicos e culturais que em geral valorizam o sentido de solidariedade global e de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da humanidade»; por outro, vêem-se sinais «inquietantes de uma fragmentação e de um certo individualismo no qual prevalece o secularismo, deixando o transcendente e o sagrado à margem e eclipsando a verdadeira fonte da harmonia e unidade no universo».
Segundo o bispo de Roma, os aspectos negativos deste fenômeno cultural mostram «a importância da cooperação inter-religiosa».
«Exigem um esforço comum para apoiar a alma espiritual e moral de vosso povo», disse aos bispos, acrescentando que os católicos podem promover junto dos budistas «uma compreensão recíproca da transmissão das tradições às gerações futuras, à articulação de valores éticos perceptíveis pela razão, reverência pelo transcendente, pela oração e contemplação».
Estas práticas e disposições, observou, «servem ao bem-estar comum da sociedade e alimentam a essência de todo ser humano».
Fonte - Zenit
Ao analisar a situação deste país de 66 milhões de habitantes, em sua maioria budistas e 1% católico, o Papa assegurou o «grande respeito» e a «estima» que a Igreja sente em particular pelos mosteiros budistas, pela «contribuição que oferecem à vida social e cultural do povo tailandês».
A convivência de comunidades religiosas diferentes, observou no discurso que dirigiu em inglês aos prelados tailandeses, ao concluírem sua quinquenal visita «ad limina apostolorum» ao Papa e à Cúria Romana, «tem lugar com o pano de fundo da globalização», cujas forças manifestam «como a humanidade está em equilíbrio entre dois polos».
Por um lado, constatou, dá-se «a crescente multiplicidade de laços econômicos e culturais que em geral valorizam o sentido de solidariedade global e de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da humanidade»; por outro, vêem-se sinais «inquietantes de uma fragmentação e de um certo individualismo no qual prevalece o secularismo, deixando o transcendente e o sagrado à margem e eclipsando a verdadeira fonte da harmonia e unidade no universo».
Segundo o bispo de Roma, os aspectos negativos deste fenômeno cultural mostram «a importância da cooperação inter-religiosa».
«Exigem um esforço comum para apoiar a alma espiritual e moral de vosso povo», disse aos bispos, acrescentando que os católicos podem promover junto dos budistas «uma compreensão recíproca da transmissão das tradições às gerações futuras, à articulação de valores éticos perceptíveis pela razão, reverência pelo transcendente, pela oração e contemplação».
Estas práticas e disposições, observou, «servem ao bem-estar comum da sociedade e alimentam a essência de todo ser humano».
Fonte - Zenit
Autoridade e obediência
Passou-me desapercebida a chamada supra na missa levada a cabo pelo Papa BXVI no domingo em qu esteve nos EUA. Vale registrar:
"Ante uma multidão de aproximadasmente 60.000 pessoas no Yankee Stadium, o Papa Bento XVI terminou sua primeira visita aos EUA no domingo como líder da Igreja Católica Romana com a lembrança para os crentes que "obediência" à autoridade da igreja, mesmo em um país que preza a liberdade individual, é o fundamento dos seus direitos religiosos."
Foi assim que ele colocou as obrigações com a igreja que ele chamou de "única igreja colocada sobre a terra por Deus"
Fonte - NYTimes
"Ante uma multidão de aproximadasmente 60.000 pessoas no Yankee Stadium, o Papa Bento XVI terminou sua primeira visita aos EUA no domingo como líder da Igreja Católica Romana com a lembrança para os crentes que "obediência" à autoridade da igreja, mesmo em um país que preza a liberdade individual, é o fundamento dos seus direitos religiosos."
Foi assim que ele colocou as obrigações com a igreja que ele chamou de "única igreja colocada sobre a terra por Deus"
Fonte - NYTimes
sexta-feira, 16 de maio de 2008
A família é o eixo da sociedade, e a Eucaristia o centro da família

VATICANO, 15 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- Ao receber aos participantes na sessão plenária do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Emigrantes e Itinerantes, que nestes dias refletiram sobre o tema: "A família emigrante e itinerante", o Papa Bento XVI destacou a necessidade de acolher com caridade aos emigrantes, mas usou a oportunidade para abordar o tema da importância do matrimônio e a família.
Depois de reafirmar que "a solicitude da Igreja pela família emigrante não diminui o interesse pastoral por aquela itinerante", o Santo Padre sublinhou que "a família é a célula originária da sociedade, que não se pode destruir, senão que se deve defender com valentia e paciência. Representa a comunidade em que alguém se forma da infância para adorar e amar a Deus, aprendendo a fazer bom uso da liberdade na verdade".
Referindo-se posteriormente ao "vínculo profundo" entre os Sacramentos da Eucaristia e do Matrimônio, dado que "a liturgia prevê que este último se celebre no centro da celebração eucarística", o Papa assinalou que os maridos "devem inspirar seu comportamento segundo o exemplo de Cristo, que amou à Igreja, e se entregou a si mesmo por ela".
"Este supremo gesto de amor se repete em cada celebração eucarística. Por isso, de maneira conveniente, a pastoral familiar terá em consideração este sacramento como referência de fundamental importância", adicionou o Papa.
O Pontífice prosseguiu explicando que "aquele que assiste a Missa -e se deve facilitar a celebração também para os emigrantes e itinerantes- acha na Eucaristia um forte vínculo com a própria família, com o próprio matrimônio, e se sente animado a viver sua situação em perspectiva de fé, procurando na graça divina a força necessária para obtê-lo".
O Papa concluiu destacando que "a mobilidade humana representa, no atual mundo globalizado, uma fronteira importante para a nova evangelização" e neste sentido alentou aos membros e consultores do dicastério a "seguir com renovado empenho sua tarefa pastoral".
Fonte - ACI
Nota DDP:O assunto é recorrente. Detalhes sobre o que se deve ler nas entrelinhas, aqui.
Proteger vidas ou proteger soberania dos países?

O debate acerca de soberania e intervenção existe há décadas. Alguns países -- a maioria no mundo pobre -- dizem que a soberania do Estado sempre está à frente, mesmo em emergências humanitárias. Outros são contra esta idéia.
Na prática, desde o fim da Guerra Fria a ONU vem intervindo com mais freqüência em conflitos dentro dos Estados. Algumas vezes isto acontece com o consentimento dos governos. Outras, à revelia deles. Segundo o ministro das Relações Exteriores da França, a "responsabilidade de proteger" -- um novo conceito que defende a idéia de que, em circunstâncias extremas, pode-se ignorar a soberania dos países se o motivo for salvar vidas -- poderia ser invocada no caso do ciclone em Mianmar.
Já diplomatas da China, Vietnã, África do Sul e Rússia manifestaram-se contra a idéia do ministro francês. A China, inclusive, observou de forma incisiva que esta questão não foi levantada quando a França sofreu um onda mortal de calor em 2003.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
De se relembrar um recente comentário colocado neste espaço por ocasião do discurso do Papa BXVI na sede das Nações Unidas, como pode ser lido em "Papa: A ONU deve intervir ":
Fora dos parâmetros já considerados no post anterior, apenas de se sublinhar as entrelinhas deste estranho pedido de intervenção supra nacional invocado pelo papa, que cheira claramente a um governo mundial.
Escapando um pouco para a discussão geopolítica, o Brasil que se prepare para uma intervenção há muito tempo anunciada: "Jornal britânico vê renúncia de Marina como ameaça ao futuro do planeta".
Mais uma vez o Senador Joseph Lieberman
Há pouco tempo transcrevi do Minuto Profético um texto sobre "Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos ". Neste se analisava a questão do reconhecimento do poder público americano o projeto de reconhecimento dos Dez Mandamentos como norma fundamental de construção do estado americano.
No mesmo post, em comentários, relembrei de uma postagem mais antiga, "O Ato de Segurança Climática da América - 2007", onde se propõe também o posicionamento político do estado americano acerca das mudanças climáticas, com a regulação através de lei de situações que vislumbrem a preservação da natureza.
Pois agora deparei-me com outro projeto, também em trâmite no Congresso americano, para que se regule por lei a liberdade do povo americano em tomar partido de discussões contrárias ao interesse do governo, limitando portanto seu direito de livre expressão. Algo como "Ato de Prevenção à radicalização violenta e terrorismo interno".
O anelo entre todos estes assuntos? Além de gravitarem claramente acerca de temas que temos discutido neste espaço, tendentes à imposição de uma lei de descanso obrigatória, calcada nos "mandamentos" de Deus, na necessidade de preservar a natureza e, protegida pela impossibilidade de contestação, temos o Senador Joseph Lieberman.
O Senador Liberman, o qual temos um perfil traçado no link sobre clima supra declinado, participa da elaboração de todos estes projetos. Mera coincidência?
No mesmo post, em comentários, relembrei de uma postagem mais antiga, "O Ato de Segurança Climática da América - 2007", onde se propõe também o posicionamento político do estado americano acerca das mudanças climáticas, com a regulação através de lei de situações que vislumbrem a preservação da natureza.
Pois agora deparei-me com outro projeto, também em trâmite no Congresso americano, para que se regule por lei a liberdade do povo americano em tomar partido de discussões contrárias ao interesse do governo, limitando portanto seu direito de livre expressão. Algo como "Ato de Prevenção à radicalização violenta e terrorismo interno".
O anelo entre todos estes assuntos? Além de gravitarem claramente acerca de temas que temos discutido neste espaço, tendentes à imposição de uma lei de descanso obrigatória, calcada nos "mandamentos" de Deus, na necessidade de preservar a natureza e, protegida pela impossibilidade de contestação, temos o Senador Joseph Lieberman.
O Senador Liberman, o qual temos um perfil traçado no link sobre clima supra declinado, participa da elaboração de todos estes projetos. Mera coincidência?
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Sinal dos tempos
A jornalista Leila Cordeiro publicou um texto quase escatológico no site Direto da Redação. O título acima foi o mesmo usado lá. Leia alguns trechos do artigo: “Só quando as tragédias acontecem é que o homem, sempre tão ocupado e preocupado em sobreviver ou acumular riquezas, pára pra pensar na vida e no que ela representa. Na verdade, nossa trajetória no planeta Terra começa com uma certeza e uma dúvida.
“A certeza é a de que um dia todos nós deixaremos essa vida através da morte. A dúvida é se essa morte representa uma outra vida ou simplesmente vai nos fazer desaparecer para sempre no pó da terra [se quiser saber o que a Bíblia diz sobre isso, clique aqui]. Por isso é que, no fundo, no fundo, ninguém quer pensar muito nessas coisas. E é aí que entram as religiões, a fé em algo maior conhecido por Deus. ...
“Aparentemente, a natureza passou um bom tempo calma e os desastres naturais ficaram esquecidos. Pode ser impressão ou coincidência, mas de uns dez anos para cá tenho observado que a cada acontecimento desse tipo as conseqüências são mais graves.
“O poder de destruição desses desastres naturais está cada vez maior. Agora mesmo num curto espaço de uma semana duas tragédias devastaram a Ásia. Primeiro o ciclone, em Myanmar. Depois o terremoto na China. Estariam as previsões dos profetas sendo cumpridas?
“Cidades destruídas, milhares de pessoas mortas. Sofrimento, tristeza, desespero. ... A verdade é que o homem, que gosta de ter sempre o controle da própria vida e destino, vive amedrontado com a fatalidade de estar no lugar errado na hora da tormenta. Apega-se à fé, mas ainda tem dúvidas. Procura respostas, mas nem ousa perguntar com medo de ouvir o que não quer.”
Nota: Infelizmente, tem muita gente com medo de ouvir o que não quer: este mundo está chegando ao fim. Breve Jesus voltará e devemos nos preparar para isso. Saiba mais sobre esse grande acontecimento futuro clicando aqui e aqui.[MB]
Tempestade de areia atormenta Bagdá
União Européia alerta sobre invasão de privacidade
Principal preocupação é com o poder que a ferramenta tem de mostrar permanentemente a circulação de pessoas em alguns locais públicos, o que seria uma violação das leis de privacidade da UE.
O Google Street View é uma ferramenta integrada ao Google Mapas que permite ao usuário ter uma visão panorâmica, em 360° -- e ao nível do chão -- de ruas de algumas cidades e de suas regiões metropolitanas. Foi lançado em maio de 2007 em apenas cinco cidades do EUA -- hoje já funciona em mais de 40, incluindo os subúrbios de muitas delas.
Nesta semana a União Européia alertou a Google sobre suas preocupações, uma vez que a empresa planeja expandir a área de cobertura do Street View para além do Atlântico. Alguns consideram o programa uma invasão de privacidade maciça, uma vez que as pessoas possam ser identificadas nas imagens disponibilizadas pela Google, ou mesmo que se possa ver claramente os números de placas de carros.
Fonte - Opinião e Notícia
O Google Street View é uma ferramenta integrada ao Google Mapas que permite ao usuário ter uma visão panorâmica, em 360° -- e ao nível do chão -- de ruas de algumas cidades e de suas regiões metropolitanas. Foi lançado em maio de 2007 em apenas cinco cidades do EUA -- hoje já funciona em mais de 40, incluindo os subúrbios de muitas delas.
Nesta semana a União Européia alertou a Google sobre suas preocupações, uma vez que a empresa planeja expandir a área de cobertura do Street View para além do Atlântico. Alguns consideram o programa uma invasão de privacidade maciça, uma vez que as pessoas possam ser identificadas nas imagens disponibilizadas pela Google, ou mesmo que se possa ver claramente os números de placas de carros.
Fonte - Opinião e Notícia
Fome no século XXI

Hace poco hicimos un repaso de los desastres naturales en estos primeros años del siglo XXI. Hoy la revista 20Minutos ha traído a colación una desgracia que ha pasado desapercibida en los últimos años, y que a causa del cambio climático, este año se agravará.
Corea del Norte ha perdido cerca de un millón de habitantes, muertos literalmente de hambre en la década de 1990. Pero esta cifra tan espeluznante puede quedar en nimia después de conocer los datos publicados por la ONG de raíz budista "Buenos Amigos", con base en la vecina Corea del Sur.
"Este año concurren múltiples razones que agravan la habitualmente escasa oferta alimentaria de Corea del Norte: a su colapsada economía comunista se unen la desastrosa cosecha, diezmada por las inundaciones que azotaron el país el año pasado, y los precios internacionales del grano y otros cereales."
Este año, además de las consecuencias del cambio climático citadas en el párrafo anterior, se añade el encarecimiento del petróleo, y la consiguiente subida de precios de materias primas y alimentos, se prevé que en Corea del Norte puedan morir 300.000 personas en un solo año. Según la FAO se necesitarían 1,66 millones de toneladas de grano para evitar esta desgracia humanitaria.
No hace falta pensar mucho, pero es escalofriante lo rápidamente que nos acostumbramos a oír hablar de cientos de miles de muertos. Estamos hablando de muchas más muertes que en Birmania. Nos insensibilizamos de forma fría, nos volvemos distantes. Parece que en vez de informarnos sobre el mundo real, nos entretenemos con noticias de ficción-terror. Tristeza profunda... lamento triste. Es la dolorosa cuenta atrás hasta que llegue un mundo mejor.
Fonte - Cuenta Atras
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