Esse conhecimento se aprofunda quando experimentamos o poder da Sua ressurreição. Não como ideia abstrata, mas como vida nova que nos levanta do velho modo de viver. A fé que nos une a Cristo também nos insere em Seus sofrimentos. As provações não são acidentes do caminho; são escolas silenciosas onde aprendemos quem Ele é e o que custou nossa redenção. Sofrer com Cristo não nos afasta d’Ele, nos aproxima.
Paulo também fala de movimento. Conhecer a Cristo é avançar. Há um alvo à frente, uma linha de chegada que orienta cada passo. Ele não se prende ao passado, nem se distrai comparando trajetórias. O foco está no prêmio do chamado celestial, na promessa de uma transformação completa que ainda não se cumpriu, mas já governa o presente.
Enquanto aguardamos a restauração final, somos chamados a viver inclinados para a frente. A vida cristã não é nostalgia espiritual nem acomodação. É corrida perseverante, sustentada pela graça, direcionada pela esperança.
Hoje, enfrente o dia com essa simplicidade firme: não se disperse. Não multiplique alvos. Conhecer a Cristo é suficiente. Tudo o mais encontra sentido quando essa é a única direção.
