quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

WEF ALERTA PARA “ERA DA COAÇÃO” ECONÔMICA — O MUNDO CAMINHA PARA UM SISTEMA DE PRESSÃO GLOBAL? (2026.02.11)

O Fórum Econômico Mundial divulgou recentemente seu novo Relatório de Riscos Globais, apontando que o planeta entrou em uma fase de “competição acirrada” entre nações. Segundo análises repercutidas por veículos econômicos internacionais, o documento destaca que medidas econômicas — como sanções, tarifas, bloqueios tecnológicos e restrições comerciais — passaram a ser usadas como instrumentos estratégicos de pressão política.

O relatório descreve um cenário de fragmentação geoeconômica. O multilateralismo enfraquece. Blocos de poder se consolidam. Países priorizam soberania e segurança estratégica, mesmo que isso signifique punição econômica a adversários ideológicos ou comerciais. A economia deixa de ser apenas um mecanismo de troca e passa a funcionar como ferramenta de coerção.

Não se trata apenas de comércio. Trata-se de poder.

Hoje, sanções podem excluir nações inteiras do sistema financeiro internacional. Acesso a tecnologia pode ser bloqueado. Fluxos comerciais podem ser interrompidos por decisão política. O sistema global revela-se cada vez mais condicionado à conformidade com determinados centros de influência.

À luz da profecia bíblica, esse movimento não é irrelevante.

Em Daniel 11, potências utilizam “tesouros de ouro e de prata” como instrumentos de domínio e expansão de influência. O poder econômico é retratado como arma estratégica nos conflitos finais entre forças globais. A história sempre confirmou esse padrão — e agora ele se intensifica em escala planetária.

O Apocalipse aprofunda esse quadro. Em Apocalipse 13:17, lemos que chegaria um tempo em que “ninguém poderá comprar ou vender” senão aquele que estiver alinhado com determinado sistema de poder. Para que isso aconteça, é necessária uma infraestrutura de controle econômico global.

O que vemos hoje é a consolidação dessa infraestrutura.

Sanções coordenadas. Exclusões financeiras. Dependência tecnológica centralizada. Blocos de influência econômica. Tudo isso revela que o sistema global está cada vez mais apto a condicionar acesso ao mercado com base em alinhamento político — e, futuramente, espiritual.

Não se trata de alarmismo. Trata-se de discernimento.

A Bíblia antecipa que os conflitos finais não serão apenas militares, mas também econômicos. A economia será instrumento de teste de lealdade.

Vivemos o tempo em que o poder financeiro se torna linguagem de coerção. E quando a economia se transforma em arma, a profecia ganha contornos cada vez mais nítidos.

“E fará que ninguém possa comprar ou vender…” (Apocalipse 13:17)

O cenário está sendo preparado.

E os sinais continuam a se alinhar.

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