terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Católicos e luteranos dialogam para aproximação

CIDADE DO VATICANO, 19 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou nesta segunda-feira que o diálogo entre luteranos e católicos, que há dez anos levou à assinatura da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, vem se desenvolvendo positivamente com relação à investigação das "implicações e possibilidades de recepção" desta Declaração nas duas Igrejas.

O Pontífice fez estas afirmações ao receber nesta manhã no Vaticano uma delegação ecumênica proveniente da Finlândia, em ocasião da festa de São Henrique.

Bento XVI pediu durante o encontro que o diálogo que vem se desenvolvendo após a assinatura da Declaração esteja ligado cada vez mais "à natureza da Igreja como sinal e instrumento da salvação levada por Jesus Cristo, e não apenas como uma simples assembléia de fiéis ou uma instituição de várias funções".

O documento, assinado em 31 de outubro de 1999, estabelece que as religiões católica e luterana professam a mesma doutrina sobre a justificação pela fé, ou seja, que a salvação do ser humano depende completamente da graça salvadora de Deus. Divergências sobre este ponto foram um dos motivos principais que levaram à Reforma Protestante no século XVI.

A audiência com os representantes luteranos ocorre no âmbito da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Além disso, a peregrinação a Roma do grupo de finlandeses também ocorre em meio às celebrações do Ano Paulino, que comemora o aniversário de dois mil anos do nascimento do Apóstolo Paulo, "cuja vida esteve dedicada sem trégua à unidade da Igreja", ressaltou o Papa.

Fonte - Ansa

Cooperação cultural entre Vaticano e Israel

Cidade do Vaticano, 19 jan (RV) - O Vaticano e o Estado de Israel começaram uma ‘cooperação ativa’ no campo cultural. É o que afirma uma nota conjunta da Biblioteca Vaticana e da Embaixada de Israel, que em 30 de janeiro, apresentarão juntas o “Catálogo dos Manuscritos Judeus na Biblioteca Vaticana” (Hebrew Manuscripts in the Vatican Library: Catalogue).

Publicado pela Biblioteca vaticana, o volume é um catalogo de todos os manuscritos vaticanos em hebraico. A nota informa que a apresentação terá a participação do Cardeal Renato Farina, arquivista e bibliotecário da Santa Romana Igreja, do embaixador de Israel junto à Santa Sé, Mordechai Lewy, e diversos estudiosos israelenses e italianos.

Fonte - Radio Vaticano

As expectativas em torno de Obama

O mundo todo espera alguma coisa de Barack Obama

PARIS, 19 Jan 2009 (AFP) - Barack Obama, que nesta terça-feira assume o cargo mais importante do planeta, o de presidente dos Estados Unidos, gera imensas expectativas não só no país, mas em todo o mundo como sucessor de George W. Bush, que encerra oito anos de mandato marcado pela guerra do Iraque e o combate ao terrorismo, além do descaso com o aquecimento global, a mudança de tom nas relações com a Rússia e uma crise financeira e econômica sem precedentes.

A comunidade internacional espera com impaciência a posse do 44º presidente americano, tradicional aliado de Israel, envolvido em um vital conflito em Gaza. Obama já afirmou que assumirá um papel ativo na situação "imediatamente" após assumir a presidência.

"A primeira e mais imediata preocupação de Obama na política internacional deve ser o Oriente Médio", estimou esta semana o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
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Além disso, o novo governo herdará relações especialmente tensas com a Rússia, que durante o conflito na Geórgia lembraram em alguns momentos o clima da Guerra Fria.
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O mundo também anseia pelo posicionamento de Obama em relação a um compromisso americano de preservação do meio ambiente e combate às mudanças climáticas. Durante a campanha, o futuro presidente acusou Bush de simplesmente ignorar o problema.

A crise econômica, no entanto, certamente será a prioridade zero do novo governo. Em abril, uma nova cúpula de países do G20 em Londres - que deve estabelecer novas regras para o sistema de finanças internacional - ganhou uma dose extra de expectativas com o advento da presença de Barack Obama.

Fonte - G1

Sondagem sugere que Barack Obama é agora mais popular do que nunca

Uma sondagem da CNN divulgada ontem, nas vésperas da cerimónia de tomada de posse, sugere que o Presidente eleito norte-americano, Barack Obama, nunca foi tão popular como agora. 84 por cento dos inquiridos aprovam a forma como o novo Presidente assumiu a transição presidencial.

Esses 84 por cento representam mais dois pontos do que em meados de Dezembro e mais cinco em relação ao início daquele mês.

“Sabemos que o país está em ‘lua-de-mel’ quando seis em cada dez republicanos têm uma visão positiva de Obama”, comentou Keating Holland, director das sondagens da CNN.

Fonte - Público

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Obama afirma que crise vai durar muitos anos

Em discurso no Lincoln Memorial, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que levará "mais de um mês ou de um ano, e provavelmente muitos anos" para resolver os problemas que afetam os EUA.

Obama foi otimista ao dizer que Apesar da "enormidade" de desafios que os EUA devem enfrentar, o país vai superar a crise. "Em nossa história, foram poucas as vezes em que gerações tiveram de enfrentar desafios tão sérios quanto os que temos hoje; nossa nação está em guerra; nossa economia está em crise", disse Obama.

Obama deve dedicar sua primeira semana de governo para o plano de recuperação econômica, iniciar o processo de retirada do Iraque e formular um código de ética para seu governo.

Fonte - Opinião e Notícia

Quarto trimestre foi “catastrófico”

De acordo com o comissário de Indústria da União Europeia, Guenter Verheugen, dados que serão divulgados esta semana pela Comissão Europeia indicam que economia do bloco está se aprofundando ainda mais na recessão e o quarto trimestre do ano passado foi "catastrófico".

No entanto, Verheugen não deixou claro se ele se referia somente à zona do euro ou à economia europeia como um todo.

Está sendo aguardado para esta semana o anúncio das perspectivas para a zona do euro por parte da Comissão Europeia. Em novembro passado, o órgão executivo da UE havia previsto que a economia da zona do euro cresceria 0,1 por cento em 2009 e 0,9 por cento em 2010. Mas há perspectivas mais otimistas e, por isso, a meta deve ser revisada.

Fonte - Opinião e Notícia

Ano novo muito frágil

A crise financeira detonada em 2008 nos Estados Unidos ganhou alcance global. Atualmente, abrange todas as estruturas produtivas dos países e parece destinada a se prolongar diante da insuficiência e falta de coordenação entre as medidas nacionais e internacionais aplicadas para combatê-la. Em 2009, a maior crise do capitalismo em oito décadas pode se aprofundar com consequências imprevisíveis.

A fragilidade do ano que está começando se baseia no fato de que antes da explosão da crise financeira havia tendências preocupantes no sistema mundial. Tendências que incitavam uma crescente batalha interna nos países e no âmbito das relações internacionais.

- Polarização de classe
- Nacionalismo político
- Protecionismo
- Militarização

Em resumo, antes da crise financeira de 2008 havia forte tendência a uma polarização classista, o nacionalismo político, o protecionismo econômico, o chauvinismo social e a expansão militar. O maior objetivo é que em 2009 essas tendências não se agudizem.

Fonte - Radio Nederland

“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou. ... ... No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)

Barack Obama: o começo ou o fim de uma era?

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Como o primeiro negro a presidir o país, a posse de Obama, 47 anos, é, mesmo, o coroamento de uma jornada histórica. A dúvida é saber se seu governo marcará o início de uma nova era, aprumando os EUA para manter seu status de potência dominante no século 21, ou se será o começo do fim de uma supremacia que moldou o mundo tal como o conhecemos hoje.

Sua posse, como convém aos impérios, será um evento global. A segurança é espetacular, com 20.000 homens, 150 equipes de agentes à paisana e especialistas em tudo – segurança cibernética, material biológico, libertação de reféns. Para chegar aonde as coisas estarão acontecendo, qualquer cidadão terá de cruzar anéis de segurança, cada um mais restritivo que o outro, em que toda a bagagem será revistada e não passará nem guarda-chuva.

Para a solenidade da posse, foram 240.000 ingressos. No total, Washington espera receber entre 2 milhões e 4 milhões de visitantes. Por trás do clima festivo, no entanto, estará a carranca da crise. Nos dois meses que separam a eleição e a posse de Obama, a crise agravou-se de modo alarmante. Cerca de um milhão de empregos evaporaram. O crédito está congelado. O poder aquisitivo dos americanos, cuja gastança manteve a economia mundial numa alegre espiral por anos a fio, está desabando.

Fonte - Veja

Nota DDP: A resposta para esta pergunta pode definir as últimas peças necessárias para que esteja montado todo o quadro escatológico tendente aos eventos finais.

'Papa não pode fazer mais, pois não possui exército'

ROMA, 16 JAN (ANSA) - O representante diplomático da Autoridade Nacional Palestina (ANP) junto à Santa Sé, Shawqi Armali, agradeceu a posição do papa Bento XVI com relação ao atual conflito em Gaza, comentando que ele "não possui exércitos" e que, portanto, "não pode fazer muito mais".

Em entrevista à revista italiana Vita, Armali, que é católico, agradeceu as palavras proferidas pelo Papa no último dia 8 durante um encontro com os representantes diplomáticos na Santa Sé. Na ocasião, o Pontífice reforçou a necessidade de uma "trégua na Faixa de Gaza, indispensável para dar condições aceitáveis de vida à população e para impulsionar as negociações de paz, renunciando ao ódio e ao uso das armas".

"Em suas palavras ouvi solidariedade e compaixão por meu povo. O Papa não possui exércitos, não pode fazer mais. Mas suas intervenções foram sempre sábias. Disse a Bento XVI que suas palavras seriam recebidas com gratidão por nosso povo, e ele me repetiu por três vezes em inglês 'peace, peace, peace'", disse Armali.

"O lançamento de mísseis por parte do Hamas é inútil e negativo. E deve ser interrompido. O nosso presidente Abu Mazen (Mahmoud Abbas) foi sempre claro sobre este ponto. Mas as reações militares israelenses foram imensamente desproporcionais. Não se pode tratar assim todo um povo", afirmou o representante diplomático.

Questionado se acredita que ainda seja possível uma viagem de peregrinação do Papa à Terra Santa no próximo mês de maio, Armali respondeu que "no Vaticano dizem que tudo irá depender da evolução do conflito".

Fonte - ANSA

Nota DDP: Elogios de um líder palestino, que já surpreende por ser católico. E a imagem do líder romano vai crescendo...

No Zimbábue, a epidemia de cólera atinge 90% do país

Mais uma má notícia para os habitantes do Zimbábue: a epidemia de cólera cresce e mata mais do que o previsto. Só na quarta-feira, dia 14 de janeiro, 104 pessoas morreram da doença. Nesse mesmo dia, o cólera havia matado oficialmente 2.201 zimbabuanos desde seu aparecimento, em agosto de 2008, e afetado quase 42 mil pessoas. "Todo mundo esperava que essa epidemia estivesse sob controle mais rapidamente, admite Françoise Le Goff, diretora da Cruz Vermelha na África meridional. Mas hoje o pior cenário, que esperava 60 mil casos no total, provavelmente estará obsoleto".

Diversas razões explicam esse agravamento. A começar pelo clima. "Estamos em plena estação de chuvas, e é uma das mais abundantes dos últimos 25 anos", calcula Peter Mutoredzanwa, representante da ONG Oxfam no Zimbábue. Esperam-se inundações para os próximos dias. Elas podem trazer excrementos humanos, já que os habitantes não possuem instalações sanitárias, e despejar água suja, responsável pelo cólera, nos esgotos e poços não protegidos utilizados pela população com falta de água potável. Em certas regiões, mais de três quartos das fontes de água já estão contaminadas.
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Fonte - UOL

Obama: união acima de raças, religião e sexualidade

Diante do memorial de Lincoln, e no mesmo local em que Martin Luther King fez o famoso discurso sobre a superação das diferenças raciais nos Estados Unidos em 1968, o presidente eleito Barack Obama fez neste domingo, em Washington, um apelo pela união dos americanos para superar os desafios, deixando de lado as diferenças raciais, religiosas e de sexualidade. Ele saudou a multidão, dizendo que todos eram bem-vindos à celebração da "renovação da América", e afirmou que poucas gerações enfrentaram tantos desafios ao mesmo tempo, com a crise econômica e as guerras no exterior, mas disse que, juntos, os americanos poderão superar os problemas e manter vivo o "sonho dos fundadores do país".

"Enquanto eu estou aqui hoje, o que me dá a maior esperança não são as pedraa e o mármore que nos cercam hoje, mas o que preenche o espaço entre elas. Que são vocês -americanos de todas as raças, regiões posições sociais que vieram aqui porque acreditam no que este país pode ser e porque vocês querem nos ajudar a chegar lá", discursou Obama.

Em uma extensão do pedido de união e superação das diferenças para além das raças e da posição política, o presidente eleito fez um dos seus mais fortes apelos em direção à aceitação dos homossexuais. (...)

Artistas como Beyonce, Bruce Springsteen e o grupo U2 [se apresentaram] para uma multidão de mais de 200 mil pessoas no mesmo local. O evento, chamado de "We Are One" ("Nós somos um"), faz parte do conjunto de celebrações da posse de Obama, que assume a Presidência [amanhã].

(Folha Online)

Nota Michelson Borges: Além de prometer o combate ao aquecimento global, agora Obama cumpre seu papel previsto de recuperador da imagem arranhada dos EUA e defensor da união de todos em torno de um bem comum (coletivismo). Salvo algumas diferenças, esse vem sendo o mesmo discurso conciliatório (ecumêmico) do papa Bento 16. As profecias estão cada vez mais atuais...

A música e o grande conflito - Parte 1

"Perguntei a significação da sacudidura que eu vira, e foi-me mostrado que era determinada pelo testemunho direto contido no conselho da Testemunha verdadeira à igreja de laodicéia. Isto produzirá efeito no coração daquele que o receber, e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta. Alguns não suportarão esse testemunho direto. Lavanter-seão contra ele, e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus." Primeiros Escritos, pág. 270.
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No texto acima notamos algumas coisas interessantes:
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1º Haverá uma sacudidura.
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R: “Perguntei a significação da sacudidura”.
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2º Essa sacudidura acontecerá dentro da igreja e não fora.
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R: “à igreja de Laodicéia”
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3º Existe uma mensagem que não está sendo proclamada de forma direta, mas chegará um tempo que esta mensagem direta será pronunciada.
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R: “e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta”
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4º Essa mensagem quando for proclamada de forma direta causará oposição e perseguição aos que levantarem tal mensagem.
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R: “Alguns não suportarão esse testemunho direto. Levantar-se-ão contra ele.”
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5º Serão essas verdades que determinarão a sacudidura.
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R: “e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus”
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Pergunto: Que verdades são essas que não estão hoje sendo proclamadas de forma direta? e porque não estão?
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Resposta: Porque hoje elas geram forte oposição com direito a represálias, disciplinas ou até cortes em alguns casos. Que mensagens seriam essas que causam divisão e confrontos?Alimentação, Vestuário, jóias, maquiagens, lugares inadequados em que se freqüenta, filmes, novelas, ficar, sexo oral como já vi alguns pastores ensinando, etc. E não poderia deixar de citar MÚSICA. Fale sobre alguns desses temas na igreja e perceberá o quanto as pessoas ficam incomodados e passam a agir com indiferença com você.
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Não estou sendo radical ou perfeccionista em querer que as pessoas sejam santas e imaculadas, estou dizendo que as verdades que apelam para mudanças de hábitos no comer, beber, vestir e ouvir não podem ser pronunciadas com força em nossos dias porque causam um impacto doloroso para quem as ensina.
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Muitas pessoas até mesmo dentre os líderes rejeitam e perseguem com palavras ferinas e ameaças aos que trazem tais mensagens. Quer descobrir os dois grupos que estão gradativamente se criando e se fortalecendo dentro da igreja? Toque em um destes assuntos e verá depois os dois lados se confrontando.
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Como o tópico aqui é sobre música, este assunto é um dos mais difíceis de se tratar na igreja. São dois grupos. Os que defendem uma música mais aos moldes bíblicos e outro grupo que defende as músicas que se tem copiado das filhas de babilônia. Em outras palavras: MÚSICA DA BÍBLIA X MÚSICA DE BABILÔNIA.
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O texto escrito acima é muito claro, a sacudidura acontecerá quando as verdades que não tem sido pronunciadas devido a tanta oposição, forem proclamadas de forma direta por pessoas levantadas por Deus. Essas pessoas serão leigos e pastores comprometidos com um assim diz o Senhor.
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Verdades que hoje só nos trazem ameaças e acusações tais como extremistas, radicais, anti sociais, filhos do diabo e até com censuras, serão proclamadas com força.A música existente em nosso meio com estéticas de rock pop, rock romântico, MPB, jazz e blues estão cada vez mais ganhando forças em nossa amada igreja.
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Deus retirou os tambores da adoração e manteve os címbalos. Os címbalos não existiam na adoração do santuário para dar percussão, mas para dar marcação inicial e final devido a quantidade de vozes do coral (4 mil). Hoje pessoas usam o argumento dos címbalos para manterem os tambores dentro da igreja. Esquecem-se que o diabo mistura verdades com mentiras para nos fazer crer que são santas, coerentes e toleráveis. Como disse Ellen White no livro Evangelismo, que a mentira é como uma trepadeira, precisa da verdade para se apoiar.
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Por isso que satanás MISTUROU um instrumento que por ORDEM de Deus ficou de fora da liturgia do santuário (tambores), com um outro instrumento que tinha no mesmo templo (cimbalos), ou seja, (Juntaram o címbalo com os tambores para formar a bateria. Um instrumento que estava na lista de Deus com outro que não estava para dar uma aparente roupagem de pureza com a finalidade de introduzir na adoração o que Deus havia impedido de entrar), com isso o diabo com toda sua sagacidade consegue enganar os descuidados e desatentos aos detalhes da verdade pronunciada por aquele que não erra (DEUS). (Maiores detalhes veja o artigo postado neste blog, "O uso de bateria na igreja").
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Os tambores na época além de serem um instrumento incapaz de fazer melodia ainda estava completamente associado as músicas do mundo na época, essa foi a maior evidência de sua ausência no templo. Este princípio serve para os dias atuais, pois os tambores da bateria estão mais associados as músicas do mundo do que qualquer outro instrumento. Rock, candomblé, vudu, misticismo e outros. Portanto se este foi o argumento de Deus no antigo Israel, continua então valendo para os dias atuais. Isso sem contar os efeitos que os intrumentos não melódicos causam na mente, baixando as defesas do lobo frontal.
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O povo usava os tambores em suas festas comuns, mas quando estavam no santuário para adorar, entravam sem tambores. Imagino alguns naquele tempo encrencando e fazendo bico por tal atitude extremista da parte de Deus.Pra terminar, lembro a todos que todos os remidos receberão harpas nas mãos e nenhum tambor. Todo mundo com harpa? Nossa, não, parece que Deus é meio fissurado com harpas!!!!!!!! O piano é uma harpa. Abram a tampa frontal ou superior do piano e verão.
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E por favor, parem de usar o argumento de que no santuário não tinha piano, porque tinha (harpa) e também parem de usar o argumento de que o piano era usado em botequins e cabarés, pois o instrumento que Deus deixou de fora da liturgia foram os tambores, e Deus é sábio demais pra errar e não faz nada sem uma razão muito profunda e forte.
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Um pastor escreveu uma matéria tentando mostrar que podemos usar a bateria na igreja.
Segunda feira estarei postando aqui um artigo mostrando as inconsistências desta matéria postado neste link. Aguardem e verão. A resposta que darei é para atender uma gama de pedidos dos internautas interessados em conhecer mais profundamente sobre o assunto e para que todos possam avaliar melhor e tomar uma decisão mais consciente.

Fonte - Gilbeto Theiss

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"Como folhas de outono..."


Semana de Oração realizada na IASD Riacho Grande, dirigida pelo Pastor Ivan Góes, ministerial de Liberdade Religiosa da UCOB.

É uma das melhores que Deus me deu a oportunidade de ouvir. Espero que contribua ao engrandecimento espiritual dos irmãos.

1) Sábado
2) Domingo
3) Segunda
4) Terça
5) Quarta
6) Quinta
7) Sexta

Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Bento XVI mostra preocupação com "sombras que despontam no horizonte"

Cidade do Vaticano, 15 jan (EFE).- O papa Bento XVI expressou hoje sua preocupação com as "muitas sombras" que despontam no horizonte e que inquietam a humanidade, mas encorajou os homens a não se desmoralizar e manter sempre acesa "a chama da esperança".

Bento XVI expressou essa inquietação no discurso que dirigiu hoje aos membros da Polícia italiana encarregada da segurança externa do Vaticano, aos quais recebeu em audiência para a tradicional troca de felicitações pelo novo ano.

"Começa um novo ano e muitas são nossas expectativas e esperanças. Mas não podemos esconder que, no horizonte, despontam muitas sombras que preocupam a humanidade. Não devemos nos desmoralizar, pelo contrário, temos que manter acesa a chama da esperança", afirmou o papa.

O pontífice acrescentou que, para os cristãos, a esperança é Cristo, "o único que pode renovar o coração do homem e transformá-lo em um oásis de paz, o único que pode nos ajudar a construir um mundo onde reine a justiça e o amor".

Sobre os policiais italianos que garantem a segurança externa do Vaticano, o papa disse que, quando era cardeal e se encontrava com eles, sempre pensava "nos sacrifícios" desse trabalho, devido aos turnos para a vigilância do recinto vaticano.

Bento XVI acrescentou que esses sacrifícios são feitos pelos policiais, mas também repercutem em suas famílias.

O papa disse que o trabalho desses policiais é vivido como uma missão, "um serviço ao próximo, que obriga a uma constante vigilância e a uma harmonização da disciplina e da cordialidade, e o controle e a amparada dos peregrinos e turistas que vêm ao Vaticano".

Fonte - G1

Vaticano diz que homem moderno perdeu o sentido do pecado

Cidade do Vaticano, 14 jan (EFE).- O cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, afirmou que o homem moderno "não distingue o verdadeiro do falso e o bem do mal", e que perdeu o sentido do pecado, o que, em sua opinião, "se traduz em um aumento do complexo de culpa".

Bertone expressou suas opiniões em um texto lido hoje em um simpósio realizado no Vaticano sobre a Penitenciária Apostólica e o Sacramento da Penitência, que ele deveria presidir, mas não pôde porque está na Cidade do México assistindo ao VI Encontro Mundial das Famílias.

O "número dois" do Vaticano assinalou que é preciso se aprofundar urgentemente no valor do sacramento da Penitência "para formar as consciências no sentido do pecado, que hoje parece ter desaparecido".

"Atraído cada vez mais por um mundo virtual, o homem contemporâneo não consegue distinguir o verdadeiro do falso, o bem do mal, e isso leva a um relativismo cultural e ético e à banalização dos comportamentos da vida", escreveu o cardeal, que ressaltou que, diante dessa "ausência" do sentido do pecado, se registra cada vez mais "um aumento da ideia de culpa".

Bertone ressaltou que formar as consciências no sentido do pecado significa "ajudar a não cair na opressão do sentido de culpa e saber que o amor infinito de Deus pode devolver a paz aos corações mais angustiados".

Fonte - Último Segundo

Precisava Bush para eleger Obama

O que George Bush deixa para seu país e para o mundo, como legado, depois de oito anos na direção do mais poderoso país do mundo? Guerras? Terrorismo? Combate ao terrorismo? Crise econômica? Militarização?

Nada disso que supere em importância o seu principal legado: ele foi tão ruim que abriu as portas para o povo americano protestar nas urnas, e eleger um homem inimaginável: Barack Hussein Obama. Com o perfil que Obama possui, sem o perfil político de Bush, ele jamais seria eleito.

Isso parece indicar que a história do mundo agora vai mudar. Os Estados Unidos mudaram, e foi uma mudança radical, vinda do povo americano, em massa. Eles colocaram no posto de poder mais importante do mundo, um homem aceito pelo mundo inteiro. Os Estados Unidos saem mais poderosos sobre o mundo nessa eleição que da Segunda Guerra Mundial. Eles saem mais importantes sobre o mundo, para definir as decisões essenciais no mundo, como nunca antes. Agora sim, esse país tem o poder máximo. Agora, além do poder militar, tem também o poder político, um homem eleito pelo povo americano e aclamado pelo mundo. Agora sim, uma aliança religiosa faz sentido para tornar os Estados Unidos uma segunda besta eficaz do Apocalipse capítulo 13.

Obama pode fazer o que quiser, uma vez que seja do agrado do mundo. e o mundo quer o que as profecias bíblicas estão indicando há séculos: unidade geral pelo sucesso econômico global. E ele parece esperto para se revestir de ainda mais poder e conseguir ser o líder da Globalização da economia. Vamos ver quais serão os seus primeiros atos como presidente, nesse sentido. Vamos ver se ele vai surpreender, ou se vai decepcionar.

Para decepcionar ele precisa seguir a trilha de Bush. Definitivamente não aprece ser essa a tendência. Para surpreender, ele, com sua equipe, precisa tomar medidas que indiquem uma retomada do crescimento econômico nos Estados Unidos e no mundo, e precisa tratar de conseguir alguns avanços na questão palestina bem como no Iraque. Essas são atualmente as vitrines no mundo para ver o que o presidente americano é capaz de fazer, nesses dois casos, e nos demais casos que interessam ao mundo. No mais, ele precisa manter um diálogo produtivo com os políticos oposicionistas de Bush bem como com os demais.

Os primeiros meses nos dirão se esse homem vai ser um elemento prático para um significativo avanço no cumprimento das últimas profecias. Por enquanto tudo indica que sim.

Fonte - Cristo Voltará

Música: Um ectoplasma

Assisti recentemente, e sem muita expectativa (atitude que recomendo ao leitor, sob o risco de decepção profunda), ao filme "O som do coração" (do diretor Kirsten Sheridan, EUA: 2007 , distribuído pela Warner Bros. Pictures). A todo instante, a música é retratada na história como entidade externa, a qual o pequeno prodígio Evan (Freddie Highmore) é capaz de "sentir". A música conecta o garoto de 11 anos com seus pais desconhecidos, ambos músicos. O próprio menino desenvolverá rapidamente (e de forma um tanto forçada) suas aptidões musicais.

O filme ajuda a dar uma idéia generalizada, ainda que grosso modo, sobre como a música é concebida na mentalidade de nosso período histórico. Há uma aura mística em torno da Música enquanto arte - por isso, os artistas falam de sua produção como se uma força sobre-natural os arrebatasse, envolvesse suas capacidades e condicionasse o que eles compõem e produzem.

Em "O som do coração", Evan assume o pseudônimo de August Rush (título original da produção) e tenta, como músico de rua, "captar" a vibração que ele ouve, reproduzindo a música recebida através dos ruídos rotineiros de uma cidade grande. Ele não é um artista consciente, mas uma espécie de conduto para materializar a música que chega ao seus ouvidos.

Se a Música, ou qualquer outra expressão artística, é uma força natural, sentida apenas por aqueles que teriam dons especiais, o artista não pode ser responsabilizado por aquilo que produz, moralmente falando. Afinal, de fato ele apenas está expressando algo que não criou. Nesta visão, a Arte não vem de uma deliberação criativa, de um ser-humano que, por ser à imagem de um Deus Criativo, possui a habilidade de criar cultura (o que é a concepção teísta tradicional); pelo contrário, a Arte não é a autonomia da expressão, mas sua impossibilidade. O homem deixa de ser livre para criar e passa a ser um fantoche sob o controle de energias impessoais que o usam.

A produção artística é reflexo dos valores do homem, os quais variam com sua cultura (estando inclusos a nacionalidade, o regionalismo, a educação, a experiência pessoal, a prática religiosa, etc.). A arte não transcende os valores do artista. Com isto, é preciso que se preste um esclarecimento: acredito na influência de seres transcendentes. É possível que estes seres cooperem com o homem e o orientem na forma como produzem a Música e a Arte em geral.

Isso pode se dar em vários níveis. Os salmos, por exemplo, são hinos inspirados, nos quais vemos a destreza de compositores hebreus aliados ao fenômeno bíblico da Inspiração. Os hinários cristãos refletem valores religiosos profundos, sem, contudo, possuir o mesmo nível de contribuição sobrenatural que os salmistas recebiam (ou seja, os hinos podem ser inspiradores, mas não inspirados no sentido técnico, reservado aos profetas que agem sob o comando do Santo Espírito).

Para compositores e artistas (no sentido não pejorativo) cristãos, a Música depende de experiência pessoal com Deus, o que não fica reservado para o momento da produção; o Senhor deve moldar, através de Sua Palavra, a vida do artista, para que, compondo ou fazendo qualquer outra atividade humana, ele viva como um filho de Deus. Sua Arte é fruto dele, em cooperação com a Divindade. Assim fica devolvido o espaço à criatividade do ser feito à imagem de Deus. A música se torna fruto desta criatividade, devendo ser julgada pelo seu valor moral. Não resta mais espaço para aquela Filosofia estranha da Modernidade, mediante a qual a Música (assim como as demais artes) é vista como um tipo de ectoplasma.

Fonte - Questão de Confiança

Crise é também moral, diz núncio

LISBOA, terça-feira, 13 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O núncio apostólico em Portugal, Dom Rino Passigato, considera que a crise que o mundo atravessa não é apenas econômica, mas também moral.

Diante disso, o arcebispo afirmou que «urge congregar as melhores energias de todos os homens do mundo» para superá-la.

«E estamos seguros de que Portugal não vai regatear o seu esforço neste desafio», disse essa terça-feira, durante a cerimônia de cumprimentos de Ano Novo do Corpo Diplomático ao presidente da República, Cavaco Silva, segundo informa Agência Ecclesia.

O núncio enfatizou no encontro o desejo de fraternidade na missão diplomática, que «mais não é do que o esforço para alcançar, a nível global, o bem da liberdade», e o trabalho pelo «ideal humanista».

Dom Rino Passigato disse que já pôde apreciar o trabalho que Portugal realiza «para fomentar o desenvolvimento e a cooperação entre os povos».

O presidente de Portugal já havia recebido o novo núncio recentemente, em encontro na residência oficial. A Concordata de 2004 foi um dos temas abordados, tendo-se manifestado a vontade recíproca de levar por diante o processo de aplicação no ordenamento jurídico português.

Fonte - Zenit


[Colaboração - Fernando Machado]

Excesso de café pode causar alucinações, sugere estudo

Uma pesquisa feita por psicólogos da Universidade de Durham, na Grã-Bretanha, sugeriu que beber grandes quantidades de café pode fazer com que uma pessoa tenha uma tendência maior de sofrer alucinações.
Pessoas que consomem mais de sete xícaras de café instantâneo por dia têm três vezes maior probabilidade de ouvir vozes, ver coisas que não existem ou até acreditar que estão sentindo a presença de pessoas que já morreram, do que as que bebem menos do equivalente a uma xícara, de acordo com os pesquisadores.

Segundo o líder do estudo, Simon Jones, "alucinações não são necessariamente um sinal de doença mental (...) A maioria das pessoas tem experiências breves de ouvir vozes quando não há ninguém presente e cerca de 3% ouvem tais vozes regularmente". Mas o trabalho científico sugeriu que o risco de isso acontecer aumenta com o alto consumo de café e outras fontes de cafeína.
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Fonte - BBC

"Satanás está levando o mundo em cativeiro mediante o uso das bebidas alcoólicas e do fumo, café e chá preto. A mente dada por Deus, que deve ser conservada clara, é pervertida pelo uso de narcóticos. O cérebro não mais é capaz de discernir corretamente. O inimigo tem o controle. O homem vendeu sua razão por aquilo que o enlouquece. Não tem senso algum do que é direito." Evangelismo, pág. 529.

[Colaboração - Fernando Machado]

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O império americano está caindo

Muitos dizem que os Estados Unidos, em razão de por lá se iniciar uma grave crise econômica que atinge o planeta todo, estão chegando ao final de seu ciclo de poder sobre o mundo. Nada mais falso. Aliás, é até o contrário, eles agora se tornam ainda mais poderosos. O mundo já se convenceu de que necessita dos Estados Unidos, e já assumiu que esse país é a nação líder sobre as demais.

Os EUA são uma nação que tem alianças militares com cerca de 130 países, e possuem mais de 700 bases militares pelo mundo. Eles possuem de longe o mais poderoso e bem armado exército do mundo. Dominam tecnologicamente com relação a poder militar, na terra, na água, no ar e no espaço sideral. E tem alianças com líderes poderosos no mundo, dominam o G8 (Grupo das sete nações mais industrializadas do mundo mais a Rússia), e acabam de se aliar ao Vaticano, outra fonte de poder sobre o planeta. Eles é que controlam a ONU, fazem dela o que desejam. Algum outro país tem tal currículo?

Os EUA fazem intervenções militares praticamente onde bem entendem. Só na gestão do presidente Clinton, fizeram 48 intervenções delas. Esse país quer continuar na liderança do poder sobre o planeta, e os seus líderes querem com isso ganhar muito dinheiro. Não irão abrir mão desse desejo por uma crise que eles mesmos originaram. Pelo contrário, essa crise os torna alertas para com outras nações, para que nenhuma delas tente derrubá-los do poder onde chegaram. A China e a Rússia que se cuidem. Aliás, antes a Rússia que a China, que vem de uma perda de poder mas que deseja recuperar. A Rússia possui há mais tempo que a China tecnologia comparável a dos Estados Unidos em armamento militar, muito superior ao dos chineses, que se lançou nesse mercado há menos tempo. Ou seja, a Rússia possui mais cientistas que os chineses possuem e experiência científica há mais tempo, e bem mais consolidada. Esse país tende a ser um oponente dos Estados Unidos nos próximos anos enquanto que a China tende a continuar sendo uma grande parceira comercial. A China depende muito mais do mercado americano para seus produtos que a Rússia.

E o crescimento vertiginoso da China, que empata com os EUA lá pelo ano 2023? Isso não conta nada? São projeções, se é que o mundo chega até esse ano. Quem disse que os EUA não pode reverter seu crescimento, e mudar o rumo econômico, e quem garante que a China continua nessa linha de crescimento econômico como vem nos últimos anos?

Há uma profecia bíblica de que a finalização da história do conflito espiritual nesse mundo se dará com os Estados Unidos no poder. Se de fato, a China vai chegar a hegemonia econômica em 2023, não chegará a hegemonia militar e política. E se ela viesse a conseguir tanto a hegemonia econômica quanto a militar e a política, isto é, destronar os EUA até aquele ano, então a história não dura até lá.

Vamos entender os Estados Unidos. A crise que eles geraram sobre o mundo foi um tranco, um descuido fantástico motivado por pura ganância por parte de seus bancos e de seus cidadãos, muitos deles. Mas o mundo já se associou aos EUA como líder econômico, para salvar os demais países e os EUA da quebradeira generalizada. Por enquanto a crise na verdade submete o mundo aos EUA. Assim tem sido nesses últimos anos. O trágico ataque da Al Qaeda de 11 de setembro de 2001, por exemplo, só ajudou esse país a se projetar com mais poder ainda sobre o mundo. Os grandes países ajudaram os EUA, que obtiveram uma espécie de licença para invadir onde desejassem ao correrem atrás de terroristas. Com isso tornaram-se a polícia do mundo.

Agora é que iremos ver o que vai acontecer com os Estados Unidos tendo Obama no poder. Ele tem o apoio quase que do mundo inteiro, enquanto que Bush, ao assumir o seu segundo mandato, era altamente rejeitado, e ao sair, o faz ridiculamente a com sapatadas. Sai um homem muito fraco e tolo, entra outro muito poderoso e esperto. Tudo indica que com Obama no poder nos EUA, teremos, ao que parece, o presidente político do planeta com sede na América e o presidente eclesiástico do planeta com sede em Roma. Teremos, assim parece, o cenário para se cumprirem as profecias finais. No mínimo, para que elas se encaminhem rapidamente nessa direção.

Fonte - Cristo Voltará

A guerra entre palestinos e israelenses é profética?

Essa é uma pergunta que vários já me fizeram. E a resposta é fácil: não é mais profética que qualquer outra guerra nesse mundo cada vez mais tenso e violento. Mas existe um ingrediente particular e que chama atenção: trata-se de uma guerra entre a nação de Israel e o povo palestino. Israel foi o povo de DEUS, mas no ano 34 de nossa era, rejeitou em definitivo ser povo de DEUS. E os palestinos são descendentes de Ismael, outro filho de Abraão.

Nos tempos de Abraão, DEUS havia dado aquela terra aos descendentes do primeiro profeta, o pai da fé, homem escolhido por DEUS para dele fazer uma nação peculiar, um povo que devesse ser uma bênção para as demais nações. DEUS iria tirar da Terra de Canaã, hoje a palestina, o povo que lá habitava, pois estavam se tornando tão iníquos que teriam que ser dominados e destruídos. Não haveria mais outra alternativa. E o povo que deveria sair de lá não eram os palestinos, e sim, os cananeus. Naqueles tempos nem mesmo havia povo palestino, descendente de Ismael. Os palestinos DEUS nunca condenou como fez com os antigos cananeus.

O povo que DEUS iria formar a partir de Abraão e seus descendentes deveria ocupar aquela terra e conquistar as demais nações do mundo. Conquistar como? Não pela força militar, mas pela demonstração em forma de testemunho de como é superior servir ao DEUS verdadeiro. Eram para ser os grandes missionários do planeta. Não deveriam destruir as demais nações, nem conquistá-las militarmente, mas deveriam convertê-las a DEUS pelo seu exemplo de fidelidade e pelos resultados práticos dessa fidelidade. Os demais povos deveriam ver no DEUS de Israel um DEUS superior aos seus deuses.

E os palestinos, são atualmente povo que deve ser destruído pelos israelitas, como os antigos cananeus? E os israelitas, ainda são povo de DEUS, para que tenha o direito àquela terra, por mandato de DEUS? Nenhuma e nem outra coisa. Os palestinos são descendentes de Ismael, e nunca foram iníquos para que fossem destruídos como aqueles cananeus, e os de Sodoma e Gomorra. Aqueles eram povos muito cruéis, e desenvolveram uma tradição mística em que chegavam oferecer seus filhos no fogo e ferro quente a seus deuses. Eles tornaram-se tão imorais que chegaram a desejar fazer sexo com anjos.

Hoje Israel não é mais povo de DEUS. E por terem-se espalhado pelo mundo nas diversas diásporas, tendo desocupado aquela terra, a cederam aos palestinos. Portanto, por razões históricas, como povo não tem mais direito àquela terra que o tem os palestinos.

E nem os palestinos devem ser destruídos. Hoje, eles precisam se entender e conviver pacificamente. A terra deve poder acolher os dois povos. Um precisa aceitar o outro, ou jamais viverão em paz.

A guerra que agora acontece entre esses dois povos não é mais profética quanto a Bíblia refere em Mateus 24:6 e 7, quando diz que desde aquelas palavras de JESUS com os seus discípulos até o fim “haverá guerras e rumores de guerra” e que “se levantará nação contra nação”. Daniel (cap. 9:26) diz que “até o fim haverá guerra”, o que sugere que quanto mais para o final mais guerras haverá e mais cruéis elas serão. Esse é o contexto em que está mais essa guerra entre Israel e os palestinos. Ou seja, nesse caso, nada de especial quanto a ser algum indicativo da proximidade ou não da volta de JESUS. É uma guerra comum entre dois povos como outros povos quaisquer, sendo que um desses povos há quase dois mil anos atrás era o povo de DEUS. Era, mas não para fazer o que fez naqueles tempos, nem para fazer o que está fazendo em nossos dias. Hoje Israel não possui mais nenhum favor especial por parte de DEUS, só os seus cidadãos tem as mesmas chances de se salvarem para a vida eterna quanto os palestinos, e cidadãos de qualquer outra nação.

Fonte - Cristo Voltará
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