Essa justiça atribuída não produz passividade. Ao contrário, inaugura transformação. A fé que recebe também se submete; a graça que perdoa também recria. O mesmo Salvador que nos cobre com Sua justiça passa a habitar no coração, operando o querer e o realizar. A segurança não está em uma declaração isolada do passado, mas em uma ligação viva e contínua com Ele. Separados, voltamos à autoconfiança; unidos, permanecemos firmes.
Vivemos em um tempo em que vozes disputam nossa confiança e reinterpretam a verdade. Por isso, estar alicerçado não é luxo espiritual, é necessidade urgente. A esperança que não se apoia na justiça de Cristo se tornará frágil diante das pressões e dos enganos.
Que hoje eu não me vanglorie de nada em mim mesmo, mas descanse somente na justiça de Cristo e permaneça ligado a Ele até o fim do dia.
