sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
"Adoração Eucarística simultânea é um evento histórico"
Cidade do Vaticano (RV) – Realizou-se na manhã desta terça-feira, na Sala de Imprensa da Santa Sé, um encontro com os jornalistas para a apresentação da ‘Solene Adoração Eucarística com transmissão simultânea para todo o mundo’ e o Dia da Evangelium Vitae.
Os dois eventos inserem-se nas iniciativas do Ano da Fé, às quais já aderiram mais de 4 milhões de peregrinos. A Adoração Eucarística será realizada na Basílica de São Pedro, no próximo domingo 2 de junho, das 17 às 18 horas (horário italiano) e o Dia da Evangelium Vitae em 15 e 16 de junho. A ilustrar o significado destes dois eventos, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Arcebispo Rino Fisichella:
“A expressão que usamos para dar significado a este evento é ‘Um só Senhor, uma só fé”, para testemunhar o sentido de profunda unidade que caracteriza este momento. Será um evento que pela primeira vez realizar-se-á na história da Igreja e temos motivos para defini-lo como ‘histórico’”.
Em todas as latitudes, o povo de Deus estará sintonizado com Roma, em comunhão com o Papa:
“Será uma hora de uma oração plena, de comunhão fraterna e sustento à fé de todos”.
O Papa Francisco indicou duas intenções para este momento de oração que foram recordadas por Dom Fisichella. A primeira: “Pela Igreja espalhada em todo o mundo e hoje em sinal de unidade, recolhida na Adoração da Santíssima Eucaristia”.
E a segunda: “Por todos aqueles que nas diversas partes do mundo vivem no sofrimento devido às novas formas de escravidão e são vítimas de guerras, do tráfico de pessoas, do narcotráfico e do trabalho escravo; pelas crianças e mulheres que são submetidas a qualquer tipo de violência”.
O Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização ilustrou a seguir outro aguardado evento a ser realizado nos dias 15 e 16 de junho, com o tema “Acreditando, tenham vida”:
“Chamamos o encontro de ‘Evangelium vitae’ para certificar toda a grande temática que se desenvolve em torno do compromisso da Igreja na promoção, respeito e defesa da dignidade da vida humana”.
O calendário dos dois acontecimentos - dos quais participarão fiéis de todo o mundo -, prevê a Missa dominical, celebrada pelo Papa Francisco na Praça São Pedro, às 10h30min (horário italiano) com ‘todo o povo da vida’ e com todos os doentes presentes na celebração. Na manhã do sábado, as catequeses em várias línguas nas diversas igrejas de Roma e à tarde, a peregrinação ao Túmulo de São Pedro, a Confissão e a Adoração Eucarística. Às 20h30min, a caminhada com velas na Via da Conciliação para ‘chamar a atenção sobre o tema da vida humana e do seu valor intangível’.
Fonte - Rádio Vaticano
Os dois eventos inserem-se nas iniciativas do Ano da Fé, às quais já aderiram mais de 4 milhões de peregrinos. A Adoração Eucarística será realizada na Basílica de São Pedro, no próximo domingo 2 de junho, das 17 às 18 horas (horário italiano) e o Dia da Evangelium Vitae em 15 e 16 de junho. A ilustrar o significado destes dois eventos, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Arcebispo Rino Fisichella:
“A expressão que usamos para dar significado a este evento é ‘Um só Senhor, uma só fé”, para testemunhar o sentido de profunda unidade que caracteriza este momento. Será um evento que pela primeira vez realizar-se-á na história da Igreja e temos motivos para defini-lo como ‘histórico’”.
Em todas as latitudes, o povo de Deus estará sintonizado com Roma, em comunhão com o Papa:
“Será uma hora de uma oração plena, de comunhão fraterna e sustento à fé de todos”.
O Papa Francisco indicou duas intenções para este momento de oração que foram recordadas por Dom Fisichella. A primeira: “Pela Igreja espalhada em todo o mundo e hoje em sinal de unidade, recolhida na Adoração da Santíssima Eucaristia”.
E a segunda: “Por todos aqueles que nas diversas partes do mundo vivem no sofrimento devido às novas formas de escravidão e são vítimas de guerras, do tráfico de pessoas, do narcotráfico e do trabalho escravo; pelas crianças e mulheres que são submetidas a qualquer tipo de violência”.
O Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização ilustrou a seguir outro aguardado evento a ser realizado nos dias 15 e 16 de junho, com o tema “Acreditando, tenham vida”:
“Chamamos o encontro de ‘Evangelium vitae’ para certificar toda a grande temática que se desenvolve em torno do compromisso da Igreja na promoção, respeito e defesa da dignidade da vida humana”.
O calendário dos dois acontecimentos - dos quais participarão fiéis de todo o mundo -, prevê a Missa dominical, celebrada pelo Papa Francisco na Praça São Pedro, às 10h30min (horário italiano) com ‘todo o povo da vida’ e com todos os doentes presentes na celebração. Na manhã do sábado, as catequeses em várias línguas nas diversas igrejas de Roma e à tarde, a peregrinação ao Túmulo de São Pedro, a Confissão e a Adoração Eucarística. Às 20h30min, a caminhada com velas na Via da Conciliação para ‘chamar a atenção sobre o tema da vida humana e do seu valor intangível’.
Fonte - Rádio Vaticano
Nota DDP: Não se deve perder de vista o envolvimento imediato da eucaristia com o descanso dominical na perspectiva da igreja romana.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Forte terremoto atinge costa leste da Rússia
Tremor de magnitude 8.2 provocou um breve alerta de tsunami, retirado logo depois; terremoto foi sentido no Japão, mas não deixou vítimas ou danos consideráveis
Um terremoto de magnitude 8.2 atingiu a costa leste da Rússia na sexta-feira (24), provocando um breve alerta de tsunami, retirado logo depois. Segundo autoridades dos serviços de emergência russos, o tremor não causou vítimas ou danos consideráveis.
O epicentro do terremoto foi localizado a uma profundidade de 620 km no mar de Okhotsk, 390 km a oeste da cidade mais próxima, Petropavlovsk-Kamchatsky, afirmou o Serviço Geológico dos EUA.
O terremoto foi sentido em Petropavlovsk-Kamchatsky, a principal cidade na península de Kamchatka e onde fica uma base de submarinos nucleares, e na ilha de Sakhalin, onde está localizado o maior projeto de gás natural liquefeito da Rússia.
Autoridades de emergência regionais emitiram um alerta de tsunami para as ilhas Sakhalin e Kurilas, aconselhando os moradores de áreas perigosas a buscar terreno elevado, mas o aviso foi suspenso alguns minutos mais tarde.
Moradores do norte do Japão também sentiram o tremor, mas não houve alerta de tsunami da agência meteorológica japonesa.
Um terremoto de magnitude 8.2 atingiu a costa leste da Rússia na sexta-feira (24), provocando um breve alerta de tsunami, retirado logo depois. Segundo autoridades dos serviços de emergência russos, o tremor não causou vítimas ou danos consideráveis.
O epicentro do terremoto foi localizado a uma profundidade de 620 km no mar de Okhotsk, 390 km a oeste da cidade mais próxima, Petropavlovsk-Kamchatsky, afirmou o Serviço Geológico dos EUA.
O terremoto foi sentido em Petropavlovsk-Kamchatsky, a principal cidade na península de Kamchatka e onde fica uma base de submarinos nucleares, e na ilha de Sakhalin, onde está localizado o maior projeto de gás natural liquefeito da Rússia.
Autoridades de emergência regionais emitiram um alerta de tsunami para as ilhas Sakhalin e Kurilas, aconselhando os moradores de áreas perigosas a buscar terreno elevado, mas o aviso foi suspenso alguns minutos mais tarde.
Moradores do norte do Japão também sentiram o tremor, mas não houve alerta de tsunami da agência meteorológica japonesa.
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 5,7 graus de magnitude atinge a Califórnia".
terça-feira, 21 de maio de 2013
Tornados provocam devastação na região central dos EUA
Ao menos 1 pessoa morreu e outras 21 ficaram feridas.Fenômeno atingiu os estados do Kansas, Oklahoma, Iowa e Illinois, diz TV.
Ao menos uma pessoa morreu e outras 21 ficaram feridas com a passagem de vários tornados nos estados do Kansas, Oklahoma, Iowa e Illinois, nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira (20) o canal FOX News.
Meteorologistas alertam para o risco de ventos fortes e tempestades no Centro Oeste do país e o Serviço Meteorológico Nacional (NOAA, na sigla em inglês) mantém em seu site um alerta para a ocorrência de novos tornados.
A vítima morreu na região leste de Oklahoma City, onde a passagem de tornados e o poder dos ventos provocou devastação, segundo a imprensa local.
Em alguns locais houve interrupção dos serviços básicos como eletricidade, levando a decretação de estado de emergência pelas autoridades locais.
Fonte - G1
Derretimento de geleiras não-polares causa 30% da elevação do mar
Dado foi apresentado em estudo na revista 'Science'.Gelo dos continentes já derrete no mesmo volume que calotas polares.
Estudo publicado nesta quinta-feira (16) aponta que o derretimento das geleiras -- que não se localizam nas regiões polares -- foi responsável por 30% do aumento do nível do mar registrado entre os anos de 2003 e 2009. O trabalho envolveu 16 pesquisadores de 10 países e foi publicado pela revista “Science”.
Geleiras são áreas em que a quantidade de neve que se acumula é maior que a que derrete, o que leva à existência de um volume constante de gelo. Cerca de 99% do volume de gelo na Terra fica nas zonas polares, e o outro 1% se acumula nas geleiras, que ficam distribuídas pelos continentes, geralmente em áreas muito altas e montanhosas. Quando esse gelo derrete, dá origem a rios e a água chega, enfim, aos oceanos.
A pesquisa usou dados de satélite da Nasa obtidos entre 2003 e 2009 e, pela primeira vez, fez um cálculo preciso do efeito que as geleiras tiveram sobre o aumento do nível do mar – uma média de 0,7 milímetros por ano. É o mesmo volume que as geleiras dos dois polos despejaram juntas nos oceanos.
“Como a massa global dessas geleiras é relativamente pequena em comparação com o volume gigante de gelo na Groenlândia e na Antártica, as pessoas tendem a não se preocupar”, afirmou Tad Pfeffer, pesquisador da Universidade do Colorado, nos EUA, em material divulgado pela Nasa. No entanto, ele definiu essas formações hidrológicas como “um colaborador importante para o aumento do nível do mar”.
De acordo com as estimativas atuais, se todo o gelo das geleiras não-polares derretesse, o nível do mar subiria em 60 centímetros. Como base de comparação, o gelo acumulado na Groenlândia é suficiente para aumentar o nível do mar em 6 metros, e o da Antártica faria os oceanos subirem 60 metros.
Fonte - G1
Tempestade solar 'extrema' pode causar apagões generalizados na Terra
Se uma tempestade solar "extrema" a caminho da Terra atingi-la de determinada maneira, é possível que coloque em risco redes elétricas interconectadas ao redor do mundo. Além de criar auroras - austrais e boreais -, esses fenômenos podem provocar a interrupção ou mau funcionamento de uma ampla gama de serviços que utilizam a fundamental energia elétrica, de acordo com especialistas ouvidos na edição deste ano da Electrical Infrastructure Security Summit (Cúpula sobre Segurança na Infraestrutura Elétrica, em tradução livre). As informações são do portal Space.com."O que (uma tempestade solar) pode fazer - ainda que não cause uma queda de energia em escala continental - é causar um apagão regional", afirmou o pesquisador Daniel Baker. "Imagine algo como, por exemplo, a supertempestade Sandy. Imagine aquele tipo de tempestade severa - porém causando apagões regionais por semanas. Viver sem energia elétrica realmente afeta toda a nossa sociedade de forma notável."
Quando o Sol atingir o ápice de seu ciclo de 11 anos em 2013, os cientistas esperam que áreas ativas da estrela - conhecidas como manchas solares - entrem em erupção, arremessando fluxos de partículas carregadas no Sistema Solar. Tempestades relativamente menores também podem criar blecautes temporários em rádios e perturbar a navegação GPS.
Isso não significa, porém, que todas as erupções solares vão impactar a Terra. A maior parte das chamadas ejeções de massa coronal não são voltadas ao nosso planeta; em vez disso, são disparadas sem causar danos a outras partes do Sistema Solar. Ainda assim, aproximadamente uma vez por século, de acordo com Baker, uma tempestade solar extrema causa impacto terrestre.
Fonte - Terra
150 anos da Igreja Adventista; e agora?
Passam hoje precisamente 150 anos desde que a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi formalmente estabelecida, em Battle Creek, Michigan, EUA. Começando com 3.500 membros, a Igreja expandiu-se a um ritmo muito alargado, principalmente nos últimos anos, contando hoje com cerca de 17 milhões de membros no mundo inteiro, segundo mencionam as estatísticas oficiais. Aliado a isso, possui hoje uma enorme rede de instituições académicas e na área da saúde.Assim, surge agora uma boa oportunidade para refletirmos um pouco no papel da Igreja hoje.
Em primeiro lugar, convém estabelecer claramente que a validade e propósito da Igreja não se mede pelo número de membros que tem, ou pelas instituições que abrigam o seu nome. O que nos será mais benéfico é discernir o que suscitou a sua criação, qual a razão pela qual surgiu e quais os objetivos a que se propõe. E, ao analisar o seu percurso histórico e o momento atual tendo essas premissas por base, podemos perceber bem se estamos num caminho certo ou se há necessidade de algumas correções.
Convirá dizer que a Igreja foi formalmente estabelecida por uma questão organizacional:
“Aumentando o nosso número, tornou-se evidente que sem alguma forma de organização, haveria grande confusão, e a obra não seria levada avante com êxito…. Seu Espírito nos iluminou, mostrando-nos que deveria haver ordem e perfeita disciplina na igreja, e era essencial a organização” (Ellen White, Testemunhos Para Ministros, p. 26).
Dito isto, e sendo que o aumento do número (na época, os tais 3.500 membros) exigiu organização (não confundir com burocracia), ainda mais assim deverá ser hoje devido à expansão mundial que a Igreja desfruta. Ellen White deixou isso bem claro:
“A menos que as igrejas sejam organizadas de tal maneira que possam ter e impor ordem, nada poderão esperar quanto ao futuro” (Testimonies, v. 1, p. 270).
É por isso uma pena verificar que muitos, entre eles e principalmente alguns assalariados da obra, venham agora colocar essa organização em causa ao procurarem impor as suas agendas pessoais e coletivas, mas que não encontram respaldo na autoridade mundial da Igreja.
Repare que embora ao longo destes 150 anos a Igreja tenha sido severamente atacada, principalmente por dentro (lembremos Canright, Kellog, Rea, Ford…), ela sempre prevaleceu e seguiu o seu rumo no cumprimento dos seus objetivos, a razão para o seu estabelecimento.
Aliás, certamente que muitos esquecem a advertência dada a este respeito:
“Sejam todos cuidadosos para não clamarem contra o único povo que está cumprindo a descrição dada do povo remanescente, que guarda os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus” (Testemunhos Para Ministros, p. 50, 58 e 59).
Por isso, ao constatar a vaga de ameaças que atualmente pendem sobre a Igreja – além dos clássicos secularismo e mundanismo, temos agora os fenómenos na nova espiritualidade, a ordenação de mulheres, o movimento pró-homossexualidade, o desprezo pelo ministério profético de Ellen White, entre outros – podemos ficar tranquilos que a Igreja ficará de pé, pela entrada de Deus em ação:
“Não há necessidade de duvidar, de estar temeroso de que a obra não seja bem-sucedida. Deus está à testa da obra, e porá tudo em ordem. Caso haja coisas necessitando serem ajustadas na direção da obra, Deus atenderá a isso, e trabalhará para endireitar todo erro. Tenhamos fé que Deus vai conduzir a nobre nau que transporta o Seu povo, em segurança, para o porto” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 390).
Convém esclarecer que quando disse que a Igreja ficará de pé, isso não inclui todas as pessoas que dela fazem parte; pelo contrário, é bem certo que, mais ainda ao se intensificar o conflito entre o verdadeiro e o falso Sábados, muitos a abandonarão (substituídos pelos ainda mais que entretanto aceitarem a verdade):
“Dentre nós sairão alguns que não mais levarão a arca. Mas estes não podem fazer muralhas para obstruir a verdade, pois esta prosseguirá avante e para cima até ao fim” (Testemunhos Para Ministros, p. 409 e 411).
“Muitos demonstrarão que não são um com Cristo, que não estão mortos para o mundo, para que possam viver com Ele; e as apostasias de homens que ocuparam posições de responsabilidade serão frequentes” (Review and Herald, 11 de setembro de 1888).
“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário” (O Grande Conflito, p. 608)
Surge aqui um sério aviso para nós: por vezes, ao assistirmos a coisas que nem em pesadelos se deveriam ver no nosso meio, podemos ficar desanimados e desencorajados, tentados a sair, a deixar de congregar com os irmãos, até mesmo abandonar a fé…
Tenha cuidado – se fizer isso, se sair por essa razão, quer dizer que saiu por causa das pessoas, quando deveria ficar na Igreja por causa de Cristo. Essa infeliz atitude demonstraria que as pessoas errantes são mais importantes do que o próprio Jesus. Lembre-se que Moisés viu a igreja em idolatria, mas não abandonou, antes pediu a Deus que os salvasse e riscasse o seu próprio nome do livro da vida; Jeremias viu a igreja em grave apostasia mas não a abandonou, antes escreveu as lamentações; Daniel viu a igreja no cativeiro, mas não a abandonou, antes orou por ela…
Todos aqueles que voluntariamente se afastam desta Igreja, por esse ato não rejeitam as práticas erradas que nela ocorrem mas sim a missão e propósitos fundamentais para a sua existência.
Deixemos para o Senhor a obra de retirar o joio quando Ele entender que o deve fazer, em vez de andarmos a queimar e lançar fora o bom trigo.
Ainda assim, podemos e devemos manter-nos confiantes: a Igreja prevalecerá até ao fim como o agente de Deus no combate final. A Sua promessa deixada pela pena inspirada, não deixa margem para dúvidas:
“Sou animada e beneficiada ao compreender que o Deus de Israel ainda guia Seu povo, e que continuará com eles, até ao fim” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 406).
Quer isto dizer que podemos ficar simplesmente impávidos e serenos assistindo ao natural desenrolar de acontecimentos, como se não fosse nada conosco? Nem pensar! Exige-se cada vez mais decidida ação e um empenho redobrado no cumprir da missão da nossa Igreja: terminar a reforma protestante, proclamar a derradeira mensagem de salvação a uma mundo que vai de mal a pior, e que precisa saber quem é o Deus Criador e Salvador! E aqui renovamos a razão pela qual a Igreja Adventista existe e se mantém em atividade!
Finalmente, uma reflexão que é ao mesmo tempo pessoal e coletiva: surgimos para anunciar ao mundo o breve regresso de Jesus – dizemos breve, mas já estamos há 150 anos a fazê-lo…
Como então potenciar a finalização da tarefa? Veja a resposta, que não precisa de qualquer comentário:
“Dando o evangelho ao mundo, está em nosso poder apressar a volta de nosso Senhor. Não nos cabe apenas aguardar, mas apressar o dia de Deus” (O Desejado de Todas as Nações, p. 633).
“Cristo aguarda com fremente desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, p. 69).
Renove o seu compromisso com a missão da Igreja Adventista do Sétimo Dia, pois isso significa renovar o compromisso com Deus. E contribua para não recordarmos muitos mais aniversários da Igreja…
quinta-feira, 16 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Católicos e budistas devem se unir pela vida

Ecumenismo: cristianismo globalizado como uma só forma de adoração
Cidade do Vaticano, 02 mai 2013 (Ecclesia) – A Santa Sé enviou hoje uma mensagem aos budistas de todo o mundo, por ocasião da sua principal festividade, o Vesakh/Hanamatsuri, apelando à união dos crentes em volta da “profunda reverência pela vida”.
“É urgente que budistas e cristãos criem um clima de paz para amar, defender e promover a vida humana, com base no património genuíno das nossas tradições religiosas”, realça.
O documento destaca o respeito da Igreja Católica pelas “nobres tradições religiosas” dos budistas e a “consonância” com os valores que expressam, como “o respeito pela vida, a contemplação, o silêncio, a simplicidade”.
A mensagem deseja um “renascimento espiritual e moral” da sociedade para que haja “verdadeiros construtores da paz que amem, defendam e promovam a vida humana em todas as suas dimensões”.
O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso deixa votos de que esta festa anual promova o “diálogo amigável e a colaboração próxima” entre católicos e budistas.
“Continuemos a colaborar com uma renovada compaixão e fraternidade para aliviar os sofrimentos da família humana, acolhendo a sacralidade da vida humana”, conlcui.
Matéria completa aqui.
Comentário Cristo Voltará: há uma prioridade no Diálogo Inter-religioso. É a unificação das três grandes religiões monoteístas, os cristãos, os judeus e os budistas. Juntos formam uma massa de perto de 4 bilhões de pessoas. Em seu interior, haveria poder suficiente para influenciar a política em quase todos os países do mundo. O grande entrave é a unificação interna, entre os cristãos, que se chama Ecumenismo.
domingo, 12 de maio de 2013
Papa recebe líder copta após 40 anos
Três papas, ao mesmo tempo, dentro dos muros Vaticano. Um encontro nesta sexta-feira entre Francisco, líder da Igreja Católica, e Tawadros II, da Igreja Ortodoxa Copta do Egito, deu um forte sinal de reaproximação entre as duas correntes religiosas, no primeiro encontro do gênero em 40 anos. Enquanto os dois representantes selavam o momento de harmonia, Bento XVI, Papa Emérito e antecessor de Francisco, descansava nos jardins de um convento, também na Cidade do Vaticano.O último encontro entre um representante do catolicismo com um líder da igreja copta no Vaticano foi em 1973, quando o então Paulo VI esteve com Shenouda III. Para Francisco, a reunião desta sexta-feira “fortalece os laços de amizade e fraternidade entre as duas igrejas”. Tawadros também exaltou o encontro, prometendo estreitar os laços entre os coptas e a Igreja Católica.
- Trabalhar em conjunto para promover o diálogo ecumênico a e paz na Terra será o nosso objetivo mútuo – afirmou o Papa copta.
As igrejas católica e copta se separaram no século V. Hoje, os cristãos correspondem a 10% da população egípcia. A Igreja Ortodoxa Copta do Egito conta com cerca de 10 milhões de fiéis, enquanto que a Igreja Católica Copta - leal ao Papa Francisco - conta com 165 mil.
Um dos temas da reunião entre os líderes foi o aumento da perseguição no Egito aos cristãos após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011. Com a transição do poder, a Irmandade Muçulmana se fortaleceu no país, e os cristãos, sejam ortodoxos ou coptas, têm sofrido cada vez mais discriminação.
Fonte: O Globo
(Via @MinutoProfético)
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A Última Esperança - As 7 Igrejas Apocalipse
O DVD “A Última Esperança”, que foi gravado no Oriente Médio, Europa, Ásia e Estados Unidos, apresentado pelo evangelista para a América do Sul, pastor Luís Gonçalves, é uma das iniciativas da Igreja Adventista para o Impacto Esperança 2013 (20/04), quando será distribuído nos lugares onde o livro “A Grande Esperança” já foi entregue. O DVD vai chegar as mãos dos membros igreja a partir do começo de 2013.
A série de estudos bíblicos foi baseada nas 7 igrejas do Apocalipse, estará disponível também num estudo bíblico pelo Facebook (aplicativo), assim como o Futuro com Esperança, que foi lançado em novembro de 2011.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
A Situação Atual da Musica na Igreja
Os tempos em que vivemos requerem que seja feita uma advertência solene:
Parece estar se desenvolvendo, em alguns lugares, uma tendência que não apenas obscurece, mas destrói a linha divisória entre o sacro e o profano. Esta tendência não prevalece meramente na música em si, mas também, na maneira como é apresentada.
A situação já seria bastante séria se apenas o ritmo da musica fosse considerado, mas, quando as plataformas das Igrejas Adventistas do Sétimo Dia são tratadas como palcos seculares, quando os cantores se balançam em uníssono com a música como dançarinos numa fila de coristas ou artistas numa boate, a situação se torna alarmante. Se o Mestre entrasse em sua casa, como fez na passado, certamente ordenaria com autoridade: “Tirai daqui estas coisas” (João 2:16).
É necessário que se estudem quatro fatores essenciais, que serão a seguir citados:
1) A linha divisória entre a música aceitável ou não é, às vezes, estreita. Por exemplo, um ritmo ou a maneira de apresentação de uma determinada música tem pouca ou nenhuma diferença daqueles encontradas em outra. No entanto uma delas e sacra, vinda de cima, a outra e profana, vinda de baixo. Isto leva alguns líderes a dizerem: “Música não é minha especialidade”, e assim lavam suas mãos do problema. Outros ainda dizem: “Não julgue, tão somente participe”.
Infelizmente estas declarações são irresponsáveis e sem sentido. João 7:17 diz “que se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo”. Todo o ser humano é capaz, com a graça de Deus, de fazer a distinção entre a musica aceitável e a inaceitável.
2) Outro fator contribuinte da decadência na música da igreja é que muitas pessoas em posição de liderança procuram subestimar a importância de cuidadosa discriminação na escolha da música. Freqüentemente protestam: “Que diferença faz?” “Isto não é assim tão importante.” “Estão fazendo disto um cavalo de batalha…” Talvez nos impressionasse mais essa maneira de pensar, se não conhecêssemos a história de Adão e Eva. Mas quando lembramos do fruto da árvore do conhecimento não era visivelmente diferente do fruto de outras árvores do Jardim, sentimos que algumas “pequenas” diferenças não são de fato “pequenas” – elas são “enormes”! Todos os que sinceramente desejam agradar a Deus, não as trarão levianamente. Procurarão ver as coisas como Deus as vê, e ouvi-las como Deus as ouve.
3) O gosto pessoal, tanto de jovens como de idosos estão levando a fazer pouco caso do uso ou não de música falsificada, simplesmente por que eles gostam e tem prazer em cantá-las.
4) O quarto fator é que algumas pessoas são tão desprovidas de senso de crítica, quanto a seus pontos de vista, que estão dispostas a permitir qualquer tipo de música em seu lar, na escola, ou na igreja, baseadas no argumento de que esta é a maneira de manter os jovens sob o “manto” adventista.
A Igreja nunca presta um serviço ao pecador, comprometendo-se com o mundo. E melhor que os não regenerados permaneçam fora da Igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros, aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos consigo.
Será que a Igreja de Laodicéia, através de sua mornidão e satisfação própria, permanecera indiferente aos perigos que enfrenta? Permitirá ela que costumes, normas e valores mundanos alterem gradativa e imperceptivelmente sua natureza distinta? Tornar-se-á a música do mundo, música da igreja? Mas o que declara a palavra de Deus sobre tal assunto?
A resposta, cabe aos responsáveis pela liderança da Igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela ( Ezequiel 9:4).
Kenneth H. Wood (falecido), foi por 16 anos editor-chefe da Adventist Review (Revista Adventista, em inglês), e por 28 anos o diretor do Centro E.G. White. O presente artigo foi o editorial da Review and Herald de 20/01/72.
Parece estar se desenvolvendo, em alguns lugares, uma tendência que não apenas obscurece, mas destrói a linha divisória entre o sacro e o profano. Esta tendência não prevalece meramente na música em si, mas também, na maneira como é apresentada.
A situação já seria bastante séria se apenas o ritmo da musica fosse considerado, mas, quando as plataformas das Igrejas Adventistas do Sétimo Dia são tratadas como palcos seculares, quando os cantores se balançam em uníssono com a música como dançarinos numa fila de coristas ou artistas numa boate, a situação se torna alarmante. Se o Mestre entrasse em sua casa, como fez na passado, certamente ordenaria com autoridade: “Tirai daqui estas coisas” (João 2:16).
É necessário que se estudem quatro fatores essenciais, que serão a seguir citados:
1) A linha divisória entre a música aceitável ou não é, às vezes, estreita. Por exemplo, um ritmo ou a maneira de apresentação de uma determinada música tem pouca ou nenhuma diferença daqueles encontradas em outra. No entanto uma delas e sacra, vinda de cima, a outra e profana, vinda de baixo. Isto leva alguns líderes a dizerem: “Música não é minha especialidade”, e assim lavam suas mãos do problema. Outros ainda dizem: “Não julgue, tão somente participe”.
Infelizmente estas declarações são irresponsáveis e sem sentido. João 7:17 diz “que se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo”. Todo o ser humano é capaz, com a graça de Deus, de fazer a distinção entre a musica aceitável e a inaceitável.
2) Outro fator contribuinte da decadência na música da igreja é que muitas pessoas em posição de liderança procuram subestimar a importância de cuidadosa discriminação na escolha da música. Freqüentemente protestam: “Que diferença faz?” “Isto não é assim tão importante.” “Estão fazendo disto um cavalo de batalha…” Talvez nos impressionasse mais essa maneira de pensar, se não conhecêssemos a história de Adão e Eva. Mas quando lembramos do fruto da árvore do conhecimento não era visivelmente diferente do fruto de outras árvores do Jardim, sentimos que algumas “pequenas” diferenças não são de fato “pequenas” – elas são “enormes”! Todos os que sinceramente desejam agradar a Deus, não as trarão levianamente. Procurarão ver as coisas como Deus as vê, e ouvi-las como Deus as ouve.
3) O gosto pessoal, tanto de jovens como de idosos estão levando a fazer pouco caso do uso ou não de música falsificada, simplesmente por que eles gostam e tem prazer em cantá-las.
4) O quarto fator é que algumas pessoas são tão desprovidas de senso de crítica, quanto a seus pontos de vista, que estão dispostas a permitir qualquer tipo de música em seu lar, na escola, ou na igreja, baseadas no argumento de que esta é a maneira de manter os jovens sob o “manto” adventista.
A Igreja nunca presta um serviço ao pecador, comprometendo-se com o mundo. E melhor que os não regenerados permaneçam fora da Igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros, aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos consigo.
Será que a Igreja de Laodicéia, através de sua mornidão e satisfação própria, permanecera indiferente aos perigos que enfrenta? Permitirá ela que costumes, normas e valores mundanos alterem gradativa e imperceptivelmente sua natureza distinta? Tornar-se-á a música do mundo, música da igreja? Mas o que declara a palavra de Deus sobre tal assunto?
A resposta, cabe aos responsáveis pela liderança da Igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela ( Ezequiel 9:4).
Kenneth H. Wood (falecido), foi por 16 anos editor-chefe da Adventist Review (Revista Adventista, em inglês), e por 28 anos o diretor do Centro E.G. White. O presente artigo foi o editorial da Review and Herald de 20/01/72.
Papa Francisco recebe pessoalmente Bento XVI no Vaticano
É a primeira vez que dois Papas convivem no Vaticano.
Papa Emérito Bento XVI viverá no convento 'Mater Ecclesiae'.
O Papa Francisco recebeu pessoalmente nesta quinta-feira o Papa emérito Bento XVI no Vaticano, em um retorno que marca o início de uma convivência sem precedentes entre dois pontífices.
"O papa Francisco o recebeu com grande fraternidade e cordialidade. Depois se dirigiram à capela do mosteiro para uma breve oração", disse em um comunicado a Santa Sé.
O encontro aconteceu pouco depois que o helicóptero em que viajou o Papa emérito desde Castel Gandolfo aterrissou no heliporto do Vaticano, às 16h49 horas locais (11h49 de Brasília). Em seguida, ele seguiu em um veículo até o mosteiro.
Esta é a segunda vez que os dois Papas se encontram pessoalmente. A primeira foi em 23 de março, quando o Papa Francisco viajou para Castel Gandolfo para saudar e almoçar com Ratzinger.
Primeira vez
Esta é a primeira vez na história que dois Papas convivem dentro dos muros do Vaticano, os dois vestidos de branco e sob o título de "Sua Santidade".
Bento XVI passou os últimos meses na residência de verão papal, 25 km ao sul de Roma, onde permaneceu isolado do mundo, à exceção de algumas poucas fotografias tiradas enquanto passeava junto ao seu secretário e do encontro com o novo pontífice.
Bento XVI chegou de carro do heliporto ao mosteiro onde era esperado pelo Papa Francisco.
Desde a sua eleição, no dia 13 de março, Francisco manifestou em várias oportunidades a amizade que tem com seu antecessor, com quem conversou por telefone e celebrou uma missa em homenagem ao seu recente aniversário.
Bento XVI viverá em sua nova residência com um pequeno grupo de assistentes, entre eles seu secretário particular, o bispo alemão Georg Gänswein.
Fonte - G1
Papa Emérito Bento XVI viverá no convento 'Mater Ecclesiae'.
O Papa Francisco recebeu pessoalmente nesta quinta-feira o Papa emérito Bento XVI no Vaticano, em um retorno que marca o início de uma convivência sem precedentes entre dois pontífices.
"O papa Francisco o recebeu com grande fraternidade e cordialidade. Depois se dirigiram à capela do mosteiro para uma breve oração", disse em um comunicado a Santa Sé.
O encontro aconteceu pouco depois que o helicóptero em que viajou o Papa emérito desde Castel Gandolfo aterrissou no heliporto do Vaticano, às 16h49 horas locais (11h49 de Brasília). Em seguida, ele seguiu em um veículo até o mosteiro.
Esta é a segunda vez que os dois Papas se encontram pessoalmente. A primeira foi em 23 de março, quando o Papa Francisco viajou para Castel Gandolfo para saudar e almoçar com Ratzinger.
Primeira vez
Esta é a primeira vez na história que dois Papas convivem dentro dos muros do Vaticano, os dois vestidos de branco e sob o título de "Sua Santidade".
Bento XVI passou os últimos meses na residência de verão papal, 25 km ao sul de Roma, onde permaneceu isolado do mundo, à exceção de algumas poucas fotografias tiradas enquanto passeava junto ao seu secretário e do encontro com o novo pontífice.
Bento XVI chegou de carro do heliporto ao mosteiro onde era esperado pelo Papa Francisco.
Desde a sua eleição, no dia 13 de março, Francisco manifestou em várias oportunidades a amizade que tem com seu antecessor, com quem conversou por telefone e celebrou uma missa em homenagem ao seu recente aniversário.
Bento XVI viverá em sua nova residência com um pequeno grupo de assistentes, entre eles seu secretário particular, o bispo alemão Georg Gänswein.
Fonte - G1
Nota DDP: "Primeira vez na história". "Sem precedentes". Não vivemos tempos comuns.
Crise de fome recente na Somália provocou 258 mil mortes
Quase 258 mil somalis morreram de fome entre outubro de 2010 e abril de 2012, destaca um relatório da ONU divulgado nesta quarta-feira (1º).
"A fome e a grave insegurança alimentar na Somália mataram 258 mil pessoas entre outubro de 2010 e abril de 2012, incluindo 133 mil crianças com menos de cinco anos", afirma um documento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Rede de Alerta contra a Fome (Fews-Net), financiada pelos Estados Unidos.
Segundo a "primeira estimativa científica" do balanço da crise alimentar, "4,6% da população total e 10% das crianças com menos de cinco anos morreram no sul e centro da Somália".
Nas regiões de Baixo Shabelle, Mogadíscio e Bay, as mais afetadas, a crise alimentar matou, respectivamente, 18%, 17% e 13% das crianças com menos de cinco anos.
A fome provocou 30 mil mortes por mês entre maio e agosto de 2011, segundo o estudo.
O balanço é superior ao da fome de 1992 no país, que supostamente matou 220 mil pessoas em 12 meses, mas a crise anterior é considerada mais grave por ter matado um percentual maior da população.
A fome de 2011-2012 na Somália afetou quase quatro milhões de pessoas, metade da população do país.
A crise foi provocada principalmente por uma grave seca no Chifre da África e se agravou pela catastrófica situação da segurança no país, que está em guerra civil desde a queda do presidente Siad Barre em 1991.
Fonte - UOL
"A fome e a grave insegurança alimentar na Somália mataram 258 mil pessoas entre outubro de 2010 e abril de 2012, incluindo 133 mil crianças com menos de cinco anos", afirma um documento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Rede de Alerta contra a Fome (Fews-Net), financiada pelos Estados Unidos.
Segundo a "primeira estimativa científica" do balanço da crise alimentar, "4,6% da população total e 10% das crianças com menos de cinco anos morreram no sul e centro da Somália".
Nas regiões de Baixo Shabelle, Mogadíscio e Bay, as mais afetadas, a crise alimentar matou, respectivamente, 18%, 17% e 13% das crianças com menos de cinco anos.
A fome provocou 30 mil mortes por mês entre maio e agosto de 2011, segundo o estudo.
O balanço é superior ao da fome de 1992 no país, que supostamente matou 220 mil pessoas em 12 meses, mas a crise anterior é considerada mais grave por ter matado um percentual maior da população.
A fome de 2011-2012 na Somália afetou quase quatro milhões de pessoas, metade da população do país.
A crise foi provocada principalmente por uma grave seca no Chifre da África e se agravou pela catastrófica situação da segurança no país, que está em guerra civil desde a queda do presidente Siad Barre em 1991.
Fonte - UOL
Para especialistas, nova gripe aviária é ameaça séria
O surgimento de um novo tipo de gripe aviária na China representa uma ameaça séria à saúde humana, mas ainda é cedo para prever se a doença poderá se espalhar em escala global, afirmam especialistas ouvidos pela BBC. Desde março, quando o vírus H7N9 foi identificado, 126 pessoas foram contaminadas. Entre elas, 24 morreram e outras dezenas estão internadas em estado crítico. Pesquisadores dizem estar monitorando de perto o ritmo e a seriedade da epidemia, mas esclarecem que até agora não há evidências de que o H7N9 pode ser transmitido entre humanos, levando a uma possível pandemia. Pesquisas recentes sugerem que, para que isso ocorra, é necessário que o vírus sofra entre quatro e cinco mutações, mudando de um organismo hospedado por aves para um que se espalhe facilmente pelo ar. “Até agora as pessoas que foram contaminadas tiveram contato direto com aves, provavelmente frangos comprados em um mercado chinês”, afirma a pesquisadora Wendy Barclay, do Imperial College London. “Mas o que nos preocupa é saber que o vírus H7N9 já sofreu ao menos duas mutações, ficando mais perto de se tornar um vírus que pode se espalhar pelo contato humano”, alerta Barclay.O professor John McCauley, diretor de um centro de saúde que colabora com a Organização Mundial de Saúde (OMS), diz que a organização está levando a ameaça da nova gripe a sério. Ele diz que entre os sintomas da doença estão pneumonia, envenenamento do sangue - caracterizado pela presença de bactérias na corrente sanguínea - e falência dos órgãos.
A última gripe aviária, causada pelo vírus H5N1, se espalhou rapidamente para humanos em 1997 e já matou mais de 300 pessoas.
O professor Jeremy Farrar, especialista em gripe aviária e diretor de uma das maiores fundações de pesquisa no mundo, a Wellcome Trust, disse que o H7N9 deve ser tratado com atenção. “Se um vírus influenza pula de seu habitat natural (aves) para humanos, é razão para preocupação.”
Em casos de gripe aviária, geralmente as pessoas mais velhas não contraem o vírus porque seu sistema imunológico criou mecanismos de defesa contra vírus semelhantes ao longo da vida. No entanto, na epidemia mais recente, as idades das pessoas afetadas variam entre dois e 81 anos. “Isso sugere que não há imunidade em nenhuma faixa etária e que, como humanos, nunca vimos esse vírus antes”, afirma o professor. “A resposta tem de ser calma e calculada, mas ao mesmo tempo firme”, diz Farrar.
Estudo publicado na revista médica britânica Lancet sugere que o vírus influenza H7N9 é uma mistura de pelo menos quatro vírus provenientes de patos e frangos. Diferentemente da epidemia do H5N1, o novo vírus não é letal para as aves, o que torna mais difícil rastrear a extensão da epidemia.
(UOL Notícias)
Nota Michelson Borges: “Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em vários lugares, e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu” (Lucas 21:11, NVI).
terça-feira, 30 de abril de 2013
Papa fala sobre a volta de Jesus
[Na] quarta-feira, o papa Francisco, em sua habitual catequese semanal, continuou aprofundando no Símbolo da fé: o Credo. Com uma praça de São Pedro, mais uma vez, cheia de jovens e peregrinos, o papa dirigiu-lhes estas palavras:Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
No Credo, professamos que Jesus “virá novamente na glória para julgar os vivos e os mortos”. A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo. Muitas vezes esquecemos esses dois polos da história e, sobretudo, a fé no retorno de Cristo e no juízo final, às vezes não é assim tão clara e forte no coração dos cristãos. Jesus, durante Sua vida pública, refletiu muitas vezes na realidade da Sua última vinda. Hoje eu gostaria de refletir sobre três textos evangélicos que nos ajudam a entrar neste mistério: o das dez virgens, o dos talentos e o do juízo final. Todos os três fazem parte do discurso de Jesus sobre o fim dos tempos, no Evangelho de São Mateus.
Em primeiro lugar lembremos que, com a Ascensão, o Filho de Deus levou para junto do Pai a nossa humanidade assumida por Ele e quer atrair todos a si, chamar todo o mundo para ser acolhido nos braços abertos de Deus, para que, no fim da história, toda a realidade seja entregue ao Pai. Há, no entanto, este “tempo imediato” entre a primeira vinda de Cristo e a última, que é precisamente o momento que estamos vivendo. Neste contexto do “tempo imediato”, coloca-se a parábola das dez virgens (cf. Mt 25,1-13). São dez jovens que esperam a chegada do esposo, mas ele atrasa e elas caem no sono. Ao anúncio repentino de que esposo está chegando, todas se preparam para acolhê-lo, mas enquanto cinco dessas, sábias, têm óleo para alimentar as próprias lâmpadas, as outras, tolas, ficam com as lâmpadas apagadas porque não o têm; e enquanto procuram chega o esposo e as virgens tolas encontram fechada a porta que leva à festa nupcial. Batem com insistência, mas agora é tarde, o esposo responde: Não vos conheço.
O Esposo é o Senhor, e o tempo de espera da Sua chegada é o tempo que Ele nos presenteia, a todos nós, com misericórdia e paciência, antes da Sua vinda final; é um tempo de vigilância; tempo em que devemos ter acesas as lâmpadas da fé, da esperança e da caridade, de ter aberto o coração para o bem, para a beleza e para a verdade; tempo de viver segundo Deus, porque não conhecemos nem o dia, nem a hora da volta de Cristo. O único que nos é pedido é estarmos preparados para o encontro – preparados para um encontro, para um lindo encontro, o encontro com Jesus –, que significa saber ver os sinais da sua presença, ter viva a nossa fé, com a oração, com os Sacramentos, ser vigilantes para não dormirmos, para não nos esquecermos de Deus. A vida dos cristãos adormecidos é uma vida triste, não é uma vida feliz. O cristão deve ser feliz, a alegria de Jesus. Não durmamos!
A segunda parábola, a dos talentos, nos faz refletir sobre a relação entre como empregamos os dons recebidos por Deus e o Seu retorno, quando nos pedirá contas de como os temos utilizado (cf. Mt 25, 14-30). [...] A espera da volta do Senhor é o tempo da ação – nós estamos no tempo da ação –, o tempo de frutificar os dons de Deus não para nós mesmos, mas para Ele, para a Igreja, para os outros, o tempo de fazer sempre crescer o bem no mundo. E especialmente neste tempo de crise, hoje, é importante não fechar-se em si mesmo. [...]
Finalmente, uma palavra sobre o juízo final, no qual se descreve a segunda vinda do Senhor, quando Ele julgará todos os seres humanos, vivos e mortos (cf. Mt 25, 31-46). A imagem usada pelo evangelista é a do pastor que separa as ovelhas dos cabritos. À direita são colocados aqueles que agiram de acordo com a vontade de Deus, socorrendo o próximo faminto, com sede, estrangeiro, nu, doente, preso – disse “estrangeiro”: penso em tantos estrangeiros que estão aqui na diocese de Roma: o que fazemos por eles? – enquanto à esquerda vão aqueles que não socorreram o próximo. Isso nos diz que seremos julgados por Deus sobre a caridade, sobre como O amamos nos nossos irmãos, especialmente nos mais frágeis e necessitados. É claro, devemos sempre ter em mente que somos justificados,somos salvos pela graça, por um ato de amor gratuito de Deus que sempre nos precede; sozinhos, não podemos fazer nada. A fé é principalmente um dom que nós recebemos. Mas para dar frutos, a graça de Deus requer sempre a nossa abertura a Ele, a nossa resposta livre e concreta. Cristo vem para levar-nos à misericórdia de Deus que salva. O único que nos é pedido é confiar nEle, corresponder ao dom do Seu amor com uma vida boa, feita de ações animadas pela fé e pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, que olhar para o juízo final nunca nos dê medo; mas nos leve a viver melhor o presente. Deus nos oferece com misericórdia e paciência este tempo para que aprendamos a reconhecê-Lo a cada dia nos pobres e nos pequenos, nos comprometamos pelo bem e sejamos vigilantes na oração e no amor. O Senhor, no fim da nossa existência e da história, possa reconhecer-nos como servos bons e fieis. Obrigado.
(Zenit) via (Criacionismo)
Nota Michelson Borges: Lembro-me de que, quando era católico (antes dos anos 1990), eu nunca tinha ouvido falar na segunda vinda literal de Jesus, até porque a teologia dominante aqui na América do Sul era a da Libertação, com sua pregação em torno de um “reino” de conquistas sociais. Ao mesmo tempo em que o papa fala sobre o retorno de Jesus, ele (assim como seus dois antecessores) dá grande ênfase à observância do domingo. Resta saber como ele vai orientar seu rebanho com respeito à maneira como o verdadeiro Cristo virá e que está claramente descrita na Bíblia. E se esse Cristo vindouro reafirmar a crença no domingo como dia sagrado, em franca oposição à Palavra? E se ele “descer” à Terra e começar a proclamar a paz incentivando a união de todos sob a liderança de um (nos moldes do movimento ecumênico defendido pelo papa)? É interessante a menção do papa à salvação pela graça, o que certamente agrada aos ouvidos protestantes, e há uma curiosa contradição nestas palavras de Francisco: “A história humana começa com a criação do homem e da mulher à imagem e semelhança de Deus e conclui com o juízo final de Cristo.” Os dois papas anteriores afirmaram que a evolução é um fato e que, portanto, a história de Adão e Eva seria mítica. Se a história das origens (e da queda) é mitológica, por que deveríamos acreditar que o juízo final é fato, uma vez que ambos os eventos estão relacionados (como bem destacou o papa)? Sem dúvida, essa pregação do papa sobre a volta de Jesus é realmente importante e até surpreendente, mas é preciso acompanhar atentamente os desdobramentos disso.[MB]
Nota Gilberto Theiss: Apenas um pequeno adendo, perceberam que todas as religiões do planeta estão anunciando a vinda de alguém? Os cristãos estão anunciando a vinda do Cristo, judeus aguardam o Messias prometido, os hindus esperam pelo Crishna, os budistas aguardam a vinda do buddha maitreya, os muçulmanos aguardam o Iman Mahdi ou messias, e a nova era aguarda a vinda do Maitreya. Compreenda que, os nomes podem até ser diferentes para cada religião, mas, a pessoa me parece ser exatamente a mesma. Um cristo que atenderá as necessidades básicas e teológicas de cada uma destas instituições. A proclamação do domingo como dia universal para todos será o símbolo desta nova encarnação filosófica. Não será difícil cativar os homens e mulheres, uma vez que ele usará todo o seu poder de sinais e prodígios para encantar os olhos e ouvidos. De fato, ele será grandemente encantador e uma esperança tangível para uma humanidade, religiosa ou não, ansiosa por uma resposta sobrenatural (Leias estes textos: Mt 24:24; II Ts 2:7-9; Ap 13:13; Livro: O Grande Conflito, p. 624). Quem viver verá...
domingo, 28 de abril de 2013
O novo papa e o domingo
O papa Francisco tem algumas palavras de apoio ao LazerNa terça-feira (30/04/2013) será publicado em inglês o livro “O Papa Francis: sua vida em suas próprias palavras,” [Pope Francis: His Life in His Own Words - Putnam; $ 24,95] que traz uma série de conversas com o homem que então era o cardeal Jorge Bergoglio. Essas entrevistas foram feitas a partir de 2010 com dois jornalistas na Argentina e trazem relatos bonitos sobre o novo chefe da igreja – um filme favorito? “Babette’s Feast” – mas não muito teologicamente interessante.
Mas uma passagem no livro, à primeira vista, bastante leve, acaba insinuando uma nota radical no processo. Em uma leitura atenta, parece que o papa Francisco acredita que devemos – na verdade, de que Deus está nos chamando para – relaxar.
Respondendo à pergunta: “Será que é preciso redescobrir o sentido do lazer?” Papa Francisco responde: “Junto com uma cultura de trabalho, deve haver uma cultura de lazer como gratificação. Dito de outra forma: as pessoas que trabalham devem tomar o tempo para relaxar, para estar com as suas famílias, para se divertir, ler, ouvir música, jogar um esporte. Mas isso está sendo destruído, em grande parte, pela eliminação do dia de descanso do sabbath. Mais e mais pessoas estão trabalhando nos domingos, como conseqüência da competitividade imposta por uma sociedade de consumo. “Nesses casos, ele conclui,”o trabalho acaba desumanizando as pessoas. “
Algumas páginas depois, ele ridiculariza as pessoas que pensam em si mesmos como católicas, mas não tem tempo para seus filhos. Este é um exemplo, de acordo com o papa Francisco, de viver “uma fraude.”
A Doutrina Social da Igreja é conhecida por promover a ideia de que os trabalhadores merecem dignidade, que inclui o repouso. Mas o papa Francis parece estar dizendo algo mais: que uma vida autenticamente cristã inclui uma dose adequada de lazer e tempo para a família. Isso pode soar estranho vindo de um homem cuja tradição valoriza a solidão e o monaquismo, e cujo clero membros não estão autorizados a ter cônjuges ou filhos.
A ideia de um católico exaltando o sabbath soa particularmente peculiar no contexto americano. Nos Estados Unidos, os católicos nunca foram os grandes defensores do sabatismo, observando-se o domingo como um dia especial, para o culto ou descanso. Isso é uma coisa protestante.
A partir do momento em que os puritanos chegaram, eles começaram a fazer cumprir as leis que reservavam o domingo para ir à igreja. Com o tempo, elas foram chamadas de “leis azuis” e proibiam diferentes atividades, e variavam por estado. Algumas leis proibiam a caça no domingo, outros a venda de bebidas alcoólicas, outros de qualquer atividade comercial. Em cidades religiosas, as normas culturais de lazer, como esportes, eram tabu também. Como uma criança que está sendo criada em uma família pentecostal, John Ashcroft, o ex-procurador-geral, não foi autorizado a andar de bicicleta nos domingos.
Com o tempo, a justificativa oficial para as leis mudaram, mas ainda eram os protestantes que as empurraram. “Na década de 1820, eles iriam dizer que este é um momento de fazer uma pausa para refletir sobre nossas obrigações religiosas a Deus”, disse David Sehat, um historiador da Universidade Estadual da Georgia. Mas por volta de 1870 “, eles começaram a usar a justificação do Papa Francisco: “a hora de passar o tempo com a família", para “a preservação da saúde e a promoção da boa moral”, usando a linguagem de um jurista.
E o movimento de temperança, que, naturalmente, apoiou leis contra a venda de bebidas alcoólicas no domingo, era protestante em caráter. Os ativistas muitas vezes representavam imigrantes católicos como bêbados.
Hoje, as leis estão desaparecendo, relíquias de um tempo em que a cultura protestante era mais dominante. Connecticut, por exemplo, finalmente decidiu permitir a venda de bebidas alcoólicas de domingo no ano passado. E nos Estados Unidos, o domingo perdeu seu caráter sagrado. A maioria dos cristãos vêem pouco conflito em ir à igreja pela manhã, em seguida, assistir a um jogo de futebol talvez com a família, ou ir em um bar de esportes – no período da tarde.
A tradição sabatista foi mantida, de uma forma séria, por alguns pequenos grupos de religiosos protestantes e, claro, por judeus observantes. E, é assim que acontece, entre aqueles que pensam em si mesmos como cristãos e judeus. Os “Judeus messiânicos”, que acreditam na divindade de Jesus, mas dão uma atenção especial às raízes judaicas do cristianismo, muitas vezes são muito ligados a observância do sábado.
Sarah Posner, uma escritora do site ReligionDispatches.org, lembrou sobre uma conferência de judeus messiânicos que ela participou no ano passado em Ellicott City, Maryland “Eles não estavam vendendo seus livros, CDs e DVDs no sábado, porque não querem trocar o dinheiro“, disse Posner. “Mas eles estavam usando eletricidade” – que os judeus tradicionais não usam.
Nosso país religiosamente diverso inclui aqueles que chamam o seu dia de descanso semanal de “um sábado secular.” Alguns grupos podem até não ter um conceito de sabatismo. No Islã, por exemplo, “há uma objeção teológica profunda para a ideia de que Deus descansou no sétimo dia”, de acordo com Marion Holmes Katz, um estudioso do Islã na Universidade de Nova Iorque. “A ideia de Deus descansar parece implicar que Deus está cansado. Assim, toda a ideia de que você se abstenha de trabalho como uma espécie de recapitulação ritualizada ou aceno simbólico para o processo de criação – causa tensão no Islã “.
Mas no catolicismo, como o Papa Francis sugere, o sabbath realmente importa – o dia inteiro, como ensina o Catecismo, no parágrafo 2185, “Aos domingos e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis devem abster-se de se envolver em trabalho ou atividades que impedem o culto devido a Deus, a alegria própria ao dia do Senhor, o desempenho das obras de misericórdia, e o relaxamento adequado da mente e do corpo.“
A Igreja Católica tem vindo a recuperar este ensinamento, pelo menos desde 1998, quando o Papa João Paulo II publicou a Carta Apostólica “Dies Domini”. Lá, ele escreve que “mesmo nos países que dão sanção legal para o caráter festivo do domingo, mudanças na condições socioeconômicas, muitas vezes levou a profundas modificações de comportamento social e, portanto, o caráter de domingo.“
Em outubro passado, cerca de 250 bispos se reuniram em Roma para uma conferência sobre o movimento chamado da Nova Evangelização, que se concentra em despertar a fé em quem já foi batizado. Uma de suas conclusões foi: “Mesmo que haja uma tensão entre o domingo cristão e o domingo secular, o domingo [cristão] deve ser recuperado” – eles escreveram conforme João Paulo II em “Dies Domini”.
Claro, aqueles que pregam um sabbath relaxante, com amigos e familiares, estão muitas vezes trabalhando duro no dia que eles exaltam. Para os membros do clero, o sabbath é o mais movimentado dia de trabalho da semana. Um charme do livro do “Papa Francisco” é o quanto podemos aprender sobre os passatempos do novo papa, como a leitura do poeta romântico alemão Friedrich Hölderlin e ouvir óperas de Verdi. Imagina-se que agora, mais do que nunca, que o domingo não é o seu dia para a leitura de lazer, nem um bom momento para pegar uma exibição de “Babette’s Feast”.
(Via @AdventismoemFoco)
Nota DDP: Não é de se admirar que, mais cedo ou mais tarde (neste caso bem cedo), o tema viria à baila. Temos assim, como no pontificado anterior, que os temas ecumenismo e santificação do domingo continuam na pauta do dia.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Lição da Escola Sabatina - "Profetas Menores"
Esta área do blog concentra os links disponíveis e mais acessados para o estudo semanal da Lição da Escola Sabatina, o que é feito de forma a incentivar os que não têm o costume de estudá-la, a passarem a fazê-lo e, aos que já fizeram disso um hábito, continuar com esta excelente opção.
Os temas que temos estudado nos últimos trimestres demonstram de forma muito clara como Deus continua na condução de Seu povo e, especialmente, como é necessário estarmos atento às Suas mensagens.
"Os servos de Cristo não devem preparar determinado discurso para apresentá-lo quando forem levados a juízo por causa de sua fé. Devem preparar-se dia a dia, entesourando no coração as preciosas verdades da Palavra de Deus, alimentando-se dos ensinos de Cristo e fortalecendo sua fé pela oração; então, quando levados a juízo, o Espírito Santo lhes trará à lembrança as verdades que hão de alcançar o coração dos que as ouvirem. Qual relâmpago, trar-lhes-á Deus à memória, justo quando for necessário, o conhecimento obtido mediante diligente exame da Palavra divina." Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 41.
Os temas que temos estudado nos últimos trimestres demonstram de forma muito clara como Deus continua na condução de Seu povo e, especialmente, como é necessário estarmos atento às Suas mensagens.
"Os servos de Cristo não devem preparar determinado discurso para apresentá-lo quando forem levados a juízo por causa de sua fé. Devem preparar-se dia a dia, entesourando no coração as preciosas verdades da Palavra de Deus, alimentando-se dos ensinos de Cristo e fortalecendo sua fé pela oração; então, quando levados a juízo, o Espírito Santo lhes trará à lembrança as verdades que hão de alcançar o coração dos que as ouvirem. Qual relâmpago, trar-lhes-á Deus à memória, justo quando for necessário, o conhecimento obtido mediante diligente exame da Palavra divina." Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 41.
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